FGV DAPP - Artigos de Jornais e Revistas

Navegar

Submissões Recentes

Agora exibindo 1 - 20 de 275
  • Item
    Como a indústria de notícias falsas dominou a eleição da França
    (O Globo, 2017-04-20) Traumann, Thomas
  • Item
    A democracia hackeada: FGV mede impacto dos robôs no twitter
    (O Globo, 2017-10-04) Candido, Victor
  • Item
    A atuação das forças armadas no Rio em quatro perguntas
    (HuffPost Online, 2017-08-21) Couto, Maria Isabel MacDowell; Matos, Thais
    Uma operação de tropas federais e estaduais nesta segunda-feira (21) em seis comunidades prendeu 20 pessoas e deixou mais de 20 mil alunos sem aulas.
  • Item
    Linchamentos e o 'caráter nacional brasileiro'
    (2015-07-20) Luz, Margareth da
    No início da semana passada, a primeira de julho de 2015, mais um linchamento chocou o país. Após tentativa de assalto em um bar em São Luís (MA), um homem acabou amarrado a um poste e foi espancado até a morte. Três dias após esse bárbaro evento, outros três casos ocorreram no Rio de Janeiro e no Maranhão, segundo matéria da revista Exame. Mas não apenas isso: de acordo com pesquisa do sociólogo José de Souza Martins, citada no referido artigo, há ao menos um caso de justiçamento no país por dia: '[o Brasil] é o único país em que essas ocorrências não são surtos, mas uma ação contínua de turbas que se organizam com facilidade cada vez maior', afirmou.
  • Item
    Hoje é dia do banheiro: e isso é muito mais importante do que parece
    (2016-11-21) Alvim, Mariana
    No Brasil, uma pesquisa da FGV/DAPP mostrou, neste ano, que pelo menos 70 escolas não têm nenhum banheiro em suas instalações. E é justamente o acesso ao saneamento na escola que tem sido uma das linhas de frente do trabalho da Unicef no Semiárido brasileiro, onde 545 municípios se comprometeram a mapear a situação de banheiros, cozinhas e abastecimento de água da rede escolar. Até agora, mais de 2,7 mil escolas em 241 municípios melhoraram suas condições neste sentido. O selo Unicef também está trabalhando com municípios da Amazônia.
  • Item
    A emergência de uma nova política
    (2016-11) Ruediger, Marco Aurélio
  • Item
    Estado quer programa nacional de socorro à segurança pública
    (2016-11-05) Werneck, Antônio
    Corrente do governo defende pedido de ajuda ao Palácio do Planalto. RIO - Dívidas com fornecedores, falta de combustível, atrasos nos salários, cortes no orçamento e índices de violência em alta: a segurança pública do Rio está com o alerta vermelho ligado. A situação preocupa tanto que setores do governo estadual planejam levar ao Palácio do Planalto uma proposta nacional de socorro para a área de segurança, inspirada numa medida implantada em 1995 pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. Naquele ano, ele apresentou ao país o Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Fortalecimento do Sistema Financeiro Nacional (Proer), um plano econômico que teve como objetivo a recuperação de bancos que estavam com graves problemas de caixa, que poderiam provocar uma crise econômica sistêmica. A ideia do estado é convencer o governo federal a implantar um programa de emergência para ajudar estados na área de segurança pública. Na semana passada, os presidentes da República, Michel Temer, do Congresso Nacional, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, se reuniram no Palácio do Itamaraty para tratar de um plano nacional para o setor.
  • Item
    Descrença: eleitor de ninguém pode bater recorde
    (2016-10-31) Couto, Marlen
    Para o diretor de Análise de Políticas Públicas da FGV Marco Aurélio Ruediger, as campanhas acirradas e sem debate de propostas reforçaram visões de mundo dos eleitores já conquistados, ancorados pela religião, de um lado, e pela crítica de esquerda capitaneada pelo PSOL, do outro. Não conseguiram mover quem vai votar nulo. A artilharia pesada paralisou o processo avalia. partir do ano que vem afirma Ruediger.
  • Item
    Moradores do Rio têm acesso desigual a metrô e BRT
    (2016-10-31) Duarte, Alessandra
    Morador da Zona Oeste compromete até 64% da renda com transporte, contra menos de 3% do de Ipanema. RIO — A desigualdade na cidade do Rio passa pelos trilhos do metrô. Enquanto os moradores no entorno da estação Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, Zona Sul, comprometem menos de 3% da sua renda mensal média de R$ 8.561 com a passagem do metrô, quem mora nos arredores da estação Acari/Fazenda Botafogo, na Zona Norte, tem 25,6% da sua renda média de R$ 703 comprometidos com esse transporte. No BRT, a disparidade aumenta: moradores da área da estação Golfe Olímpico da Transoeste, na região da Praia da Reserva, comprometem 1,11% da sua renda média de R$ 15.078 com o BRT. Já para o morador do entorno da estação da Transoeste na Vila Paciência, comunidade em Santa Cruz, esse percentual vai para 35,2% da sua renda média de R$ 473. Os moradores da Vila Paciência também são os que mais comprometem sua renda mensal (64,9%) quando se analisa o bilhete de integração entre metrô e BRT — pensado justamente para representar economia para a população. Os dados são parte de estudo inédito feito pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getulio Vargas (FGV-Dapp) numa parceria com O GLOBO para as eleições deste ano. O levantamento viu a renda de pessoas que moram num raio de até 800 metros de cada estação, distância baseada no tempo que, segundo especialistas da área de transportes, as pessoas estão dispostas a andar para chegar aos chamados transportes de alta capacidade. Para medir a renda, examinou quanto uma pessoa gasta com transporte quando não tem um empregador para arcar com aquele custo. Com supervisão geral de Marco Aurelio Ruediger, diretor da Dapp, a pesquisa foi coordenada por Janaina Fernandes e teve a participação dos pesquisadores Miguel Orrillo, Bárbara Barbosa e Margareth da Luz. — Apesar de ver a renda que vai para o transporte, não é um estudo que pretende abordar a tarifa, mas, sim, o acesso ao Rio e a locais do município onde há, por exemplo, mais ofertas de empregos e de bens culturais. Há um acesso desigual à cidade. Nesse sentido, a integração (entre BRT e metrô) também acaba sendo desigual — afirma Janaina Fernandes
  • Item
    Eleitor de ninguém' pode bater recorde
    (2016-10-31) Couto, Marlen
    As duas campanhas tentaram, mas os Marcelos que disputam hoje a prefeitura do Rio não conseguiram mobilizar parte expressiva do eleitorado. As pesquisas divulgadas ao longo do segundo turno indicam que o percentual dos que pretendem votar em branco ou nulo se manteve estável e promete bater recorde neste domingo. Somado a isso, há uma tendência de que aumentem as abstenções, incentivadas, entre outros fatores, pelo feriado do Dia do Servidor Público. Para o diretor de Análise de Políticas Públicas da FGV Marco Aurélio Ruediger, as campanhas acirradas e sem debate de propostas reforçaram visões de mundo dos eleitores já conquistados, ancorados pela religião, de um lado, e pela crítica de esquerda capitaneada pelo PSOL, do outro. — Não conseguiram mover quem vai votar nulo. A artilharia pesada paralisou o processo — avalia. O pesquisador da FGV defende que, nesta eleição, o que está em jogo é o quão confiáveis podem ser os postulantes ao cargo. A alta da rejeição a todas as candidaturas, então, soa como um sinal de alerta à classe política. Na sua avaliação, também enseja uma grande responsabilidade: — O que vai definir uma crise ainda mais aguda será a resposta que será dada na próxima gestão. Se a resposta for ruim, vai agravar ainda mais essa decepção com a política. Vai depender de como vão se desenvolver as políticas públicas a partir do ano que vem — afirma Ruediger. O professor da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Rafael da Silva, especialista em participação eleitoral, ressalta que esse eleitor é aquele que está totalmente insatisfeito e utiliza o voto como forma de protesto: — Os últimos anos foram turbulentos e nossa classe política deixou a desejar como um todo. Os partidos têm se deslocado da sociedade e cada vez mais o voto tende a ser canal de voz das insatisfações — conclui o professor da Universidade de Maringá.
  • Item
    Crivella assume Rio com menos recursos e mais dívidas a pagar
    (2016-10-31) Konchinski, Vinicius
    Crivella (PRB) foi eleito neste domingo e deve assumir a prefeitura no dia 1º de janeiro Eleito neste domingo (30), Marcelo Crivella (PRB) assumirá a Prefeitura do Rio de Janeiro, no dia 1º de janeiro de 2017, com menos recursos para gastar e mais dívidas a pagar. Isso é o que indica a proposta para o Orçamento da capital fluminense enviada à Câmara dos Vereadores pelo atual prefeito Eduardo Paes (PMDB) ainda no começo deste mês. No primeiro ano da gestão de Crivella, a Prefeitura do Rio deve ter R$ 29,5 bilhões disponíveis para pagar salários, obras, prestações de empréstimos e outras contas.
  • Item
    Brazil's evangelicals push politics to the right
    (2016-10-25) Leahy, Joe
    Still, the fragmented nature of Brazilian politics means that most evangelicals would struggle to implement religious fundamentalist policies. With 35 officially registered parties, representing everything from communism to womens causes, governments are usually made up of broad coalitions that help keep radicalism in check. 'I think the propaganda against Crivella is actually quite biased,' said Marco Aurélio of FGV in Rio, an academic institution. 'Why shouldnt a candidate with an evangelical background govern in Brazil?' In Rio de Janeiro, better known for its city beaches crowded with scantily clad bathers than its deeply Catholic Portuguese past, polls suggest that Mr Crivella is leading with 46 per cent support, compared with 29 per cent for his rival, leftist candidate Marcelo Freixo.
  • Item
    Fla reabre estádio com foco em título e lucro
    (2016-10) Rodrigues, Eduardo; Rangel, Sérgio
    Equipe enfrenta o Corinthians na volta à arena, antes deficitária e que passou a ser 'sonho de consumo'.
  • Item
    FT destaca Crivella e diz que evangélicos no Brasil empurram política à direita
    (2016-10) Fundação Getulio Vargas. Diretoria de Análise de Políticas Públicas
    Às vésperas do segundo turno das eleições municipais, o jornal britânico Financial Times traz hoje uma grande reportagem com o título: 'Evangélicos do Brasil empurram a política para a direita'.
  • Item
    Prisão é comemorada com memes nas redes sociais
    (2016-10) Raner, Verônica; Gullino, Daniel
    Prisão de Eduardo Cunha é tema eufórico nas redes sociais.
  • Item
    UPPs, crise e adaptação: os desafios da nova cúpula da segurança no Rio
    (2016-10-18) Puff, Jefferson
    A menos de duas semanas do segundo turno das eleições municipais, que colocarão Marcelo Crivella (PRB) ou Marcelo Freixo (PSOL) no comando do Rio, especialistas também recomendam que a prefeitura assuma mais responsabilidades na segurança pública, sobretudo de forma preventiva, e que a Guarda Municipal divida tarefas com o Estado em regiões onde o policiamento ostensivo não é crucial. Para Maria Isabel Couto, pesquisadora da Diretoria de Análises de Políticas Públicas da FGV (Fundação Getúlio Vargas) é imprescindível, sobretudo em uma crise econômica, que o novo planejamento estratégico considere particularidades de cada região da cidade, o que permitiria realocar recursos de forma inteligente. 'Há lugares com índice maior de homicídios, forçando a presença do policiamento ostensivo da PM. Em outros, a principal questão é o furto ou o roubo, onde a Guarda Municipal poderia atuar. Analisar esses dados e incorporá-los ao planejamento possibilitaria implementar uma repressão mais qualificada, baseada mais em inteligência do que simplesmente na reação ao crime', diz Couto, que analisou dados de todos os bairros do Rio.
  • Item
    Debate sobre a PEC dos gastos, nas redes, deixou de lado os aspectos econômicos
    (2016-10) Rogero, Tiago
    Até ontem à noite, antes do começo da votação da PEC 241 na Câmara dos Deputados, chamava a atenção, nas redes sociais, a baixa presença de debates a respeito dos aspectos econômicos associados à proposta.
  • Item
    O descompasso da democracia desconectada
    (2016-10-14) Magrani, Eduardo; Soares, Marianna Borges
    O candidato à prefeitura do Rio de Janeiro, Marcelo Freixo, tem não só o hábito de debater suas propostas para a cidade em espaços públicos, mas vê suas conquistas políticas como oportunidade para estar com as pessoas, nas ruas e nas redes. Por exemplo, no primeiro debate da Band, Freixo organizou um ato na Cinelândia para fazer comentários ao debate, que foi transmitido ao vivo por sua página no Facebook. Após o resultado do primeiro turno, Freixo foi comemorar a vitória ao lado dos eleitores nos arcos da Lapa, também com transmissão ao vivo online. Segundo pesquisa do DAPP/FGV, Freixo é o candidato com militância online mais ativa. Marcelo Freixo foi o candidato mais citado nas redes sociais, 2,7 vezes mais do que o líder do primeiro turno. Durante o domingo de votação para primeiro turno, apenas Freixo conseguiu manter mais de 2,4 mil menções por hora nas redes. Estes dados podem nos ajudar a compreender alguns dos fatores que levaram à inserção de Freixo como segundo mais votado no Rio.
  • Item
    Bairros devem ter ações específicas de prevenção à violência, diz estudo
    (2016-10-13) Cariello, Gabriel
    Um estudo produzido pela Diretoria de Análise de Políticas Públicas da Fundação Getúlio Vargas (FGV/DAPP) mostra que cada bairro do Rio tem características próprias de incidência de crimes e percepção da violência. O levantamento 'Denúncia, Crime e Castigo: o ciclo da violência na cidade do Rio de Janeiro' indica as ações mais apropriadas segundo o perfil da área. — É preciso entender que não tem atalho. Os fenômenos sociais são complexos. O que precisa neste momento de crise orçamentária e crise na segurança pública é evitar que se volte ao estágio de 16 anos atrás, regredir o que já avançou. É preciso aproveitar o debate entre os candidatos para identificar as áreas mais críticas — afirma Roberta Novis, coordenadora da pesquisa.
  • Item
    Promessa de paz acabou vencida por desgaste
    (2016-09) Ruediger, Marco Aurélio
    A experiência, bem-sucedida no início, reforça a necessidade de mais integração com a prefeitura.