FGV EAESP - GVcepe - Artigos

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    Como estratégia equivocada destrói a riqueza do acionista
    (Grappa, 2010) Malvessi, Oscar
    O aprendizado que o caso da Sadia traz tem sido perigosamente ignorado por muitas empresas tradicionais consideradas sólidas, mas que podem se desmanchar no ar ao primeiro sopro dos ventos de uma crise. Lucros no curto prazo, como os trimestrais, vêm e vão; sustentáveis são aqueles com foco em geração de valor com visão de longo prazo e perenidade. O que cria valor ao acionista, assim, é a correta e consistente orientação na formulação estratégica com decisões focadas em geração de valor. Implica em uma dedicação operacional incessante para aumentar a produtividade dos ativos, gerenciando com excelência cada uma das operações por meio da remuneração variável da gestão, vinculando-a não ao lucro de um simples trimestre, mas ao mérito dos resultados econômicos, ou seja, geração de valor a longo prazo.
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    Onde a Sadia perdeu o jogo
    (Abril, 2009) Malvessi, Oscar
    A derrocada financeira da Sadia, que culminou com a absorção da empresa pela Perdigão, foi um fenômeno espantoso para a maioria das pessoas que acompanham o dia-a-dia dos negócios no Brasil. Como, afinal, uma empresa considerada sólida, dona de uma das mais tradicionais marcas do país, decide – do dia para a noite – se aventurar no misterioso mundo dos derivativos 'tóxicos', dando origem a perdas que acabaram colocando um fim em seus dias como entidade independente? Uma leitura mais cuidadosa dos números da Sadia, porém, mostra que esse espanto não tem razão de ser. Pior, evidencia que essa derrocada, longe de ter sido causada pelos infortúnios de um departamento financeiro atrapalhado, foi consequência de uma estratégia deliberada, com origem na cúpula da empresa. Só não viu quem não quis ver.
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    Empresas criam ou destroem a riqueza dos acionistas
    (2000) Malvessi, Oscar
    Neste artigo, nosso objetivo é analisar o resultado econômico de diferentes estratégias utilizadas por empresas concorrentes e verificar, ao final, se elas criaram ou destruíram valor. A performance econômico-financeira das empresas será avaliada utilizando-se a estrutura conceitual do lucro econômico, sob a ótica dos conceitos de Criação de Valor ao Acionista, EVA™3 (Economic Value Added, aqui denominado de Valor Econômico Criado – VEC), sistema de mensuração econômico-financeira que possibilita analisar com maior profundidade técnica os recursos aplicados à estrutura de capitais e o resultado econômico efetivo gerado pela empresa e/ou unidade de negócio. Como será demonstrado, o EVATM, em conjunto com o MVA™ (Market Value Added, aqui denominado de Valor Adicionado pelo Mercado – VAM), propicia uma avaliação da performance econômico-financeira das empresas muito superior às técnicas tradicionalmente utilizadas para essa avaliação.
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    Confortavelmente acomodados no engano
    (Grappa, 2012) Malvessi, Oscar
    O domínio do EBITDA está firme na mente das pessoas e profissionais: mercado financeiro, de capitais, empresas, conselhos, empresários, empreendedores, investidores e em todos os tipos de instituições financeiras – lá está ele. Nos salões de cabeleireiro já não é raro ouvir-se o termo EBITDA. Não seria para estranhar, portanto, o bom espaço que esse conceito ocupa na mídia. Basta ver a reportagem do jornal Valor Econômico de 14 de setembro de 2011 (publicada no caderno Eu&Investimentos). O texto mostra os ajustes efetuados por 13 empresas ao publicarem tanto o EBITDA como o Lucro Líquido, comparando dados trimestrais referentes ao 1º semestre de 2011. Também foram apresentados argumentos dos gestores das empresas, que tentaram explicar a quadratura do círculo – leia-se: as diferenças entre os valores do EBITDA (puro) e o do EBITDA Ajustado.
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    Retrato de um setor próspero
    (Valor Financeiro Especial, 2007)
    Há um setor em ebulição, como revelam os dados agregados das 89 gestoras de private equity/venture capital pesquisadas para esta edição – 86 delas autorizaram a publicação de seus perfis, que estão reproduzidos nas páginas seguintes. Essas gestoras comprometeram US$ 16,72 bilhões em recursos para aplicação nos mais variados empreendimentos. Há dois anos e meio, esse total era de US$ 5,58 bilhões. Outros indicadores dão a dimensão da pujança do private equity/venture capital. O número das organizações voltadas para a atividade aumentou, nesse período, de 71 para 89, o dos escritórios delas no Brasil passou de 101 para 117, o de veículos de investimento, como fundos, foi de 101 para 153, e o de empresas em portfólio saltou de 306 para 404. Um avanço igualmente importante está no número de profissionais da área, que praticamente dobrou, para 984 – em 2004 eram apenas 498. Do total, 357 são gestores e 627 desempenham funções de apoio. E do total de gestores, 146 estão voltados para venture capital, 192 para private equity e 19 para 'Pipe' (de private investment in public equity, aplicação em ações de empresas já negociadas em bolsa).
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    Indústria de private equity e venture capital chega a 1,7% do PIB
    (Gazeta Mercantil, 2008)
    Nos últimos anos, impulsionada pelo ambiente de liquidez financeira mundial e pela forte expansão dos indicadores econômicos nacionais, a indústria brasileira de private equity e venture capital apresentou uma evolução bastante significativa. O capital comprometido total cresceu à impressionante taxa média de 50% ao ano desde 2004 para atingir US$26,65 bilhões em Junho de 2008. Nos últimos 12 meses (junho de 2007 a junho de 2008), o capital comprometido da indústria aumentou de US$15,91 bilhões para US$26,65 bilhões (+68%). O capital comprometido da indústria brasileira de private equity e venture capital em 30 de junho de 2008 representava 1,7% do PIB (Produto Interno Bruto), ante 0,6% em 2004. Esse número ainda é menos da metade da média mundial, de 3,7% . Nos Estados Unidos e na Inglaterra, dois países com décadas de tradição em Private Equity e Venture Capital, a proporção dessa indústria em relação ao PIB equivale a 3,7% e 4,7%, respectivamente.