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    Introdução ao private equity e venture capital para empreendedores
    (2011-06)
    Os empreendedores e suas empresas são os grandes motores de desenvolvimento econômico mas enfrentam dificuldades na captação de recursos para seus projetos. Este grande vale tem sido atravessado pelas organizações gestoras de private equity e venture capital (PEVC). Ao longo dos anos, a inovação tem sido um fator chave para o crescimento da economia mundial impulsionando o aumento da produtividade nas empresas, e este fator tem afetado as cinco forças que governam a competitividade em qualquer indústria (Porter, 1979). A habilidade de combinar recursos (humanos, tecnológicos, capitais, informacionais, naturais, etc) para inovar é uma competência muito importante e necessária para ganhar vantagem competitiva. Entretanto, nem todas as empresas possuem as competências necessárias para se destacar no mercado, especialmente Start-ups e Pequenas e Médias Empresas (PMEs), que não têm acesso a recursos para gerar inovação. A indústria de Private Equity e Venture Capital representa uma alternativa muito interessante para solucionar esse problema, especialmente diante de empresas que não possuem documentos financeiros históricos ou empresas que não possuem bens tangíveis que podem ser utilizados como empréstimos bancários, ou seja, empresas que estão começando agora seus negócios. Ademais, gestores de PE/VC não disponibilizam somente o dinheiro necessário para que a nova empresa cresça, mas também ajudam os empreendedores a tomar decisões certas no processo de construção de um novo negócio. De acordo com o IHS Global Insight (2009), empresas que obtiveram recursos de PE/VC geraram US$ 3 trilhões em receita e empregaram mais de 12 milhões de pessoas nos Estados Unidos (EUA) em 2008.
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    A indústria de private equity e venture capital: 2º censo brasileiro
    (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, 2011-03) Ramalho, Caio; Furtado, Cláudio Vilar; Lara, Rodrigo
    Nesta segunda década do século 21, o Brasil contempla um cenário de oportunidades e desafios a serem vencidos, como jamais vislumbrou em sua história de desenvolvimento dos últimos 50 anos. Enquanto os países do G7 ensaiam o terceiro passo de uma lenta recuperação da crise de 2008, o Brasil cresce a mais de 5% ao ano. Tornou-se vitrine de oportunidades de negócio, paradigma de gestão macroeconômica, desenvolvimento institucional e consolidação democrática. No mundo dos negócios vive-se um clima de 'Brasil, país cujo futuro já chegou'. Estigmas do passado perduraram em certas áreas das instituições políticas, da sociedade e da economia, mas a sociedade organizada demonstra-se capaz de isolá-los para tratamento corretivo ao longo de poucos anos no futuro. Há não mais de 12 anos, emergiu no país uma geração de gestores de investimentos de Private Equity e Venture Capital (PE/VC), num movimento que, tímido nos primeiros cinco anos, agigantou-se na segunda metade da década, tendo atravessado, sem grandes percalços, a crise financeira de 2008. Nossa 'indústria de Private Equity e Venture Capital' completava, ao longo de 2005, o seu primeiro ciclo de vida: diplomava-se a alguns gestores com louvor! O que parecia uma remota possibilidade durante os cinco ou seis anos anteriores, a saída dos investimentos nas empresas da carteira por meio de abertura de capital, já se tornar realidade no fim de 2004. As poucas aberturas de capital de empresas investidas ofereciam ativos ambicionados pelos investidores internacionais, que afluíam ao Mercado de Capitais Brasileiro. A cada oferta pública de empresa investida pelas organizações gestoras de PE/VC, em torno de dois terços das ações eram vendidas a investidores estrangeiros.