Determinantes da taxa de juros de equilíbrio e do spread bancário no Brasil / RP

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    Estimando a taxa neutra de juros dos países emergentes e investigando o nível da taxa de juros do Brasil
    (2019) Schulz, Evandro Costa de Oliveira; Muinhos, Marcelo Kfoury
    Este trabalho estima a taxa neutra de juros de um conjunto de 26 países emergentes para períodos entre 1995-2018. Um dos objetivos é verificar se a taxa de juros do Brasil é muito elevada frente ao nível da taxa de juros de outras economias emergentes. Para isso, realizou-se uma revisão da literatura sobre o tema e buscou-se por modelos econométricos que são utilizados na estimação da taxa neutra de juros, como Filtro HP (Hodrick e Prescott), Regra de Taylor, assim como regressão de dados em painel com efeitos fixos. Os resultados obtidos neste trabalho apontam que: (a) a taxa neutra de juros brasileira é uma das mais elevadas entre emergentes; (b) existe uma forte correlação positiva entre o nível da taxa neutra de juros e o nível médio da inflação; (c) a taxa neutra de juros vem diminuído consistentemente ao longo das últimas décadas na maioria dos países emergentes analisados, assim como no Brasil; e (d), no período entre 2015-2018, África do Sul, Brasil, Índia, Indonésia e Rússia apresentaram os maiores níveis de taxa neutra de juros entre economias emergentes, enquanto que (e) economias emergentes na região da Europa Oriental apresentaram níveis menores.
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    Equilibrium interest rates in Brazil: a laubach and williams approach
    (2016) Fonseca, Marcelo; Muinhos, Marcelo Kfoury
    Real interest rates in Brazil are still high in any international comparison, even considered that they have declined significantly in the last few years. The main purpose of this paper is not only to update but also extend the Laubach and Williams (2003) using fiscal and credit variables. We also present a new methodology to calculate the output gap. Our long run equilibrium rate is slightly above 3% aligned with Laubach and Williams (2003) and supposing long term inflation expectation in US is 2%, real rates there are half what we found for Brazil. Our sensitivity analysis have shown that our results changed slightly in different scenarios regarding Brazil risk premium but deeply to potential GDP growth. Considering the alternative scenario for output gap, real rate values are much lower, because in this case output gap is much wider.