FGV EAESP - GVceapg - Livros

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    Guia de Aprendizagem - Dados à Prova D´Água
    (Fundação Getulio Vargas, 2022) Sousa, Dayane Almeida de; Lucio, Fábio da Silva; Lima e Silva, Fernanda; Xavier, Gabriel Brandão; Reis, Guilherme Ignácio; Maia, Iasmin Castro; Degrossi, Lívia Castro; Martins, Mário Henrique da Mata; Santana, Veridiana Rodrigues Silva
    O projeto Dados à Prova D’água (realizado entre 2018 e 2022) nasceu da colaboração entre instituições parceiras em três países: no Brasil, a Fundação Getulio Vargas e o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN); na Alemanha, a Universidade de Heidelberg; e no Reino Unido, as Universidades de Glasgow e de Warwick. Essa colaboração envolveu uma equipe multidisciplinar, com pesquisadores de vários campos do conhecimento, incluindo desde as ciências sociais e humanas (administração pública, educação, estudos de mídia, geografia, psicologia social) até as ciências exatas e naturais (ciência da computação, ciência ambiental, hidrologia e meteorologia). A essas organizações, somaram-se outras parcerias fundamentais como a Secretaria do Meio Ambiente do Estado do Acre, a Universidade Federal do Acre, e as escolas públicas E.E. Vicente Leporace e E.E. Renato Braga, da zona Sul da cidade de São Paulo, e E.E. José Ribamar Batista e E.E. Jornalista Armando Nogueira, da cidade de Rio Branco no Acre. Enriquecido pelas múltiplas perspectivas desses pesquisadores, o objetivo principal do projeto Dados à Prova D’água foi o de investigar novos métodos para aumentar a resiliência das comunidades às inundações, incluída aí tanto a capacidade de lidar melhor com eventos extremos de chuva, como a de empreender medidas transformadoras para reduzir o risco de que esses eventos resultem em desastres com consequências catastróficas. O projeto propôs alcançar esse objetivo mediante o engajamento de comunidades e instituições governamentais no processo de geração, circulação e utilização de dados para prevenção de inundações. Uma premissa básica que adotamos foi a de situar o processo de geração de dados como parte de atividades de “ciência cidadã”, que permitam o empoderamento de estudantes, professores e membros da comunidade como ativos produtores de conhecimentos.
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    Vulnerabilidade(s) e ação pública: concepções, casos e desafios
    (Programa Gestão Pública e Cidadania, 2022) Spink, Peter; Santos, Fernando Burgos Pimentel dos; Alves, Mário Aquino; Deak, Mariel; Spink, Mary Jane Paris; Fonseca, Francisco; Sandim, Tatiana Lemos; Conceição, Eliane Barbosa da; Bartos, Mariana Scaff Haddad; Brigagão, Jacqueline; Krieger, Morgana Gertrudes Martins; Ramos, Ana Marcia Fornaziero; Souza, Zilma Borges de; Porto, Lya; Abreu, Kate Dayana Rodrigues de; Bittencourt, Lúcio Nagib; Tavanti, Roberth Miniguine; Malvezzi, Julia; Passos, Vitória Viana de Lima; Lima-Silva, Fernanda; Martins, Mario; Cunha, Maria Alexandra; Albuquerque, João Porto de; Trajber, Rachel; Oliveira, José Hercílio Pessoa de; Grigoletto, Fábio; Oliveira, Fernanda Antunes de; Morandi, Eliana Lins; Nonato, Raquel Sobral; Silva, André Luis Nogueira da
    A expansão vertiginosa do uso de vulnerabilidade em cada vez mais campos de saber ocorre em um espaço relativamente curto de tempo; em grande parte a partir da década de 1980. Pessoas são potencialmente vulneráveis como resultado de algo que poderia acontecer externamente, mas também por causa da sua capacidade de proteção. Pessoas podem se proteger bastante, mas continuam a ser vulneráveis; porém se não forem protegidas ou não se protegerem, serão mais vulneráveis em situações em que os mais protegidos serão menos vulneráveis. A observação que marcou o ponto de partida para o livro, ocorre quando esta noção mais geral é adaptada e traduzida em orientações analíticas específicas de diferentes disciplinas com suas diferentes linguagens sociais, que são por sua vez transformadas em definições mensuráveis (quantitativas e qualitativas) que orientarão estratégias de ação. Por exemplo, nos socorros após desastres (vulnerabilidade e avaliação de capacidades); mudança climática (risco e resiliência); epidemias na saúde (vulnerabilidade social, contextual e programática); transições psicossociais (vulnerabilidade individual ou humana) ou assistência social (avaliação de pobreza multidimensional), entre outros. As diferentes disciplinas acadêmicas e profissionais, especialmente nas suas atuações aplicadas, precisam de definições e maneiras efetivas de olhar as questões que buscam resolver cada um de sua maneira. Precisam também conversar e trabalhar com outros profissionais que, mesmo que suas visões ontológicas e epistêmicas sejam distintas, também estão preocupados com soluções. Às vezes estas conversas são mais fáceis, outras vezes, não. A administração pública está no centro dessas conversas porque muitas vezes cabe aos gestores, assessores, e coordenadores intermediar estas diferentes versões, no nosso caso de vulnerabilidade, na prática cotidiana de decisões e ações. Mas também, os profissionais que trabalham no dia a dia da prestação de serviços, as lideranças de comunidades, os coletivos e as associações dos mais diversos tipos e as cidadãs e os cidadãos que lutam para que os assuntos entrem nas agendas do dia, estão presentes nesta prática cotidiana, junto com suas diferentes respostas solidárias que permeiam o dia a dia. Assim a pergunta que orientou os estudos apresentados do livro se formulou: quais são estas diferentes “vulnerabilidades” que vêm sendo propostas e será que ajudam a avançar com as questões urgentes da atualidade, não somente no geral, mas também, no específico das múltiplas relações singulares do cotidiano?
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    El gobierno de las grandes ciudades: gobernanza y descentralización en las metrópolis de América Latina
    (Centro Latinoamericano de Administración para el Desarrollo, 2017)
    Essa publicação descreve nove trabalhos de pesquisa de nove grandes cidades: São Paulo, Rio de Janeiro, Medellín, Bogotá, Quito, México, Buenos Aires, Lima e Santiago de Chile, de sete países da América Latina. Com enfoque comparativo baseado em um bloco temático que contém os eixos centrais da gestão local e o desenvolvimento das cidades, que estão em linha com reflexões, preocupações e projeções que tem sido debatido internamente pelo Centro Latino-Americano de Administração para o Desenvolvimento (CLAD).
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    Vinte experiências de gestão pública e cidadania 2000
    (Programa Gestão Publica e Cidadania, 2001) Farah, Marta Ferreira Santos; Barboza, Hélio Batista
    As 20 experiências descritas neste livro foram selecionadas entre as 946 que se inscreveram no Programa Gestão Pública e Cidadania durante o ano 2000. Criado há cinco anos por meio de uma parceria entre a Fundação Getulio Vargas e a Fundação Ford, o Programa busca disseminar e premiar experiências inovadoras dos níveis subnacionais de governo – Estados, municípios e organizações próprias dos povos indígenas. Desde 1998, o Programa também conta com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). De 1996, quando foi criado, até o ano 2000, o Programa Gestão Pública e Cidadania recebeu 3391 inscrições de programas, projetos e atividades executados por governos subnacionais de todas as regiões do país. Tais iniciativas, das mais diversas áreas - saúde, educação, meio ambiente, abastecimento alimentar, finanças, etc. - estão armazenadas em um banco de dados disponível na Internet (http:// inovando.fgvsp.br) e em publicações do Programa. A cada ano, 20 experiências são premiadas, após um cuidadoso processo de seleção. Estas 20 experiências são relatadas em uma publicação específica, ao final de cada ciclo do programa.
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    Novas experiências de gestão pública e cidadania 1999
    (Editora FGV, 2000) Farah, Marta Ferreira Santos; Barboza, Hélio Batista
    Este livro apresenta 20 iniciativas de governos subnacionais, selecionadas como finalistas no Ciclo de 1999 do Programa Gestão Pública e Cidadania, um programa de premiação e disseminação de experiências subnacionais de governo, desenvolvido pela Fundação Getulio Vargas de São Paulo e pela Fundação Ford, com apoio do BNDES - Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Ao longo dos quatro primeiros anos do programa - de 1996 a 1999 - o Gestão Pública e Cidadania reuniu em seu banco de dados 2445 iniciativas, selecionando, a cada ano, 20 programas como representativos do enorme potencial criativo da esfera subnacional de governo. Os 80 programas finalistas destes quatro primeiros anos apresentam um espectro diversificado de inovações no conteúdo das políticas públicas e nas formas de gestão, cobrindo várias áreas de atuação e dando um panorama das iniciativas que estão emergindo em todas as regiões do país. Os 20 programas aqui reunidos, selecionados dentre as 888 iniciativas de governo inscritas em 1999, trazem contribuições em áreas não cobertas pelos programas finalistas dos anos anteriores - tais como a de fortalecimento das finanças municipais e a de saúde indígena - assim como novos ingredientes a áreas já abrangidas por finalistas de outros anos, como no caso de programas para Crianças e 7 Adolescentes e da área de Meio Ambiente.
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    Smart cities: transformação digital de cidades
    (Programa Gestão Pública e Cidadania, 2016) Cunha, Maria Alexandra; Przeybilovicz, Erico; Macaya, Javiera Fernanda Medina; Santos, Fernando Burgos Pimentel dos
    Este livro trata dos principais desafios e das oportunidades que as cidades enfrentam para a construção da smart city brasileira. O livro divide-se em cinco capítulos que abordam os seguintes temas: 1. Encontro de duas tendências. A urbanização e a revolução digital, assim como as tendências e perspectivas em torno da smart city. 2. Smart city no Brasil. Cidades superam os problemas históricos e resolvem novos desafios postos pela urbanização. 3. Visão do cidadão. A percepção e expectativa do cidadão brasileiro sobre a smart city, com base em pesquisa quantitativa. 4. Roteiro para smart city: da estratégia à implementação. A partir de entrevistas com gestores públicos e especialistas, desenha-se um possível caminho para a construção da smart city brasileira. 5. Soluções tecnológicas por tema. Uma descrição do contexto por temas da gestão da cidade, apresentando soluções tecnológicas possíveis e já aplicadas. Por fim, nos apêndices apresentam-se casos internacionais de projetos e iniciativas relevantes, algumas iniciativas governamentais e não governamentais brasileiras de articulação em torno do tema de smart city, e os procedimentos metodológicos que orientaram a pesquisa que sustenta este livro. Em 2015, duas pesquisas foram conduzidas simultaneamente no Brasil e na Espanha, com pequenas variações nos procedimentos metodológicos. O conteúdo do livro foi embasado nos resultados da pesquisa realizada no Brasil. No entanto, há referências a resultados, casos e entrevistados na Espanha, que são feitos para enriquecer a descrição de conceitos ou para serem ilustrações práticas e exemplos ao longo do texto.
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    Desenvolvimento de políticas públicas de fomento ao empreendedorismo em estados e munícipios
    (Programa Gestão Pública e Cidadania, 2012) Grin, Eduardo José; Acosta, Felipe Guerra; Sarfati, Gilberto; Alves, Mário Aquino; Gomes, Marcus Vinícius Peinado; Spink, Peter; Fernandes, Rene José Rodrigues
    A publicação mostra como o ambiente de negócios está fortemente relacionado às ações do Estado, que pode criar barreiras e incentivos à atividade empreendedora. Para tanto, traz uma síntese teórico-empírica e, a partir dela, um conjunto de instrumentos de apoio ao gestor público para que se desenvolva um bom ambiente de negócios
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    Políticas públicas de fomento ao empreendedorismo e às micro e pequenas empresas
    (Programa Gestão Pública e Cidadania, 2013) Gomes, Marcus Vinícius Peinado; Alves, Mário Aquino; Fernandes, Rene José Rodrigues
    No que tange à parte acadêmica, nesses oito anos de atividades o CENN gerou uma contribuição significativa para a pequisa em empreendedorismo no Brasil, com a produção de mais de 25 artigos em revistas científicas nacionais e internacionais, cerca de 20 dissertações e teses e seis livros que tratam do tema empreendedorismo. E é justamente um desses livros que estamos aqui apresentando. O desenvolvimento de políticas públicas em prol do empreendedorismo é fundamental para conseguirmos levar o empreendedorismo no Brasil a um outro patamar, facilitando a abertura de empresas e aumentando o percentual de sobrevivência dos novos negócios.
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    Estratégias locais para a redução da pobreza: construindo a cidadania
    (Programa de Gestão Pública e Cidadania, 2003) Camarotti, Ilka; Spink, Peter
    Em outubro de 1998, o Programa Gestão Pública e Cidadania da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo, com o apoio da Fundação Ford, realizou no Rio de Janeiro o primeiro de um ciclo de quatro seminários voltados à análise e reflexão de estratégias locais para redução da pobreza. Em cada encontro de dois dias, por volta de 30 pessoas de diferentes universos de ação (pesquisa acadêmica, organizações comunitárias, ONGs, secretarias de governos municipal e estadual, banco de desenvolvimento e instituições multilaterais) estiveram presentes para debater o espaço possível de ação local no enfrentamento da pobreza
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    O que as empresas podem fazer pela erradicação da pobreza
    (Instituto Ethos, 2003) Camarotti, Ilka; Spink, Peter
    As três primeiras partes do texto apresentam uma análise do que é a pobreza, com dados numéricos sobre a situação brasileira, e apontam alguns eixos possíveis para pensar ações que favoreçam a erradicação da pobreza. Em seguida, realiza-se uma síntese dos Indicadores Ethos de Responsabilidade Social e se propõe um exercício que busca demonstrar como essa metodologia pode servir de base para o monitoramento de ações sociais da empresa. A parte final relata um conjunto de experiências voltadas para a erradicação da pobreza, mostrando linhas de ação que as empresas podem adotar e as possibilidades que se abrem quando decidimos somar esforços para apoiar ações já existentes, bem-sucedidas e de interesse verdadeiramente público. Esperamos que a publicação O Que as Empresas Podem Fazer pela Erradicação da Pobreza sirva de referência e estímulo para a participação do setor empresarial no processo de mudança da sociedade brasileira, numa perspectiva de desenvolvimento econômico com justiça socia
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    20 experiências de gestão pública e cidadania 2005
    (2005) Teixeira, Marco Antonio Carvalho; Godoy, Melissa G. de; Clemente, Roberta Aguilar dos Santos
    Os 20 artigos reunidos neste volume descrevem experiências inovadoras de gestão pública que estão sendo executadas por organizações indígenas e governos municipais e estaduais de várias partes do país, incluindo os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Tais iniciativas foram as finalistas de 2005 do Programa Gestão Pública e Cidadania, que realiza um ciclo anual de premiação das inovações desenvolvidas pelos governos subnacionais. Em atividade desde 1996, o Programa Gestão Pública e Cidadania é uma iniciativa da Fundação Getúlio Vargas e da Fundação Ford, com apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Seu objetivo é a identificação e disseminação das práticas inovadoras, para que um número cada vez maior de governos subnacionais encontrem soluções adequadas aos problemas de suas comunidades
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    20 experiências de gestão pública e cidadania 2004
    (Programa Gestão Pública e Cidadania, 2004) Coelho, Carla; Teixeira, Marco Antonio Carvalho; Godoy, Melissa G. de
    Os 20 artigos reunidos neste volume descrevem experiências inovadoras de gestão pública que estão sendo executadas por organizações indígenas e governos municipais e estaduais de várias partes do país, incluindo os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Tais iniciativas foram as finalistas de 2004 do Programa Gestão Pública e Cidadania, que realiza um ciclo anual de premiação das inovações desenvolvidas pelos governos subnacionais
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    20 experiências de gestão pública e cidadania 2003
    (Programa Gestão pública e Cidadania, 2005) Oliveira, Fernanda Martinez de; Barboza, Hélio Batista; Teixeira, Marco Antonio Carvalho
    Os 20 artigos reunidos neste volume descrevem experiências inovadoras de gestão pública executadas por organizações indígenas e governos municipais e estaduais de várias partes do país, incluindo os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Tais iniciativas foram as finalistas de 2003 do Programa Gestão Pública e Cidadania, que todos os anos realiza um ciclo de premiação das inovações desenvolvidas pelos governos subnacionais
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    20 experiências de gestão pública e cidadania 2002
    (Programa Gestão Pública e Cidadania, 2003) Lotta, Gabriela Spanghero; Barboza, Hélio Batista; Teixeira, Marco Antonio Carvalho; Pinto, Verena
    As 20 experiências finalistas de 2002 representam bem a riqueza do material recebido pelo Programa, tanto no que se refere à abrangência geográfica quanto à diversidade de áreas de atuação. Em relação ao primeiro aspecto, por exemplo, chama a atenção a presença de duas experiências de Roraima (Programa Braços Abertos, de Boa Vista, e Projeto Anike), no extremo norte do país, e de outras quatro da região Sul (Cidadania em Cadeia para o Direito do Futuro, do Presídio Masculino de Florianópolis; Formação de Parcerias e Geração de Renda nas Comunidades Rurais, de Lontras-SC, Licenciamento Ambiental para Redes de Infra-Estrutura Urbana, de Porto Alegre e Consórcio Intermunicipal de Resíduos Sólidos Urbanos – Citresu, de dez municípios gaúchos).
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    20 experiências de gestão pública e cidadania 2001
    (Programa Gestão Pública e Cidadania, 2002) Barboza, Hélio Batista; Spink, Peter
    A questão de como definir e identificar a inovação é discutida desde o início do Programa Gestão Pública e Cidadania. Criado em 1995, por meio de uma parceria entre a Fundação Getulio Vargas e a Fundação Ford, o Programa busca disseminar e premiar experiências inovadoras dos níveis subnacionais de governo – Estados, municípios e orInovação nos governos subnacionais 6 ganizações próprias dos povos indígenas. Desde 1998, o Programa também conta com o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
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    20 experiências de gestão pública e cidadania 1998
    (Programa Gestão Pública e Cidadania, 1999) Fujiwara, Luis Mario; Alessio, Nelson Luiz Nouvel; Farah, Marta Ferreira Santos
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    20 experiências de gestão pública e cidadania 1997
    (Gestão pública e cidadania, 1998) Fujiwara, Luis Mario; Alessio, Nelson Luiz Nouvel; Farah, Marta Ferreira Santos
    Os vinte finalistas aqui reunidos são exemplos relevantes de mudanças na concepção sobre a natureza dos serviços prestados; de atendimento de segmentos da população tradicionalmente não atendidos pelo setor público; de iniciativas que visam à geração de emprego e renda e ao desenvolvimento local. Os finalistas de 1997 também confirmam a tendência de emergência de novas formas de gestão de políticas públicas e de alterações nos processos políticos associados à concepção e execução das políticas pelas prefeituras e por governos estaduais, em que se destaca a participação de novos atores no processo de formulação e implementação dos programas de governo
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    Histórias de um Brasil que funciona: ciclo de premiação 2003
    (Gestão pública e cidadania, 2003) Barboza, Hélio Batista
    As 20 histórias deste livro descrevem as experiências finalistas do ciclo de premiação de 2003 do Programa Gestão Pública e Cidadania, uma iniciativa da Fundação Getulio Vargas e da Fundação Ford, com apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). O Programa funciona desde 1996, com o objetivo de premiar e disseminar práticas inovadoras de governos estaduais e municipais, bem como das organizações próprias dos povos indígenas
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    Histórias de um Brasil que funciona: ciclo de premiação 2004
    (Gestão pública e cidadania, 2004) Barboza, Hélio Batista; Teixeira, Marco Antonio Carvalho; Amaral, Flávio Cintra do Amaral
    Em 2004, o Programa recebeu mais de mil inscrições, de todas as regiões do País e de diversas áreas temáticas: educação, saúde, conservação ambiental, segurança pública, inclusão digital, etc. Muitas experiências contemplam segmentos específicos, como mulheres, negros, índios, crianças e adolescentes, etc., o que também demonstra a riqueza e a abrangência do conjunto de iniciativas.
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    Histórias de um Brasil que funciona: ciclo de premiação 2000
    (Gestão pública e cidadania, 2000) Centro de Estudos em Administração Pública e Governo (FGVceapg)
    País continental, com enorme diversidade climática, social e cultural, o Brasil pode ser visto de várias formas, observado sob diferentes perspectivas. Uma das análises mais comuns é a que parte do subdesenvolvimento econômico, da injustiça social e da ineficiência das instituições. Desse ponto de vista, o Brasil é um país onde os governos “não funcionam”, ou seja, onde os órgãos governamentais e as pessoas que os dirigem desperdiçam recursos e não conseguem combater a miséria, o atraso e todos os problemas daí decorrentes