FGV IBRE - Sondagem Econômica da América Latina

A Sondagem Econômica da América Latina é uma pesquisa trimestral que serve ao monitoramento e antecipação de tendências econômicas. Realizada com base em informações prestadas por especialistas econômicos, a pesquisa é aplicada com a mesma metodologia, simultaneamente, em todos os países da região, método que permite a construção de um ágil e abrangente retrato da situação econômica de países e blocos econômicos. Em julho de 2009 foram consultados 149 especialistas em 16 países.

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Submissões Recentes

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    O Brasil lidera a melhora do clima econômico na América Latina no 3º Trimestre
    (FGV IBRE, 2023) Instituto Brasileiro de Economia
    O Indicador de Clima Econômico (ICE) da América Latina subiu no terceiro trimestre de 2023 com contribuições positivas do Indicador da Situação Atual (ISA) e do Indicador das Expectativas (IE). Os resultados do Brasil lideraram essa melhora, seguido pelo México.
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    Piora o clima econômico da América Latina
    (FGV IBRE, 2023) Instituto Brasileiro de Economia
    O Indicador de Clima Econômico (ICE) da América Latina caiu no 2º trimestre de 2023 influenciado pelo piora das avaliações sobre a situação econômica atual. As expectativas melhoraram, mas continuam na zona desfavorável. A falta de confiança na política econômica local continua sendo um dos principais problemas para o crescimento econômico da região segundo os especialistas consultados.
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    Clima econômico da América Latina melhora no primeiro trimestre. Brasil caminha no sentido contrário
    (FGV IBRE, 2023) Instituto Brasileiro de Economia
    Indicador de Clima Econômico (ICE) subiu entre o 4º trimestre de 2022 e o 1º trimestre de 2023, com avanços em seis dos 10 principais países pesquisados. O Brasil caminhou no sentido contrário, com uma queda adicional do ICE puxada pelo Indicador da Situação Atual.
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    Clima econômico da América Latina melhora, mas continua desfavorável
    (FGV IBRE, 2022) Instituto Brasileiro de Economia
    Indicador de Clima Econômico (ICE) sobe entre o 3º e o 4º trimestre de 2022 sob influência da melhora das percepções sobre o momento atual. O Brasil registrou alta de 30 pontos no ICE, , avanço de 49,4 pontos do ISA e de 10,2 pontos do IE. A alta menos expressiva do IE em relação ao ISA e sua retração em alguns países indica que o cenário para os próximos seis meses tende a desacelerar na região. As projeções de uma menor taxa de crescimento do PIB para 2023 em relação a 2022 corroboram a cautela dos especialistas em relação aos próximos meses.
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    Índice de clima econômico da América Latina volta a cair com piora das expectativas
    (FGV IBRE, 2022) Instituto Brasileiro de Economia
    O Índice de Clima Econômico da América Latina (ICE) recua no terceiro trimestre de 2022 em relação ao trimestre anterior sob influência da expressiva piora das expectativas, e em menor grau, nas avaliações sobre a situação atual. Essa edição da Sondagem traz ainda uma enquete sobre os persistentes gargalos de oferta de insumos e matérias primas e identifica quais são os principais produtos que estão em falta ou com atraso no fornecimento na região
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    Clima Econômico da América Latina piora com expectativas mais pessimistas em relação aos próximos meses
    (FGV IBRE, 2022) Instituto Brasileiro de Economia
    O Índice de Clima Econômico da América Latina (ICE) recua no segundo trimestre de 2022 em relação ao trimestre anterior e ao mesmo período de 2021. A economia da região está melhor do que no auge da pandemia sem vacinas, mas não conseguiu retornar aos níveis de 2019.
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    Clima Econômico da América Latina mantém a trajetória de queda apesar de ligeira melhora das expectativas
    (FGV IBRE, 2022) Instituto Brasileiro de Economia
    O Indicador do Clima Econômico da América Latina (ICE) recuou 1,6 ponto entre o 4º trimestre de 2021 e o 1º trimestre de 2022, mantendo a tendência negativa observada no trimestre anterior. Antes disso, o indicador havia registrado cinco altas consecutivas após atingir o menor valor da série histórica (41,7 pontos) no 2º trimestre de 2020
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    Queda das expectativas pioram o Clima Econômico na América Latina com forte influência do Brasil
    (FGV IBRE, 2021) Instituto Brasileiro de Economia
    Falta de confiança na política econômica é o principal problema nos países da América Latina com percentual de 67,4%, seguido por instabilidade política (36,9%) e corrupção (25,2%). Nesse cenário, as incertezas quanto à retomada de um crescimento econômico da região levam a expectativas pela falta de confiança nas diretrizes da política econômica. Somam-se ainda problemas estruturais como: falta de inovação, infraestrutura inadequada e aumento na desigualdade de renda são destacados como questões relevantes para o crescimento econômico dos países.
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    Clima Econômico da América Latina melhora e se aproxima da zona favorável
    (FGV IBRE, 2021) Instituto Brasileiro de Economia
    Além da evolução do clima econômico na região, a Sondagem da América Latina traz neste trimestre três enquetes especiais sobre fatores que vêm influenciando as perspectivas da região. A primeira se refere ao abastecimento de insumos e matérias primas, no qual o Brasil se destaca como o país que mais tem sido afetado pelo problema. A segunda ao tempo de regularização do abastecimento. Em quase todos os países, os especialistas acham que a questão será resolvida até o 1º semestre de 2022. A terceira enquete se refere ao tempo de duração da alta de preços das commodities. Nesse caso, domina a percepção que só teremos mais um ano de preços elevados.
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    Clima Econômico da América Latina melhora, mas situação corrente contínua difícil
    (FGV IBRE, 2021) Instituto Brasileiro de Economia
    O Indicador de Clima Econômico (ICE) da América Latina da Fundação Getulio Vargas (FGV) avançou de 70,5 para 81,2 pontos entre o 1º e o 2º trimestre de 2021. Apesar da alta de 10,7 pontos, o indicador continua na zona desfavorável do ciclo econômico com uma combinação de avaliações desfavoráveis sobre o presente e expectativas otimistas em relação ao futuro próximo. Neste sentido, o resultado se assemelha ao observado na Sondagem do 1º trimestre.
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    Clima Econômico da América Latina melhora mas continua desfavorável
    (FGV IBRE, 2021) Instituto Brasileiro de Economia
    O Indicador de Clima Econômico (ICE) da América Latina da Fundação Getulio Vargas (FGV) avançou de 60,7 para 70,5 pontos entre o 4º trimestre de 2020 e o 1º trimestre de 2021. Apesar da alta de 9,8 pontos, o indicador continua na zona desfavorável do ciclo econômico com uma combinação de avaliações desfavoráveis sobre o presente e expectativas otimistas em relação ao futuro próximo.
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    Clima Econômico da América Latina melhora mas continua desfavorável : as projeções para o PIB dos países da região pelos especialistas sinalizam que as perdas provocadas pela pandemia não serão recuperadas em 2021
    (FGV IBRE, 2020) Instituto Brasileiro de Economia
    O Indicador de Clima Econômico (ICE) da América Latina da Fundação Getulio Vargas (FGV) registrou uma ligeira melhora ao passar de 43,2 pontos negativos para 39,3 pontos negativos entre o terceiro e quarto trimestre de 2020. Apesar da evolução de 3,9 pontos, o indicador continua na zona desfavorável do ciclo econômico.
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    Clima econômico na América Latina avança com melhora das expectativas
    (FGV IBRE, 2020) Instituto Brasileiro de Economia
    O Indicador de Clima Econômico (ICE) da América Latina da Fundação Getulio Vargas (FGV)1 avançou no terceiro trimestre de 2020, ao passar de 59,92 pontos negativos para 43,2 pontos negativos. O índice continua na zona desfavorável do ciclo econômico mas, comparado ao segundo trimestre, registrou um ganho de 16,7 pontos
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    Com a chegada da pandemia de Covid-19 à região, clima econômico se deteriora rapidamente na América Latina
    (FGV IBRE, 2020-04) Instituto Brasileiro de Economia
    O Indicador de Clima Econômico (ICE) da América Latina da Fundação Getulio Vargas (FGV)1 - passou de 14,1 pontos negativos para 60,4 pontos negativos entre janeiro e abril de 2020, o pior resultado da série histórica desde janeiro de 1989. O menor nível anterior havia ocorrido em janeiro de 2009, logo após a crise financeira de 2008, quando o ICE havia atingindo 48,7 pontos negativos. O indicador, que vinha se mantendo em terreno negativo e em queda desde abril de 2018, havia recuperado um pouco das perdas na pesquisa de janeiro de 2020, na comparação com outubro de 2019, mas agora foi derrubado pelo efeito da pandemia de COVID-19.
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    Indicadores de clima econômico do mundo e da América Latina pioram no quarto trimestre
    (FGV IBRE, 2019-10) Instituto Brasileiro de Economia
    O indicador Ifo/FGV de Clima Econômico (ICE) da América Latina — elaborado em parceria entre o instituto alemão Ifo e a FGV — registrou queda pelo terceiro trimestre consecutivo ao passar de 26,4 pontos negativos, em julho, para 28,2 pontos negativos em outubro. O Indicador de Expectativas (IE), positivo desde julho de 2016, recuou no mesmo período de 17,2 pontos para 15,5 pontos. Já o Indicador da Situação Atual (ISA) da América Latina passou de 61,3 pontos negativos para 63,0 pontos negativos entre as sondagens de julho e outubro. Na média de 2019, houve piora tanto das expectativas quanto das avaliações da situação atual da economia na América Latina em relação ao ano passado. Neste ano, o IE médio ficou em 16,7 pontos ante 21,9 pontos em 2018; o ISA fechou o ano com uma média de 52,3 pontos negativos, bem acima dos já fracos 35,3 pontos negativos do ano passado.
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    Clima econômico piora na América Latina e no Mundo
    (FGV IBRE, 2019-07) Instituto Brasileiro de Economia
    O Indicador Ifo/FGV de Clima Econômico (ICE) da América Latina — elaborado em parceria entre o Instituto alemão Ifo e a FGV — registrou piora pelo segundo trimestre consecutivo, puxado pela queda no Indicador da Situação Atual (ISA), que passou de 47,0 pontos negativos em abril para 67,3 pontos negativos em julho de 2019, uma diferença de 14,3 pontos. O Indicador das Expectativas (IE) registrou melhora e continua positivo, ao passar de 9,2 para 17,2 pontos entre abril e julho.
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    O Brasil lidera a piora do clima econômico na América Latina
    (FGV IBRE, 2019-04) Instituto Brasileiro de Economia
    Na Sondagem Econômica da América Latina referente ao mês de janeiro de 2019 e divulgada em fevereiro foi destacada a liderança do Brasil na melhora do clima econômico da região. O cenário mudou. O Indicador Ifo/FGV de Clima Econômico (ICE) da América Latina— elaborado em parceria entre o Instituto alemão Ifo e a FGV — após dois trimestres consecutivos de recuperação recuou ao passar de 9,1 pontos negativos para 21,1 pontos negativos entre janeiro e abril de 2019. A deterioração do índice foi influenciada pela queda do Indicador da Situação Atual (ISA) e do Indicador das Expectativas (IE). O Indicador das Expectativas (IE) caiu 15,8 pontos ao passar de 25,0 para 9,2 pontos no mesmo período ainda permanece na zona favorável. Já, o Indicador da Situação Atual (ISA) apresentou queda menor, de 9,0 pontos, permanecendo com saldo de respostas negativo.
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    Brazil leads the improvement of the economic climate in Latin America
    (FGV IBRE, 2019-01) Pereira, Lia Valls; Instituto Brasileiro de Economia
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    Improves the economic climate in Latin America's largest economies
    (FGV IBRE, 2018-10) Pereira, Lia Valls; Instituto Brasileiro de Economia