FGV IBRE - Artigos

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    Barômetros Globais sinalizam crescimento mais lento no segundo semestre de 2021
    (FGV, KOF, 2021) Campelo Junior, Aloísio; Gouveia, Anna Carolina; Picchetti, Paulo
    Em setembro, os Barômetros Econômicos Globais mantêm a tendência de enfraquecimento iniciada em julho, refletindo a desaceleração do crescimento econômico mundial no segundo semestre de 2021. Apesar da queda, os níveis dos indicadores continuam elevados e compatíveis com a continuidade da atual fase de retomada da economia mundial.
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    Recessão e retomada de 2020 invertem padrão de ciclos econômicos do passado
    (FGV IBRE, 2021-02) Oliveira, Luiz Guilherme Schymura de
    A pandemia da Covid-19 provocou uma recessão mundial e posterior retomada com padrões totalmente diversos das oscilações econômicas do passado. Com a quarentena e o isolamento social, o surto do novo coronavírus atingiu muito mais o setor de serviços do que a indústria, e quase não teve efeito na agropecuária. Com base nos processos de contrações anteriores da economia brasileira, esta Carta procura trazer elementos que ajudem a entender a recessão atual.
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    2021: recuperação após sustentação em 2020
    (FGV IBRE, 2021-01) Pessôa, Samuel de Abreu
    O ano que se encerrou caracterizou-se pela epidemia e o esforço de reduzir seus impactos sobre a economia e a sociedade. A imprevisibilidade e intensidade do evento fizeram com que diversos países respondessem de maneira muito diferente. Não houve um padrão claro de política econômica.
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    América Latina na “guerra comercial” entre a China e os Estados Unidos
    (FGV IBRE, 2020-12) Pereira, Lia Valls
    A China é o principal mercado de exportação do Brasil desde 2009. A importância desse mercado não parou de crescer ao longo dos últimos anos e passou de 13,7% para 28% entre 2009 e 2019. No ano da pandemia, esse percentual aumentou e chegou no acumulado do ano até outubro a 34%. O melhor desempenho da China, a única a registrar variação positiva do PIB entre 2019 e 2020 no grupo das maiores economias do mundo, contribuiu para esse resultado.
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    Perspectiva para os Programas de Transferência de Renda em 2021
    (2020-12) Botelho, Vinicius de Oliveira
    Considerando que, em 2021, a política social voltará à configuração de 2019 e considerando as linhas de extrema pobreza usuais (até US$ 1,90), até o final de 2021 a pobreza extrema subirá, na comparação com 2019, entre 0,3 e 1,6 pontos percentuais, o que incluiria entre 0,6 e 3,4 milhões de pessoas nessa situação. Na mesma base de comparação, se forem consideradas todas as linhas internacionais de pobreza (até US$ 5,50), a pobreza pode chegar a subir 3,3 pontos percentuais até o final de 2021, o que equivaleria a 7,0 milhões de pessoas em situação de vulnerabilidade. Ainda que a potência da política social tenha aumentado ao longo dos últimos anos, a maior parte da variação das taxas de pobreza de 2012 a 2019 decorreu da dinâmica econômica. Mesmo já havendo políticas de transferência de renda para erradicar a pobreza abaixo de US$ 1,00, mais da metade das famílias com renda inferior a US$ 1,90 ainda tem renda abaixo de US$ 1,00, reforçando a importância de se analisar e estabelecer metas de erradicação de pobreza voltadas à população mais pobre, com foco no aprimoramento de cadastros. Apesar de 46% da expansão do Auxílio Emergencial ter ocorrido entre os 40% mais pobres, 26% dos beneficiários do Auxílio Emergencial em outubro de 2020 estavam na metade superior da distribuição de renda familiar. Em 2019, esse percentual equivaleu a 11% dos beneficiários do Benefício de Prestação Continuada e 4% dos beneficiários do Programa Bolsa Família. Em particular, chama a atenção que praticamente ¼ das pessoas no oitavo decil de renda tenha recebido o Auxílio Emergencial. Partindo do patamar de 2019, o PIB per capita ainda precisa crescer mais de 16% para que a pobreza abaixo de US$ 1,00 seja organicamente erradicada (ou seja, erradicada independentemente de programas de transferência de renda).
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    Imposto do futuro? Considerações sobre o ISS e a base de serviços
    (FGV IBRE, 2020-12) Castro, Kleber Pacheco de
    Nas tratativas para se tentar promover uma reforma tributária, há uma forte resistência dos municípios em aderir às principais propostas em discussão – em particular, as PECs 45/2019, da Câmara, e 110/2019, do Senado – porque, entre diversas mudanças, extinguem o imposto local sobre serviços com a finalidade de criar um imposto nacional sobre o valor adicionado de bens e serviços. Fator crucial para tal resistência é a percepção dos prefeitos de que o ISS incide sobre uma base que cresceu muito nos últimos anos e que tende a crescer ainda mais com as possibilidades abertas pela economia digital. A partir daí depreende-se o motivo que leva prefeitos a apontar o ISS como “imposto do futuro”.
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    Output gap: analysis of GDP and its activities for Brazil (1980-2019)
    (FGV IBRE, 2020-06-09) Considera, Claudio Monteiro; Andrade, Elisa Carvalho de; Trece, Juliana de Carvalho
    This study analyses the evolution of the output gap of Brazilian GDP and its ‘Industry’ and ‘Services’ activities for the period from 1980 to 2019. This breakdown is unprecedented and enriches analysis, enabling the formulation of economic policies focused on these specific sectors. The following methods were used: Production Function, linear, quadratic, and exponential trend extraction, moving averages of 4 to 8 quarters, and the Hodrick-Prescott (HP) filter. Use of the Production Function also enabled identification of the evolution of Total Factor Productivity (TFP) of output and the activities mentioned. Besides the results for Brazil, all calculation methodologies developed for this approach are also presented.
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    O que é Investimento?
    (FGV IBRE, 2020-02-17) Considera, Claudio Monteiro; Araújo, Luan Mateus Matos de; Trece, Juliana de Carvalho; Andrade, Elisa Carvalho de
    Em artigo para o jornal Valor Econômico (O pior quinquênio de nossas vidas, em 26 de março), em coautoria com Aloisio Campelo Jr., chamamos a atenção que no primeiro trimestre do ano de 2019 completavam-se 5 anos desde o início da mais longa e profunda recessão porque passara o Brasil. Desde então haviam sido recuperados apenas 42% do PIB até o final do primeiro trimestre deste ano. Vale dizer, comparando os primeiros trimestres de 2014 e 2019, o PIB havia se reduzido em 5,6% e a Formação Bruta de Capital Fixo – o investimento – se reduzira em 27,5%, resultando assim, na menor taxa de investimento (15,5%) dos últimos 50 anos.4 E, o resultado para o ano de 2019 não é muito alentador. Crescimento de apenas 1,2%, puxado pelo consumo das famílias, principalmente de serviços (Monitor do PIB-FGV, no 51, 18/02/2020).
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    Coronavírus faz confiança do comércio recuar em março de 2020
    (IBRE, 2020-03) Tobler, Rodolpho Guedon
    Em março, a confiança caiu em todos os seis segmentos. A piora do índice foi influenciada pela forte queda do Índice de Expectativas (IE-COM), que despencou 24,3 pontos, a maior queda do índice. O IE-COM caiu em todos os segmentos, e atingiu 82,7 pontos, o menor valor desde maio de 2016 (80,9 pontos)
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    SARIMA analysis and automated model reports with BETS, an R package
    (2018) Speranza, Talitha F.; Ferreira, Pedro Guilherme Costa; Costa, Jonatha A. da
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    Núcleo do PIB: uma estimativa da trajetória de médio a longo prazo da atividade econômica
    (FGV IBRE, 2017-10) Miranda, Luana; Oliveira, Ingrid Christyne Luquett de; Ferreira, Pedro Costa
    A atividade econômica de um país pode sofrer choques devido a eventos de curta duração como mudanças climáticas inesperadas, cenários de incerteza vinculados a escândalos políticos, entre outros, não representando, entretanto, uma mudança no estado da economia. Compreender a situação econômica atual fornece subsídios à tomada de decisão bem como à geração de investimentos no país. Nesse sentido, o artigo aplica a metodologia proposta em Altissimo et al. (2010) para o cenário brasileiro, construindo um indicador do estado da economia livre de flutuações de curto prazo e que seja capaz de antecipar os turnings points do crescimento econômico nacional. Uma contribuição importante deste artigo foi constatar que o indicador obtido possui todas as propriedades desejáveis para um núcleo: baixa volatilidade, captura a tendência da atividade e é útil para prevê-la. Como resultado, observou-se a eficácia do Núcleo do PIB em sinalizar importantes mudanças de rumo na atividade econômica brasileira, como a retomada do crescimento após a crise de 2008, o período de retração econômica iniciado em 2014 e o início da recuperação observada em 2016.
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    Guerra fiscal do ICMS: organizar o desembarque
    (IBRE, 2017-06) Afonso, José Roberto Rodrigues; Fuck, Luciano Felício; Correia Neto, Celso de Barros; Szelbracikowski, Daniel Corrêa
    It was easy for the Brazilian states and their taxpayers to embark on the irregular and widespread concession of tax incentives on the movement of goods (ICMS), which came to be known as the “tax war”. The taxpayers only had to compare the tax incentives granted by each state, deciding on the basis of the best competitive advantage. The movement in the opposite direction in order to disembark from this war will be complicated: it should not be withdrawn or reduced in isolation (as it has happened), under the risk of increasing the differences between the tax incentives granted by each state or received by competing companies. The way in which the tax warfare will be unleashed generate enormous uncertainty. Not only because of the legal aspects, since all involved are aware of the unconstitutionality of the procedure for granting such incentives, as declared by the supreme court, but especially in light of the economic and competitive impacts. The article argues that it is necessary to organize and coordinate this process.
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    Impulso exportador e cumulatividade tributária no Brasil da recessão
    (IBRE, 2017-10) Cavalcanti, Carlos; Afonso, José Roberto Rodrigues; Caparoz, Marcel Augusto; Silveira, Fábio; Biasoto Junior, Geraldo; Cunha, Marcelo Pereira da
    A dificuldade da economia brasileira para superar de forma definitiva e sólida a maior recessão de sua história aponta as exportações como alavanca para uma retomada mais sustentada do crescimento. O artigo demonstra como o aumento das vendas ao exterior, sobretudo de produtos manufaturados, gera efeitos dinâmicos para toda a economia brasileira, e ainda aponta obstáculos a serem superados para a promoção comercial, com destaque para a cumulatividade tributária, sem contar o custo do capital de giro para as empresas locais, a volatilidade do câmbio e os resíduos existentes na conta de energia e na Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico sobre combustíveis (Cide- combustíveis).
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    China: a estratégia dos acordos comerciais
    (IBRE, 2017-10) Pereira, Lia Valls
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    Regras da Alca à luz da Lava Jato
    (IBRE, 2017-10) Cysne, Rubens Penha
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    Gastos públicos com segurança pública
    (IBRE, 2017-11) Afonso, José Roberto Rodrigues
    A segurança pública é o caso raro de uma atribuição de governo que a Constituição da República delega exclusivamente aos estados. O volume e a estrutura desse gasto dão boa ideia das características de nossa Federação, inclusive sob a luz da crise estadual. O gasto nacional parece expressivo. Em 2016, foram R$ 84,9 bilhões, ou 1,36% do PIB, a despesa consolidada (todos os governos) com a função segurança pública – vide tabela 1. Para tanto, foram eliminadas as transferências federais para os demais governos: R$ 479 milhões empenhados (5,7% do que aquele governo gastou), dos quais apenas R$ 92 milhões foram liquidados (0,1% do gasto realizado pelos outros governos). Assim, considerado o gasto executado por cada governo, 84,5% foram realizados pelos estados, contra 9,8% pela União (sobretudo com a Polícia Federal) e 5,7% pelos municípios (com as guardas municipais).
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    O rico debate sobre a nova matriz econômica no Blog do IBRE
    (IBRE, 2017-11) Oliveira, Luiz Guilherme Schymura de
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    É preciso evitar o prematuro abandono de um teto para as despesas primárias
    (IBRE, 2017-11) Rezende, Fernando; Pinto, Vilma da Conceição