A psicologia comunitária como agente de transformações sociais

dc.contributor.advisorSeminério, Franco Lo Presti
dc.contributor.authorGallindo, Lucy de Carvalho
dc.contributor.memberSchneider, Eliezer
dc.contributor.memberNovaes, Maria Helena
dc.contributor.unidadefgvInstitutos::ISOPpor
dc.date.accessioned2012-04-09T20:02:54Z
dc.date.available2012-04-09T20:02:54Z
dc.date.issued1981-09-25
dc.description.abstractIn the last decades there have been, in what concerns Psychology, a change in approaching from the intrapsychic model to a social point of view, related to the human behavior. One of the essencial proposals of the new movement consists in declaring that the emotional disorders, are rooted in the malfunctioning of the basic sources of social support. It was under these circunstances that in 1965 the Communitarian Psychology came about. It is characterized by the search for new paradigms which are based, mainly, on the preventive conception of adjustment and health, and on the ecological model. This work was also intended to offer as an alternative model for the Communitarian Psychology, the social aprenticeship. From this point of view, that is, the social aprentticeship, the behaviors considered 'disadjusted' are seen not as manifestations of intrapsychic problems, but as behaviors that people have learned to copy from the environment through reinforcements, or through models offered by society. Such stand though implying that the human behavior can be manipulated through the, control of environmental stimulus, doesn't exclude the phenomenological vision of man. These two approachings, apparently antagonic, have been presented here as a possible dynamistic element of the Communitarian Psychology. At the same time that we try to demenstrate that the human behavior is somehow controlled, it is also put in evidence the freedom of man to make his choices, being also able to make an effort to avoid aversive reinforcements, and contribute to a less repressive society. The objective of this study was to show a historical, theoretical and ideological site of the Communitarian Psychology and open up new perspectives in terms of its praxis and besides all its goals. That's the reason for the investigation about the changes intended by the Communitarian Psychlogy and for the warning that they take a transideological meaning, aiming the welfare of the community above all.eng
dc.description.abstractNas últimas décadas tem ocorrido, no que se refere à Psicologia, uma mudança de abordagem do modelo intrapsíquico para uma perspectiva social, relativa ao comportamento humano. Uma das propostas essenciais do novo movimento consiste em declarar que as desordens emocionais originam-se do mau funcionamento das fontes básicas de suporte social. Foi nesse clima que em 1965 surgiu a Psicologia Comunitária. Esta se caracteriza pela busca de novos paradigmas que estão baseados, principalmente, na concepção preventiva de ajustamento e saúde, e no modelo ecológico. Neste trabalho pretendeu-se oferecer também como modelo alternativo da Psicologia Comunitária a aprendizagem social. Deste ponto de vista, ou seja, da aprendizagem social, os comportamentos considerados 'desajustados' são vistos não como manifestações de problemas intrapsíquicos, e sim, como comportamentos que as pessoas aprenderam a copiar do ambiente através de reforços ou por meio de modelos oferecidos pela sociedade. Tal posição embora implique em que o comportamento humano pode ser manipulado pelo controle dos estímulos ambientais, não exclui uma visão fenomenológica do homem. Estas duas abordagens, aparentemente antagônicas, foram aqui apresentadas como um possível elemento dinamizador da Psicologia Comunitária. Ao mesmo tempo em que se tentou demonstrar ser o comportamento humano de alguma maneira controlado, pôs-se em relevo a liberdade que tem o homem de fazer escolhas, podendo ainda esforçar-se para evitar reforços aversivos e contribuir para uma sociedade menos repressora. O objetivo deste estudo foi apresentar uma visão histórica, teórica e ideológica da Psicologia Comunitária e abrir novas perspectivas em termos de sua praxis e sobretudo de suas metas. Daí por que indagou-se a respeito das mudanças pretendidas pela Psicologia Comunitária e alertou-se para que elas tenham um sentido transideológico, visando sobretudo ao bem estar da comunidade.por
dc.identifier.citationGALLINDO, Lucy de Carvalho. A psicologia comunitária como agente de transformações sociais. Dissertação (Mestrado em Psicologia Aplicada) - Instituto de Seleção e Orientação Profissional, Fundação Getúlio Vargas - FGV, Rio de Janeiro, 1981.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10438/9566
dc.language.isopor
dc.rightsTodo cuidado foi dispensado para respeitar os direitos autorais deste trabalho. Entretanto, caso esta obra aqui depositada seja protegida por direitos autorais externos a esta instituição, contamos com a compreensão do autor e solicitamos que o mesmo faça contato através do Fale Conosco para que possamos tomar as providências cabíveis.por
dc.subject.areaPsicologiapor
dc.subject.bibliodataPsicologia comunitáriapor
dc.titleA psicologia comunitária como agente de transformações sociaispor
dc.typeDissertationeng
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