FGV EAESP - GVcef - 03º Encontro Brasileiro de Economia e Finanças Comportamentais

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    Excesso de confiança e otimismo sobre a estrutura de capital de firmas brasileiras com diversidade no conselho de administração
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2016) Silva, Thiago Bruno de Jesus; Cunha, Paulo Roberto da; Ferla, Rafael
    O objetivo foi analisar a influência do excesso de confiança e otimismo gerencial sobre a estrutura de capital de firmas brasileiras aderentes a diversidade no conselho de administração. Na análise dos dados utilizou-se a estatística descritiva e da análise em painel. Os resultados demonstraram que as empresas não aderentes a diversidade no conselho de administração possuem maior excesso de confiança e otimismo gerencial no endividamento e são mais propensas a recompra de ações em tesouraria do que as firmas que possuem adesão aos mecanismos de governança corporativa (não dualidade do conselho de administração, membros externos e presença de mulheres).
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    Estrutura de capital das micro e pequenas empresas gaúchas: uma análise dos relacionamentos bancários, fontes de financiamento, assimetria de informações e senso de controle
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2016) Valcanover, Vanessa Martins; Vieira, Kelmara Mendes; Cavalheiro, Everton Anger
    Levando em conta a importância das micro e pequenas empresas, buscou-se identificar o perfil de seus gestores, os relacionamentos bancários, as fontes de capital utilizadas e verificar se existem diferenças de média para determinadas variáveis quando relacionadas à assimetria de informações e ao senso de controle. Os resultados indicam que as firmas possuem um bom relacionamento com os bancos, mas apresentam dificuldades em obter financiamento externo. As principais fontes de financiamento utilizadas são lucros acumulados, economias pessoais e empréstimos bancários. Há diferenças de média para a assimetria de informações e senso de controle para gênero e expectativa de crescimento.
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    Determinantes comportamentais da propensão ao endividamento: análise da influência do gênero
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2016-08) Flores, Silvia Amélia Mendonça; Vieira, Kelmara Mendes
    O estudo analisou os determinantes comportamentais da propensão ao endividamento, avaliando as diferenças no gênero. Conforme a literatura, homens e mulheres diferem em suas decisões, sendo esses aspectos influenciados por questões psicológicas e comportamentais. Para compreender a propensão ao endividamento utilizou-se o modelo de Flores e Vieira (2014), que realizaram uma pesquisa no município de Santa Maria, Rio Grande do Sul. A fim de avaliar o efeito do gênero no modelo integrado aplicou-se a análise multigrupo de invariância. Os resultados demonstraram que os homens tendem a maiores níveis de emoções, comportamento de risco e atribuem maior valor ao dinheiro.
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    Atitude ao endividamento e as diferenças no gerenciamento financeiro, variáveis socioeconômicas, demográficas e de perfil no Rio Grande do Sul
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2016) Cattelan, Verônica Dalmolin; Vieira, Kelmara Mendes; Valcanover, Vanessa Martins; Campara, Jessica Pulino
    O objetivo foi identificar quais comportamentos influenciam na atitude ao endividamento, avaliando o papel da gestão financeira, das variáveis socioeconômicas, demográficas e de perfil. Foram pesquisadas 1.577 pessoas no Rio Grande do Sul e aplicadas técnicas de estatística descritiva, análise fatorial confirmatória e análise de regressão múltipla. Resultados revelam que pessoas casadas, com moradia própria, renda acima de R$ 7.000,01, com poupança e controle de gastos, possuem atitude favorável quanto ao gerenciamento financeiro pessoal, distanciando-se da possibilidade de endividamento. Já pessoas com escolaridade de 5ª a 8ª série, que possuem dívidas e carnê de loja possuem atitudes desfavoráveis no que tange o endividamento.
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    Ensaio sobre heurística e vieses no mercado acionário brasileiro: o efeito do processo de julgamento em um cenário de risco e incerteza
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2016-08) Gallo, Érika Regina da Silva; Bertella, Mario Augusto
    Este trabalho tem a intenção de contribuir com o debate na área de economia e finanças comportamentais ao realizar um estudo sobre o comportamento do volume transacionado de um ativo listado no mercado acionário brasileiro. Para tanto foi realizado uma estimativa simples por mínimos quadrados ordinários, cujo método foi parcialmente extraído de Ferris et al. (1998), Huddart e Lang (2006) e Borges (2007) e parcialmente novo ao propor realizar o teste com parâmetros diferentes dos utilizados pelos autores citados. Os resultados encontrados sugerem que a utilização da heurística ancoragem permite que ocorra o efeito overreaction no ativo analisado, na medida em que, os resultados obtidos confirmam haver uma relação positiva entre as variáveis: preço médio passado, preço de abertura e volume transacionado. De modo a nos oferecer indícios de que efeitos psicológicos e cognitivos (viés de comportamento) podem gerar “ruídos” no mercado financeiro brasileiro.
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    Programa Bolsa Família X alfabetização financeira: em busca de um modelo para mulheres de baixa renda
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2016-08) Campara, Jessica Pulino; Paraboni, Ana Luiza; Vieira, Kelmara Mendes; Potrich, Ani Caroline Grigion
    O objetivo deste estudo é investigar a alfabetização financeira dos beneficiários do Programa Bolsa Família, validar os construtos atitude e comportamento financeiros e desenvolver um modelo estrutural de alfabetização financeira. Foram pesquisadas 595 famílias da Mesorregião Centro Ocidental Rio-Grandense e utilizou-se estatística descritiva, análise fatorial confirmatória e modelagem de equações estruturais. Os indivíduos possuem uma ampla restrição orçamentária, sazonalidade empregatícia e salarial, baixo nível educacional, conhecimento financeiro baixo, atitude mediana e comportamento financeiro mais favorável. Verifica-se que o comportamento mais impacta na alfabetização financeira, sendo esses resultados úteis para o governo ampliar as estratégias que visam alfabetizar os beneficiários.
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    Teoria do prospecto: uma análise paramétrica das formas funcionais no Brasil
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2016-08) Lobel, Robert Eugene; Klotzle, Marcelo Cabus; Silva, Paulo Vitor Jordão da Gama; Pinto, Antonio Carlos Figueiredo
    O objetivo deste estudo foi analisar as preferências ao risco no Brasil seguindo os preceitos da Teoria do Prospecto. Para tal, foram estimadas para uma amostra selecionada não só o parâmetro de aversão ao risco da Teoria da Utilidade Esperada, como os parâmetros da função valor e probabilidade supondo diversas formas funcionais, incluindo a sugestão de uma nova função valor, a log modificada. Os resultados apontaram para valores dos parâmetros ligeiramente diferentes dos estudos em outros países, mostrando que para a amostra estudada, os sujeitos são mais avessos ao risco e exibem uma menor aversão à perda.
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    Behind behavioral economic man: the methods and conflicts between two perspectives
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2016-08) Texeira, Rafael Nunes; Souza, Daniel Fernando de
    This work analyzes the methods of research in decision-making of behavioral economists Kahneman and Tversky (K&T) and one of their main critics, Gigerenzer and the ABC Group. Our aim was to explain differences between these two approaches of BE by examining the procedure used by them to search for the cognitive processes involved in choice. We identified similarities between K&T and the mainstream economics methods that may explain some of the differences with their critics’ approach. We conclude with a discussion of how advances in BE, such as Nudges and Choice Architecture may take advantage of complementarities in these perspectives.
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    A model of mental budgeting: consumer theory and inaccurate choice
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2016-08) Texeira, Rafael Nunes
    Commonly, Economic Theory assumes that money is fungible. However, evidence from Behavioral Economics (Thaler (1999), Shapiro and Hastings (2013)) indicates this assumption may fail in many behaviors. One possible explanation for this failure is the use of Mental Budgets, which indicates that people classify their money into expenditure categories. In this work, it is developed a theoretical model that captures the idea of Mental Budgeting and discuss the consequences of such assumption for the Consumer Theory. In addition, we highlight some behavioral observations of such agent. This creates new interpretations for some anomalies such as the Preference Reversal.
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    Policy-effective financial knowledge and attitude factors
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2016-08) Garber, Gabriel; Koyama, Sérgio Mikio
    In this paper, we consolidate two objectives of the financial inclusion literature: producing meaningful measures of financial knowledge and financial attitudes and providing guidance to policymakers in cost-benefit analysis for the comparison of financial education interventions. We call them policy-effective factors. For this, we estimate a system of equations in which the dependent binary variables represent financial behavior and explanatory variables include knowledge and attitude variables and controls. Using Brazilian data from OECD/INFE survey 2015, we find one knowledge factor and two attitude factors that help predict behavior outcomes.
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    Como homens e mulheres em idade adulta tomam decisões financeiras em cenário de incerteza?
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2016-08) Sauer, Paula Gonçalves; Nardy, André; Junqueira, Luciano Antonio Prates
    Esta pesquisa investiga o comportamento dos indivíduos na tomada de decisão em cenário de incerteza, foi realizada mediante a aplicação de um questionário compartilhado com 305 indivíduos em maio de 2015 por e-mail, redes sociais ou redes profissionais. A pesquisa revelou que as influências dos vieses comportamentais interferem na tomada de decisão e que muitas vezes a racionalidade é deixada de lado. Os resultados também mostraram que heurísticas e vieses influenciam de maneira diferente homens e mulheres e sem diferença para os que possuem ou não dependentes financeiros.
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    Information acquisition: stopping rules for varying levels of probabilities and consequences
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2016-08) Nonohay, Roberto Guedes de; Gauer, Gustavo; Lanning, Guilherme
    An experiment aiming to assess the use of stopping rules in information acquisition was performed. Participants were requested to make a decision on 24 economic/financial scenarios with the possibility of buying information pieces. Behavioral and EEG data were recorded for analysis. Results showed that participants followed Bayesian calculations in order to determine a stop on information acquisition. Moreover, the information acquisition strategies were consistent with prospect theory, in which participants weigh information pieces differently and seek more or less information given different manipulations in scenario probability, consequences and valence of consequences. EEG data suggest effects at frontal electrodes.
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    Análise comparativa do comportamento financeiro entre autônomos e servidores públicos em João Pessoa/PB
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2016-08) Silva Neto, Odilon Saturnino; Ferreira, Ingrid Dayane da Silva; Vieira, Danubia da Costa; Figueiredo, Kelly Thaís Izidio de; Ramondot, Jéssica Almeida
    O presente artigo consistiu de uma análise comparativa do comportamento financeiro entre autônomos de uma feira livre e servidores públicos (técnicos administrativos) de um instituto educacional. A base teórica partiu da diferença entre conhecimento financeiro e sua efetiva aplicação, conforme ações e hábitos. O método foi de levantamento junto a 173 profissionais, localizados no município de João Pessoa/PB. O comprometimento de renda foi maior entre autônomos, estes com gastos mais essenciais em relação aos funcionários públicos, com perfil mais opcional. Foi maior o equilíbrio financeiro dos servidores, o que se explica pela utilização de ferramentas de controle financeiro e orçamento.
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    Comunicação não verbal e economia comportamental na negociação empresarial
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2016-08) Rosa, Murilo Francisco Fernandes
    O presente artigo tem como objetivo servir de ponte entre as percepções dos indivíduos sobre a linguagem não verbal com a economia comportamental, nos contextos de negociações empresariais. Assume-se que o individuo racional tem todas as informações necessárias para tomar a decisão mais racional possível. Entretanto, a assertividade na decisão da negociação tem causa em diversos fatores que acontecem durante a comunicação e a interpretação do individuo.
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    Perfil do indivíduo em relação à concessão de crédito
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2016-08) Urbina, Cíntia Meireles; Eid Júnior, William
    O artigo verifica quais são os fatores que influenciam a propensão do indivíduo a contratar crédito, como, por exemplo, sua renda familiar, número de cartões de crédito e qual é a sua percepção em relação ao seu nível de conhecimento sobre os juros que são cobrados para a utilização de crédito. Desde 2002, tem havido uma forte expansão do uso de crédito particularmente a modalidade cartão de crédito no Brasil e tal fato contribuiu para o aumento do endividamento das famílias, que não souberam administrar suas finanças justamente por não terem entendimento apropriado em relação ao funcionamento dos juros compostos. Uma survey foi feita para verificar o perfil do brasileiro que se endivida e utilizou-se fuzzy-set (QCA) para a análise dos dados. Os resultados mostram evidências de que indivíduos com baixo poder aquisitivo, baixo nível de conhecimento sobre os juros cobrados para a utilização de crédito, possuidor de dependentes e grande número de cartões de crédito são mais propensos a contraírem dívidas.
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    Tolerância ao risco subjetivo: análise das habilidades numéricas como fator determinante
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2016-08) Campara, Jessica Pulino; Paraboni, Ana Luiza; Costa Junior, Newton C. A. da; Saurin, Valter; Lopes, Ana Lucia Miranda
    Este estudo busca identificar a influência das habilidades numéricas na tolerância ao risco subjetivo (conceito econômico de aversão ao risco). Assim, foram pesquisados 308 estudantes de graduação de uma universidade pública brasileira. Para análise dos dados, utilizou-se estatística descritiva, correlação de Spearman e regressão logística ordenada. Os resultados revelam que quanto maior a habilidade numérica menor a probabilidade de alta tolerância ao risco subjetivo, evidenciando, para a amostra analisada, que a facilidade com cálculos numéricos faz com que os indivíduos se tornem mais cautelosos com suas decisões financeiras, possivelmente por terem uma maior compreensão dos riscos inerentes às operações.
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    O desenho dos planos de previdência afeta a escolha de planos de previdência?: evidências sobre inscrição automática e plano livre de risco
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2016-08) Pereira, Antonio Gualberto; Afonso, Luís Eduardo
    Este trabalho busca identificar arranjos de planos previdenciários, do tipo contribuição definida, associados à continuidade na alocação de recursos para a aposentadoria. Utilizou-se um levantamento e um experimento com base em cenários para a coleta de dados. O instrumento de pesquisa foi formulado com o auxílio do Questionpro© e disponibilizado nas redes sociais. Foram definidos dois cenários experimentais. Os testes de hipóteses foram realizados por meio do teste não paramétrico de Wilcoxon. Os achados sugerem que um plano de previdência com inscrição automática e presença de um plano livre de risco faz com que haja continuidade na poupança na aposentadoria.
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    Propensão à venda do investidor brasileiro: uma análise experimental
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2016-08) Prates, Wlademir Ribeiro; Costa Junior, Newton C. A. da; Armada, Manuel Jose da Rocha
    Este artigo analisa o efeito disposição por meio de uma abordagem experimental com profissionais de mercado e estudantes de graduação, cujos experimentos se enquadram na opção de um framed field experiment. O objetivo é analisar o comportamento em decisões de investimentos por meio da propensão desses individuos em realizar vendas, conforme Kaustia (2010); e da análise do coeficiente de disposição, conforme Odean (1998). Como resultados, os profissionais não possuíram seu comportamento de venda explicado pelas variações dos retornos, diferentemente dos estudantes, que apresentaram um comportamento de venda de ativos coerente com a literatura do efeito disposição.
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    Nudging for good: o caso do Programa Unidos por Crianças Mais Saudáveis
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2016-08) Mello, Vera Rita Ferreira de; Sapunar, Barbara
    O artigo descreve uma aplicação prática bem-sucedida dos princípios da arquitetura de escolha, linha de pesquisa desenvolvida nos últimos anos nos campos da economia comportamental e psicologia econômica, que propõe intervenções no contexto com o objetivo de facilitar mudanças de comportamento. O caso descrito se refere ao problema da obesidade infantil, que começou a ser endereçado por meio de um programa patrocinado por uma grande empresa do ramo da alimentação, envolvendo setor público, privado e sociedade civil. Informado por insights comportamentais, o programa foi estruturado sob a forma de um piloto, testado numa cidade de 50 mil habitantes, no interior de São Paulo.
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    Educação financeira de estudantes universitários: uma análise dos fatores de influência
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2016-08) Donadio, Rosimara; Silveira, Amelia; Sousa, Almir Ferreira de
    O objetivo do trabalho foi analisar a educação financeira de uma amostra de estudantes universitários e suas relações com variáveis psicológicas e sociológicas, sendo estas representadas pelo capital social, a auto-eficácia percebida, a considerações de consequências futuras e o estresse financeiro. A pesquisa caracterizou-se como descritiva e quantitativa. O estudo revelou que alguns itens referentes ao capital social podem ter relação com o nível de educação financeira dos estudantes pesquisados. Porém, a auto-eficácia percebida não teve relação com o mesmo. Já a consideração de conseqüências futuras e o estresse financeiro apresentaram relação com o nível de educação financeira da amostra.