FGV EESP - 09º Fórum de Economia da Fundação Getulio Vargas

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    Há hoje no Brasil um esforço por definir um pacto novo desenvolvimentista. Quais as perspectivas a respeito?
    (2012) Santos, Airton dos
    A questão do pacto social será abordada a partir das relações entre capital e trabalho e deverá cobrir um período de tempo compreendido entre o início dos anos 90 e a época atual. Para facilitar a análise e situar o leitor quanto à importância e ênfases dadas às negociações tripartites no encaminhamento de questões relevantes para a sociedade, o estudo ora apresentado será divido por mandatos presidenciais. Esse percurso inicia-se no final do governo Collor de Melo e a interinidade de Itamar Franco (1990/94), passa pelos dois mandatos de Fernando Henrique Cardoso (1995/98 e 1999/2002), continua pelos dois governos de Luiz Inácio Lula da Silva (2003/06 e 2007/10) e termina na gestão da atual Presidenta, Dilma Rousseff.
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    As bases políticas do neodesenvolvimentismo
    (2012) Boito Junior, Armando
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    O acordo social na Alemanha: garantia de progresso e desenvolvimento?
    (2012-09-03) Zeller, Kathrin
    O sistema socioeconômico da Alemanha, a Economia Social de Mercado, é fundada sobre diferentes princípios como solidariedade, subsidiariedade, responsabilidade pessoal e o consenso. Esses formam o núcleo de um acordo social entre representantes dos trabalhadores e dos empregadores na ausência do Estado. A ideia central é de aproveitar as vantagens de um mercado de trabalho livre como a eficiência, em combinação com uma equidade social. Este sistema da parceria social foi considerado o componete fundamental para a saída relativamente rápida da Alemanha da crise financeira a partir do ano de 2007.
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    Varieties of capitalism: trajectories of liberalization and the new politics of social solidarity
    (2012) Thelen, Kathleen Ann
    This essay reviews recent literature on varieties of capitalism, drawing on insights from existing studies to propose a new, more differentiated way of thinking about contemporary changes in the political economies of the rich democracies. The framework offered here breaks with the 'continuum models' on which much of the traditional literature has been based, in which countries are arrayed along a single dimension according to their degree of 'corporatism' or, more recently, of 'coordination.' In so doing, it reveals combinations—continued high levels of equality with significant liberalization, and declining solidarity in the context of continued significant coordination—that existing theories rule out by definition. I argue that these puzzling combinations cannot be understood with reference to the usual dichotomous, structural variables on which the literature has long relied, but require instead greater attention to the coalitional foundations on which political-economic institutions rest. A coalitional approach reveals that institutions that in the past supported the more egalitarian varieties of capitalism survive best not when they stably reproduce the politics and patterns of the GoldenEra but rather when they are reconfigured—in both form and function—on the basis of significantly new political support coalitions.
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    Germany’s socio-economic model: useful for Brazil?
    (2012-09-17) Dauderstädt, Michael
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    Acordos sociais no Brasil: democracia e transformação
    (2012-09-17) Lúcio, Clemente Ganz
    Neste texto tratarei sobre a pertinência, ou a viabilidade, de celebração de acordo social ou pacto político no Brasil como elemento para apoiar uma estratégia nacional de desenvolvimento. O DIEESE, instituição na qual trabalho, tem como uma de suas finalidades assessorar o sindicalismo brasileiro nos mais variados espaços e processos negociais. Assim, a contribuição a este debate pode ser aportada devido à minha atuação em inúmeros processos nacionais de negociação, bem como em múltiplos espaços de participação social do movimento sindical brasileiro.
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    A economia política da desvalorização cambial: teoria e aplicação ao caso brasileiro
    (2012-08) Oreiro, José Luis; Araújo, Eliane Cristina de
    Ao longo deste artigo procuramos responder a seguinte pergunta: É possível uma coalização política entre capitalistas e trabalhadores no Brasil em prol de uma desvalorização da taxa real de câmbio? Para responder a essa pergunta, desenvolvemos inicialmente um modelo neo-kaleckiano de crescimento e distribuição no qual a taxa desejada de acumulação de capital é uma função quadrática da taxa real de câmbio. Nesse contexto, demonstramos a existência de uma taxa de câmbio ótima, a qual maximiza a taxa desejada de acumulação de capital. Se a taxa real de câmbio estiver acima desse valor ótimo, dizemos que o câmbio se encontra sobre valorizado; caso contrário, o câmbio estará subvalorizado. Quando a taxa real de câmbio está sobre valorizada, o regime de acumulação é do tipo profit-led, ou seja, um aumento da participação dos lucros na renda irá induzir tanto um aumento do grau de utilização da capacidade produtiva, como um aumento da taxa de acumulação de capital. No caso em que a taxa real de câmbio se encontra sobre valorizada, a desvalorização cambial não é necessariamente contrária aos interesses da classe trabalhadora. Se o grau de utilização da capacidade produtiva se encontrar acima de certo nível crítico; então a perda de bem-estar da classe trabalhadora decorrente da redução do salário real e da participação dos salários na renda induzida pela desvalorização cambial será mais do que compensada pelo aumento resultante do nível de emprego. Se essa condição não for atendida, contudo, uma política fiscal expansionista pode ser necessária para induzir os trabalhadores a aceitar a desvalorização da taxa real de câmbio. Na sequencia foi estimada a equação de acumulação de capital para a economia brasileira. Os coeficientes encontrados se mostraram em acordo com o modelo teórico e significativos do ponto de vista estatístico. A partir desses coeficientes foi estimada a taxa de câmbio ótima para a economia brasileira no período compreendido entre o terceiro trimestre de 1994 e o ultimo trimestre de 2010. Com base nessa estimativa, concluímos que a taxa real de câmbio encontra-se sobre valorizada desde o segundo trimestre de 2005. Por fim, mostramos que a condição de coalização política entre trabalhadores e capitalistas em prol da desvalorização cambial é atendida, sem que seja necessária a realização de uma política fiscal expansionista.
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    The German model: boon or bane?
    (2012-09-17) Dauderstädt, Michael
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    É possível re-industrializar o Brasil?
    (2012-09) Souza, Francisco Eduardo Pires de
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    Desisdustrialização e parceria: capital-trabalho
    (2012-09) Rebelo, André Marques; Silva, Marília Gabriela Elias da; Coura, Eduardo Batista