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    O efeito amplificador dos bens e serviços intermediários sobre a cadeia produtiva brasileira
    (2019) Ferreira, Pedro Cavalcanti; Veloso, Fernando A.; Delalibera, Bruno Ricardo
    Neste artigo, construímos um modelo de equilíbrio geral com 46 setores de bens finais e insumos intermediários, utilizando dados da Social Economic Accounts de 2014. O modelo foi calibrado para o Brasil e foram realizadas várias simulações contrafactuais com o objetivo de identificar os setores com maior impacto potencial nos demais setores e na produtividade agregada. Os resultados indicam que existe uma clara ordenação do impacto médio de variações da PTF setorial sobre a produtividade do trabalho agregada. O impacto de um aumento da PTF das atividades de serviços modernos é superior ao de serviços tradicionais, que por sua vez é maior que o efeito de mudanças na PTF de atividades industriais. A agropecuária tem o menor impacto nos demais setores e na produtividade agregada. Quando analisamos o efeito de atividades específicas, os cinco setores com maior efeito na produtividade agregada são serviços financeiros; atividades administrativas; serviços legais e de consultoria; comércio varejista; e transporte terrestre.
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    Serviços intermediários e produtividade agregada no Brasil
    (2018) Ferreira, Pedro Cavalcanti; Veloso, Fernando A.; Delalibera, Bruno Ricardo
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    O impacto dos serviços sobre a produtividade agregada brasileira
    (2016) Veloso, Fernando A.; Ferreira, Pedro Cavalcanti; Matos, Silvia Maria
    Neste artigo apresentamos simulações numéricas baseadas em um modelo de equilíbrio geral de três setores, semelhante a Ferreira e Silva (2015), Duarte e Restuccia (2005) e Rogerson (2005), para decompor e mensurar a contribuição de cada setor — agricultura, indústria e serviço - para a desaceleração da produtividade do trabalho observada na Brasil a partir de 1980. Em um segundo grupo de simulações modificamos o modelo dividindo o setor de serviços entre serviços tradicionais (e.g., serviços pessoais e comércio) e modernos (e.g., telecomunicações e intermediação financeira). Em relação à literatura anterior, nossa contribuição é o foco no Brasil, além de utilizar uma nova base de dados construída a partir da Socio Economic Accounts e atualizar as simulações anteriores com dados mais recentes do Groningen Growth and Development Centre 10-Sector database. Como veremos a seguir, grande parte do baixo crescimento do Brasil a partir do início dos anos oitenta pode ser explicado pelo comportamento do setor de serviços, cuja produtividade do trabalho caiu no período. A economia brasileira ainda está em processo de realocação da mão-de-obra entre setores e a persistência da ineficiência dos serviços prejudicará provavelmente o crescimento futuro do país e impedirá uma convergência mais rápida para os níveis de produtividade - ou qualquer convergência - das principais nações ricas. O setor de serviços tradicionais, geralmente caracterizado por baixa produtividade e baixo crescimento da produtividade, tem sido o setor com maior aumento de trabalhadores durante o processo de redistribuição de mão-de-obra ocorrido no Brasil nas últimas décadas. O baixo dinamismo dos serviços tradicionais nos parece a principal barreira ao crescimento brasileiro no futuro próximo. Esse artigo está organizado em três seções, além dessa introdução. Na próxima seção apresentaremos o modelo que utilizaremos nas simulações, na Seção 3 discutimos os resultados e a Seção 4 conclui.
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    Produtividade do setor de serviços no Brasil: um estudo comparativo
    (2016) Veloso, Fernando; Ferreira, Pedro Cavalcanti; Matos, Silvia Maria; Coelho, Bernardo Pereira