FGV EAESP - GVces - Livros

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    Sistema de classificação da infraestrutura socioterritorial: uma proposta para a Amazônia brasileira
    (2023-06) Gomes, Carina Sernaglia; Silva, Nilvo Luiz Alves da; Pinto, Daniela Gomes; Derivi, Carolina; Almeida, Nina de
    Este documento apresenta a estruturação de um sistema de classificação – taxonomia – de infraestruturas para a Amazônia brasileira. O objetivo é contribuir para a consolidação de um processo sistemático de avaliação, permitindo a identificação de quais infraestruturas podem ser consideradas sustentáveis e aderentes à diversidade dos territórios amazônicos e às aspirações do desenvolvimento sustentável. O esforço é fruto de uma parceria entre o Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGVces) e o WWF-Brasil, em diálogo com o Grupo de Trabalho sobre Infraestrutura Socioterritorial da iniciativa Uma Concertação pela Amazônia.
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    Um retrato da infância e adolescência no Brasil: programa presidente amigo da criança
    (2022-06) Ramos, Ana Márcia Fornaziero; Fonseca, Elize Massard da; Portella, Beatriz Cipriano; Simielli, Lara Elena Ramos; Moraes, Beatriz; Miranda, Caroline Rodrigues; Cintra, João Pedro Sholl; Nicolletti, Mariana Xavier; Souza, Vinicius Galante de; Santos, Fernando Burgos Pimentel dos
    A publicação ‘’Um retrato da infância e adolescência no Brasil’’ é resultado de uma parceria entre o Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces) da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV EAESP), a Fundação Abrinq e a Estratégia ODS, tendo o cofinanciamento da União Europeia. O estudo apresenta dados e análises realizadas a partir do monitoramento de indicadores públicos, com o objetivo de apoiar a implementação de políticas públicas em prol da melhoria das condições de vida de crianças e adolescentes no país. A publicação marca o lançamento do Programa Presidente da Criança, iniciativa da Fundação Abrinq, que visa estabelecer um compromisso do governo federal com esta agenda. Em seus 10 capítulos, que contemplam 10 dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) - aqueles que são mais relacionados à infância e adolescência -, estão apresentados e analisados alguns indicadores nacionais que mais contribuem com o monitoramento das metas estipuladas pela Agenda 2030 e apresentadas recomendações e contribuições para o avanço das metas dos ODS com foco em infância e adolescência.
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    Agenda de Desenvolvimento Territorial para a região da BR-319: fortalecendo territórios de bem viver
    (2022) Coelho, Ana; Derivi, Carolina; Julião, Karine; Gomes Pinto, Daniela
    A Agenda de Desenvolvimento Territorial para a Região da BR-319 (ADT) é uma publicação que resulta da junção entre o conhecimento prático de mais de 600 pessoas consultadas – representando cerca de 150 organizações públicas e privadas e 64 comunidades locais de regiões ao longo e influenciadas pela rodovia – e o conhecimento advindo de pesquisa aplicada em políticas públicas e dinâmicas territoriais. Em resposta aos riscos socioambientais da possível pavimentação do trecho do meio da rodovia, no estado do Amazonas, busca-se um diálogo mais amplo sobre as aspirações locais para o desenvolvimento e o bem viver. Propõe-se medidas de fortalecimento não apenas restritas aos potenciais impactos da obra, mas com olhar multisetorial, territorial e de longo prazo. Assim, a ADT parte das demandas manifestadas pelas comunidades locais e articula percepções coletadas de gestores públicos, da sociedade civil e da academia, para apresentar um amplo diagnóstico e tecer recomendações na forma de 13 estratégias interligadas.
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    Monitoramento territorial independente na Amazônia: reflexões sobre estratégias e resultados
    (Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces), 2021) Pinto, Daniela Gomes; Chaves, Kena Azevedo; Pena, Antonia do Socorro; Leão, Andréa Simone Rente; Herrera, José Antônio; Monzoni, Mario
    Essa publicação trata do monitoramento territorial independente em diferentes territórios amazônicos, a partir de estudos de caso e ensaios sobre o tema. Na primeira parte do livro, as discussões estão concentradas em monitoramento de impactos e pressões sobre os territórios, como grandes projetos de infraestrutura e desenvolvimento, mas também o caso da Covid-19. Na segunda parte do livro, são apresentados e discutidos casos de monitoramento sobre conservação, manejo e uso da biodiversidade e de recursos naturais.
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    Análise dos custos e benefícios das políticas públicas: o caso dos instrumentos econômicos para gestão ambiental
    (Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces), 2018) Breviglieri, Gustavo Velloso; Santos, Inaiê Takaes; Lefèvre, Guilherme Borba; Osório, Guarany; Lambiasi, Layla; Monzoni, Mario
    Eventos de escassez hídrica vêm se tornando cada vez mais frequentes em algumas bacias hidrográficas brasileiras e, em muitos contextos, a água deve ser reconhecida como um recurso escasso. Se a gestão de recursos hídricos já se revela difícil tarefa no presente, as mudanças climáticas podem modificar os padrões de chuvas em diversas regiões e, assim, requerer a adoção de medidas de adaptação, cujas proposição e implementação podem recair sobre os órgãos públicos, seja pela provisão de infraestrutura, seja pela introdução ou adequação de regulações. Entre as medidas de caráter regulatório, é possível incluir os mercados de direitos de uso de água, bem como outros instrumentos econômicos que buscam conferir maior eficiência ao uso dos recursos hídricos. Ainda que suportados pela teoria econômica, tais mercados ainda não fazem parte do rol de instrumentos à disposição dos gestores públicos e usuários de água. A alteração (melhoria) do arcabouço regulatório, por sua vez, representa campo extremamente relevante no contexto brasileiro, para além da atuação das agências reguladoras, e que deve ser levada em consideração em discussões acerca de mudança do clima e gestão de recursos hídricos. Apesar de representar um primeiro esforço nessa direção, o relatório parte do levantamento de experiências internacionais, notadamente na bacia hidrográfica de Murray-Darling (Austrália), e de estudo de caso aplicado à bacia hidrográfica dos rios Piancó-Piranhas-Açu (Paraíba e Rio Grande do Norte) para oferecer respostas às seguintes perguntas: Como a Análise de Impacto Regulatório pode auxiliar a implementação de instrumentos econômicos para apoiar medidas de adaptação às mudanças climáticas na gestão de recursos hídricos? Que desafios são ou deverão ser enfrentados para a elaboração de uma Análise de Impacto Regulatório na gestão de recursos hídricos no Brasil? É nossa expectativa que, após percorrer cada capítulo do relatório, o leitor possa ter suficiente compreensão acerca de três distintos campos de pesquisa e de como eles interagem: adaptação às mudanças climáticas; uso de instrumentos econômicos na gestão de recursos hídricos; e análise de impacto regulatório como ferramenta de aprimoramento da ação pública. Oferecemos, então, mais do que conclusões assertivas, reflexões e suspeitas merecedoras de maior atenção em estudos futuros.
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    Planejando o futuro hoje: ODS 13, adaptação e mudanças climáticas em São Paulo
    (Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces), 2019)
    Organizado pelo Prof. Pedro Jacobi (IEE/USP) e por Eduardo Trani (CDHU), a publicação foi realizada por meio de uma parceria da equipe Brasil do Projeto LatinoAdapta (IEE/USP e FGVces), vinculado ao Centro Regional de Mudanças Climáticas e Tomada de Decisões, com a Secretaria de Infraestrutura e Meio Ambiente. O objetivo do livro é fortalecer o debate sobre as prementes construção de resiliência e gestão de riscos relacionados ao clima e às catástrofes naturais em frequência e intensidade ascendentes em todos os países do planeta. Para tanto, conta com a contribuição de diversas visões sobre a integração de medidas de adaptação nas políticas, estratégias e nos planejamentos regionais e nacionais, bem como medidas relacionadas a melhorias na educação, aumento da conscientização e capacitação de recursos humanos e institucionais com foco em mulheres, jovens, comunidades locais e população situação de vulnerabilidade. Com foco no Estado de São Paulo, participam do livro docentes de universidades paulistas, pesquisadores, técnicos de órgãos do Estado e integrantes de ONGs com ampla experiência na temática.
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    Serviços ecossistêmicos relacionados aos negócios: casos das empresas membro da iniciativa Tendências em Serviços Ecossistêmicos: ciclo 2017
    (Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces), 2018) Monzoni, Mario; Hummel, Natalia Lutti; Camolesi, Thais; Lisbona, Phillippe; Alves, Luciana Mara
    iniciativa empresarial Tendências em Serviços Ecossistêmicos (TeSE) foi lançada em 2013 pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (GVces/EAESP-FGV), com a missão de apoiar o setor empresarial brasileiro na incorporação do capital natural na tomada de decisão de negócios. Desde então, a TeSE desenvolve, por meio de um processo de construção conjunta com suas empresas membro, ferramentas destinadas à quantificação, à valoração econômica e não econômica, e ao relato de dependências, impactos e externalidades no que se refere a serviços ecossistêmicos. De 2014 a 2016, foram publicados 28 casos empresariais de aplicação das Diretrizes Empresariais para a Valoração Econômica de Serviços Ecossistêmicos (DEVESE 2.0) e sua respectiva ferramenta de cálculo; e dois pilotos de gestão empresarial de serviços ecossistêmicos. Em 2017, nove novos casos empresariais de valoração econômica de serviços ecossistêmicos foram desenvolvidos e são descritos nesta publicação. Este ciclo também contou com o desenvolvimento do primeiro projeto-piloto de valoração não econômica de serviços ecossistêmicos culturais, tendo como base as Diretrizes Empresariais para valoração não econômica de Serviços Ecossistêmicos Culturais (DESEC 1.0). Estes casos contribuem para a criação de um conjunto de referências de aplicação da valoração de serviços ecossistêmicos no âmbito empresarial e para o diagnóstico de oportunidades de melhoria das DEVESE e sua ferramenta de cálculo, ambos são compromissos da TeSE. Motivado pelos desafios e aprendizados dos casos desenvolvidos pelas empresas participantes da iniciativa, em 2017, foram produzidas duas Notas Técnicas, abordando a aplicação das DEVESE e sua ferramenta de cálculo para o serviço ecossistêmico de regulação do clima global e a aplicação das DEVESE e DESEC para hidrelétricas. O relato dos resultados dos casos empresariais é feito, desde 2015, por meio do “formulário para relato de dependências, impactos e externalidades ambientais”, inspirado nas Diretrizes Empresariais para Relato de Externalidades Ambientais (DEREA) e aprimorado para estar em consonância com o Natural Capital Protocol – framework, desenhado para auxiliar o setor empresarial a mensurar e avaliar suas dependências e impactos sobre o capital natural. Este formulário serve como orientador para que as organizações elaborem um relato claro e objetivo de suas estimativas de valor econômico de dependências, impactos e externalidades ambientais. O conteúdo do formulário é autodeclarado pelas empresas, sendo que cada caso traz a indicação do responsável pelas informações relatadas. Esta publicação não traz detalhamento de dados e cálculos utilizados, dada a complexidade e o caráter estratégico de algumas das informações utilizadas pelas empresas, mas cumpre com seu objetivo de disseminação do tema, exemplificando alguns dos riscos e oportunidades derivados de serviços ecossistêmicos relacionados aos negócios. Detalhes sobre os tipos de dados e procedimentos metodológicos necessários a essas análises podem ser obtidos diretamente das DEVESE e na sua ferramenta de cálculo.
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    Um olhar territorial sobre investimento social corporativo: princípios e diretrizes
    (Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces), 2018) Pagotto, Lívia Menezes; Derivi, Carolina
    Esta publicação do Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV EAESP (FGVces) sintetiza as reflexões e os resultados do ciclo 2017 de trabalho da Iniciativa Desenvolvimento Local e Grandes Empreendimentos (ID Local). Em 2017, as atividades de ID Local se voltaram para o tema do Investimento Social Privado Territorial (ISP-T), com a realização de oficinas e debates com o objetivo de produzir princípios inspirados nos conceitos e práticas de desenvolvimento territorial, nas seguintes dimensões: chegada e saída do ISP-T, desenvolvimento de capacidades locais, transparência, monitoramento e avaliação de impacto. A motivação de ID Local ao trabalhar esse tema é que a abordagem territorial sobre o investimento social corporativo já é uma realidade, mas pode se beneficiar de uma melhor apropriação dos fundamentos e práticas do desenvolvimento territorial, resultando em mais efetividade para a transformação social que se deseja alcançar.
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    Explorando conexões entre finanças corporativas e serviços ecossistêmicos: estudos pilotos
    (Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces), 2018) Monzoni, Mario; Vendramini, Annelise; Rocha, Fernanda; Peirão, Paula; Penido, Guido
    Este estudo foi elaborado pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces), com apoio do Projeto TEEB “Regional e Local”. Esse projeto é uma iniciativa do MMA, em parceria com a CNI e a GIZ, que busca promover a integração dos serviços ecossistêmicos em políticas públicas e na atuação empresarial, tendo, dentre outras ações, o desenvolvimento de abordagens, a construção de métodos e ferramentas de ação. O projeto TEEB R-L contribui para a iniciativa internacional da Economia dos Ecossistemas e da Biodiversidade (TEEB, em sua sigla em inglês), ao destacar os benefícios que a biodiversidade e os serviços ecossistêmicos promovem para a sociedade, bem como os crescentes custos advindos da perda ou degradação destes. Nesse sentido, o projeto visa contribuir para a consolidação do tema de serviços ecossistêmicos nas agendas do setor público e do setor empresarial; promover instrumentos econômicos para a conservação e de mecanismos de financiamento; e disseminar mensagens-chave sobre o valor dos serviços ecossistêmicos para a economia e o bem-estar humano, para diferentes setores da sociedade. Assim, o FGVces, juntamente com o MMA, a CNI e a GIZ, no âmbito do TEEB R-L, desenvolveram esse estudo, cujo objetivo é apresentar elementos para que tomadores de decisão do setor produtivo e financeiro possam considerar formal e explicitamente os riscos associados aos recursos naturais e serviços ecossistêmicos em processos de identificação, análise e avaliação de riscos.
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    Análise custo-benefício de medidas de adaptação à mudança do clima: trajetórias da aplicação na bacia hidrográfica dos rios Piancó-Piranhas-Açu
    (Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces), 2018) Gross, Alexandre; Lambiasi, Layla; Tha, Daniel; Breviglieri, Gustavo Velloso; Santos, Inaiê Takaes; Osório, Guarany; Lefèvre, Guilherme Borba; Guimarães, Guido Couto Penido
    A maior frequência de eventos climáticos extremos no Brasil, como as secas no Nordeste e Sudeste e as inundações na região amazônica, bem como suas consequências sociais, econômicas e ambientais demonstram a relevância e necessidade em se aprofundar análises e ferramentas que visem maior resiliência e capacidade de resposta à crescente variabilidade climática. Para algumas bacias hidrográficas, a necessidade de adaptação é latente. Este é o caso da Bacia dos Rios Piancó-Piranhas-Açu, localizada entre o sertão da Paraíba e do Rio Grande do Norte e imersa em uma seca severa há mais de cinco anos, a região vive dificuldades sociais e econômicas graves decorrentes da ausência de chuva e consequente escassez de água potável. Em função dos níveis críticos de armazenamento nos principais reservatórios, a população segue vulnerável e, em muitos casos, dependente de caminhões-pipa. Ilustrando bem o desafio do semiárido, tem-se nessa área, apontada como uma das mais suscetíveis no Brasil aos efeitos das alterações climáticas globais, um reflexo dos novos desafios impostos pela mudança do clima. Pensar em medidas de adaptação é fundamental no atual contexto, principalmente para as regiões mais expostas ao risco. Neste sentido, o FGVces, com o apoio da a Agência Nacional de Águas (ANA), desenvolveu uma Análise Custo-Benefício (ACB) de potenciais medidas de adaptação na Bacia Hidrográfica dos Rios Piancó-Piranhas-Açu. Por meio de uma análise das condições climáticas atuais e futuras, e seus impactos hidrológicos e econômicos, este livro avalia a perda econômica decorrente da não consideração da mudança do clima no planejamento hídrico regional, avaliando, posteriormente, a viabilidade econômica de medidas adaptativas em potencial.
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    Serviços ecossistêmicos relacionados aos negócios: casos das empresas membro da iniciativa Tendências em Serviços Ecossistêmicos: ciclo 2016
    (Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces), 2017) Monzoni, Mario; Hummel, Natalia Lutti; Camolesi, Thais; Lisbona, Phillippe; Alves, Luciana Mara
    A iniciativa empresarial Tendências em Serviços Ecossistêmicos (TeSE) foi lançada em 2013 pelo Centro de Estudos em Sustentabilidade da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (GVces/EAESP-FGV) com a missão de apoiar o setor empresarial brasileiro na incorporação do capital natural na tomada de decisão de negócios. Desde então, a TeSE vem desenvolvendo, por meio de um processo de construção conjunta com suas empresas-membros, ferramentas destinadas à quantificação, valoração econômica e não econômica, e relato de dependências, impactos e externalidades no que se refere a serviços ecossistêmicos. Desde 2014, foram publicados vinte casos empresariais de aplicação das Diretrizes Empresariais para a Valoração Econômica de Serviços Ecossistêmicos (DEVESE 2.0) e sua respectiva ferramenta de cálculo. Em 2016, dez novos casos empresariais foram desenvolvidos, sendo oito casos de valoração de serviços ecossistêmicos e dois casos pilotos de gestão empresarial de serviços ecossistêmicos. Os casos empresariais aqui publicados contribuem para criar um conjunto de referências da aplicação da valoração de serviços ecossistêmicos no âmbito empresarial e para o diagnóstico de oportunidades de melhoria das DEVESE e sua ferramenta de cálculo, ambos compromissos da TeSE. O relato dos resultados dos casos empresariais é feito, desde 2015, por meio do “formulário para relato de dependências, impactos e externalidades ambientais”, inspirado nas Diretrizes Empresariais para Relato de Externalidades Ambientais (DEREA). Este formulário serve como orientador para que as organizações elaborem um relato claro e objetivo de suas estimativas de valor econômico de dependências, impactos e externalidades ambientais positivas e negativas. O conteúdo do formulário é autodeclarado pelas empresas, sendo que cada caso traz a indicação do responsável pelas informações relatadas. No ano de 2016, o formulário foi aprimorado para estar em consonância com o Natural Capital Protocol, um framework desenhado para auxiliar o setor empresarial a mensurar e avaliar suas dependências e impactos sobre o capital natural. Além disso, neste ciclo a TeSE trabalhou com as empresas membro da iniciativa o tema de gestão empresarial de serviços ecossistêmicos e, nesse contexto, orientou-se a análise dos resultados obtidos pelos projetos de valoração e sobre como utilizá-los para apoiar a tomada de decisão empresarial. Tais reflexões são descritas nos quadros de “análise dos resultados” e de “gestão dos serviços ecossistêmicos”. Esta publicação não traz detalhamento de dados e cálculos utilizados, dada a complexidade e o caráter estratégico de algumas das informações utilizadas pelas empresas, mas cumpre com seu objetivo de disseminação do tema, exemplificando alguns dos riscos e oportunidades derivados de serviços ecossistêmicos relacionados aos negócios.
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    Instrumentos econômicos aplicados à gestão de recursos hídricos: caminhos para sua adoção em situações de conflito pelo uso da água no Brasil
    (Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces), 2018-01) Breviglieri, Gustavo Velloso; Santos, Inaiê Takaes; Lefèvre, Guilherme Borba; Osório, Guarany; Guimarães, Guido Couto Penido; Lambiasi, Layla; Tha, Daniel
    O enfrentamento das crises hídricas recentes no Brasil tem possibilitado uma visão crítica da atuação do Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos em relação à sua capacidade de atuar nessas situações extremas, especialmente em um cenário no qual ainda persiste a necessidade de investimentos em infraestrutura hídrica e sabendo-se que as mudanças climáticas apontam para uma tendência de intensificação das secas em algumas regiões do País. As políticas adotadas para atenuar os impactos das secas tem variado ao longo do tempo, desde ações puramente assistencialistas até intervenções de caráter permanente e estruturante, como no caso da construção de reservatórios. Entretanto, importante também avançar em medidas de gestão de caráter proativo, necessárias ao enfrentamento da escassez hídrica e à manutenção da vida e das atividades produtivas nessas regiões. Nesse contexto, as propostas de adoção de instrumentos econômicos na alocação de água e as discussões sobre prioridades de uso nas bacias hidrográficas, emissão de outorgas coletivas e alterações temporárias nos atos já emitidos, por meio de negociações com os usuários ou entre os mesmos, trazem elementos novos aos debates sobre a busca de maior segurança hídrica para o uso sustentável dos recursos hídricos. Na presente publicação, a ANA e o Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas apresentam algumas dessas reflexões, especificamente uma análise exploratória da adoção de instrumentos econômicos de gestão de recursos hídricos em situações de conflito pelo uso da água. Trata-se de mais uma contribuição para o necessário aprimoramento da alocação de água nas bacias hidrográficas brasileiras que se soma aos esforços, já em andamento, de construção de marcos regulatórios. Espera-se que as informações e análises contidas nesta publicação sejam úteis para todos aqueles que se interessam pelo desafio da gestão dos recursos hídricos e sirvam como subsídios para políticas proativas necessárias à sustentabilidade do uso da água no Brasil.
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    Do Brasil para o mundo: inovação e sustentabilidade nas cadeias globais de valor (ciclo 2)
    (Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces), 2017) Adeodato, Sérgio; Coelho, Ana Moraes; Branco, Paulo Durval
    Elaborado por meio da parceria entre a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e o Centro de Estudos em Sustentabilidade da FGV EAESP (FGVces), este livro é fruto da união de conhecimentos e consolidação de experiências em comércio exterior e desenvolvimento de negócios por meio das práticas socioambientais, advindas de ambas as instituições. A obra tem como fio condutor o trabalho realizado no âmbito do 2º ciclo do projeto Inovação e Sustentabilidade nas Cadeias Globais de Valor (ICV Global), que busca contribuir para a maturidade exportadora de empresas brasileiras de pequeno porte e para o posicionamento de cadeias de valor no mercado internacional a partir do fortalecimento dos atributos de sustentabilidade de seus produtos, serviços e comportamento empresarial.
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    Caso empresarial de valoração não econômica de serviços ecossistêmicos culturais: a relação da Assessa e da Comunidade da Praia da Baleia com as algas marinhas
    (2017-01) Monzoni, Mario; Hummel, Natalia Lutti; Halla, Marcio; Minari, Marina; Tavares, Raissa; Alves, Luciana Mara; Guimarães, Thais Camolesi
    No início de 2017, as Diretrizes Empresariais para a Valoração não Econômica de Serviços Ecossistêmicos Culturais (DESEC) foram aplicadas em um projeto piloto de cerca de quatro meses de interação entre a equipe da TeSE, a empresa de ingredientes bioativos Assessa, a Comunidade fornecedora de matéria prima da Praia da Baleia em Itapipoca-CE e a equipe facilitadora da Ecotoré Serviços Socioambientais, apoiados pelo projeto TEEB R-L. Os objetivos deste projeto piloto foram testar a aplicabilidade do método, subsidiar o aprimoramento das diretrizes e, principalmente, gerar referências empresariais pioneiras no uso de SEC, contribuindo para posteriores aplicações e o avanço desta agenda no âmbito empresarial.Este caso empresarial, portanto, é ancorado pelas DESEC, buscando ilustrá-las ao descrever as experiências de uso em cada passo, trazendo os desafios e lições aprendidas no processo, assim como os resultados parciais e reflexões geradas. Este caso pretende ser uma fonte de inspiração, tendo em vista que os diferentes contextos requerem análises, aplicações, cuidados e reflexões específicas.
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    Antropo: capacidades humanas para a sustentabilidade e resiliência
    (2020-12) Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces)
    Esse material é produto do percurso de encontros, trocas de experiências, pesquisa, produção de conhecimento, aprendizado, reflexão e prática de um grupo de empresas que fez parte das Iniciativas Empresariais (iE) no ano de 2020, rede empresarial coordenada pelo FGVces, o Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP). O conteúdo aqui apresentado pretende contribuir para o desenvolvimento de capacidades humanas essenciais à gestão empresarial para sustentabilidade e organizações mais resilientes, capazes de se transformar e de promover transformações nos sistemas em que estão inseridas, e não representa, necessariamente, a opinião ou posicionamento institucional das empresas aqui representadas, tampouco da FGV-EAESP.
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    Escolas sustentáveis: percurso de formação e identificação de direcionadores estratégicos para sustentabilidade as escolas
    (FGVces, 2020) Aguiar, Ana Carolina Pires de; Carreira, Fernanda Cassab; Appugliese, Gabriela Alem
    Como resultado de uma parceria inédita, o FGVces e a Escola Viva somaram esforços ao longo do 2º semestre de 2019 para promover um processo participativo de capacitação e reflexão conjunta sobre Sustentabilidade no contexto da Educação Básica. O projeto teve como objetivos: capacitar um grupo composto por públicos prioritários em conceitos globais sobre Sustentabilidade, e facilitar um processo de inclusão de direcionadores de sustentabilidade no planejamento estratégico da Escola. Para tanto, conduzimos 7 oficinas junto a um grupo composto por 24 pessoas (entre familiares, estudantes, professoras, equipes administrativa e pedagógica, direção e acionista), assim como momentos de escuta ampliada (encontro com outros públicos e consulta pública). Nossa prioridade foi contribuir com a perspectiva da Sustentabilidade na Gestão, ficando como responsabilidade posterior da Escola desdobrar os direcionadores estratégicos escolhidos para seu projeto pedagógico e curricular. Como premissas centrais do processo tivemos: o compartilhamento de conhecimento especializado e de fronteira em tema centrais da Sustentabilidade; o diálogo e a participação; e a metodologia de Formação Integrada do FGVces (que combina atividades de diferentes linguagens para o acesso, troca e construção de todo esse conhecimento)! Este relatório contém a descrição desse processo, podendo inspirar outras escolas que buscam incorporar Sustentabilidade em suas práticas de gestão e pedagógicas de uma maneira participativa.
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    Juruti sustentável: uma proposta de modelo para o desenvolvimento local
    (Centro de Estudos em Sustentabilidade (FGVces), 2008) Monzoni, Mario; Biderman, Rachel; Ferraz, Cecilia; Pinto, Daniela Gomes
    A instalação de grandes projetos na Amazônia vem sendo acompanhada de forma cada vez mais intensa pela sociedade civil, atenta às transformações causadas por esses empreendimentos no meio ambiente e nas comunidades e suas relações sociais. Algumas empresas, comprometidas com uma mudança de paradigma rumo à sustentabilidade, têm se antecipado e buscado práticas empresariais que não só cumpram a legislação vigente, mas que também incorporem a sustentabilidade de forma efetiva e duradoura, tanto nas suas operações internas como nas suas relações com as populações locais e com o meio ambiente onde se instalam. Apesar desse contexto positivo, ainda são poucas as experiências em relação a alternativas inovadoras de intervenção que promovam o desenvolvimento local sustentável, especialmente em regiões de complicada configuração socioambiental. Juruti Sustentável: Uma proposta de modelo para o desenvolvimento local propõe uma estratégia para o estabelecimento de uma agenda de longo prazo rumo à sustentabilidade, com base em um fato real: a inserção de um empreendimento de mineração de grande porte na Amazônia Brasileira, no município de Juruti, às margens do Rio Amazonas, no Pará. Espera-se que a publicação sirva tanto para fomentar a discussão sobre formatos possíveis de intervenção que caminhem efetivamente para o desenvolvimento sustentável como também para orientar empresas, poder público e sociedade civil quanto a alternativas mais condizentes com as expectativas e anseios das populações locais. O engajamento e exemplo do setor privado na implementação de iniciativas como estas são fundamentais, no momento em que a responsabilidade das empresas é cada vez mais objeto de demanda da sociedade.
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    Entre o público e o privado: caminhos do alinhamento entre o investimento social privado e o negócio
    (Centro de Estudos em Sustentabilidade (GVces), 2016) Pagotto, Lívia Menezes; Belinky, Aron; Macedo, Fernanda; Yamahaki, Camila
    Esta publicação é resultado de análises e reflexões sobre o fenômeno do alinhamento entre investimento social privado (ISP) empresarial e o negócio. Como insumo, foram realizados uma extensa pesquisa bibliográfica e um processo de escuta com mais de 40 pessoas atuantes em organizações da sociedade civil, na academia e em empresas e institutos e fundações empresariais. Esperamos que as reflexões aqui colocadas contribuam para o conhecimento sobre o campo do ISP no Brasil, mas que não se restrinjam a ele, na medida em que propomos a sua articulação com o campo da responsabilidade social empresarial e as transformações do papel das empresas no cenário contemporâneo global. O conteúdo se insere no debate sobre as esferas pública e privada, as variadas formas de alinhamento e as estratégias de legitimação das mesmas perante a sociedade. O desafio é, portanto, complexo e requer complementações futuras. Mais do que respostas ou argumentos conclusivos, levantamos perguntas, hipóteses e provocações.
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    ISE – Sustentabilidade no mercado de capitais
    (Report, 2010) Marcondes, Adalberto Wodianer; Bacarji, Celso Dobes
    Este livro, elaborado a partir da reconstituição dos fatos, do levantamento de documentos e da realização de entrevistas, registra os principais desafios e o empenho do Índice de Sustentabilidade Empresarial em contribuir para o desenvolvimento de uma nova cultura entre as empresas brasileiras, fundamentada em práticas que privilegiem a sustentabilidade
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    Wood: from the forest to the consumer
    (RAE, 2011) Adeodato, Sérgio; Villela, Malu; Betiol, Luciana Stocco; Monzoni, Mario
    Illegal logging causes a number of environmental and social damages in countries where wood is sourced from native forests. Logging in protected areas is an act of irresponsibility that exacerbates the loss of biodiversity. In addition, uncontrolled deforestation and bushfires may aggravate climate change, not to mention the negative effects they impose on local populations, such as the impoverishment of rural communities whose livelihoods depend on forest products. Several studies show that Brazil ranks high in terms of irresponsible use of natural resources, including native wood from the Amazon. Even more worrisome is the fact that the state, despite being responsible for regulating logging activities, is one of the largest consumers of native wood, which subverts the goals of any government committed to sustainable environmental management. By monitoring the development and impacts of illegal timber production and consumption around the world, the Friends of the Amazon Network – an initiative by the Getulio Vargas Foundation with support from the British Government and the European Commission – identified a need to describe and evaluate, in a brief and instructive manner, the different mechanisms the state has available to reverse this predatory practice. One of the aspects discussed in this book is the role of civil servants in major efforts aimed at repressing illegal logging and timber production, as well as identifying products derived from these activities in order to prevent their consumption. This is the purpose of this publication, which uses detailed infographics and a journalistic approach, including interviews and true stories, to outline the complexity of Amazon timber’s chain of custody – from logging, processing and transportation to commercialization in the Brazilian market.