FGV IBRE - Relatórios

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    Multiplicadores no Brasil em tempos de fragilidade fiscal
    (FGV IBRE, 2017) Mereb, Julio; Zilberman, Eduardo
    Neste segundo relatório, aprofundamos as estimativas do multiplicador de gastos do governo no Brasil, desviando nossa atenção para a sua magnitude em períodos de fragilidade e robustez das contas públicas. Há uma crescente literatura em desenvolvimento argumentando que o tamanho do multiplicador varia tanto com as características específicas de cada país quanto com a posição do ciclo econômico ou das contas do governo. Nas novas estimativas, aplicamos a metodologia proposta por Auerbach e Gorodnichenko (2012) a dados mensais de PIB e receitas e despesas recorrentes do Governo Central.
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    Multiplicadores fiscais no Brasil
    (FGV IBRE, 2016) Zilberman, Eduardo; Mereb, Julio
    Neste relatório, mensuramos os multiplicadores fiscais do Brasil para os gastos agregados e impostos, transferências e investimento do governo. Mensuramos também o multiplicador associado ao crédito público. O multiplicador é definido como a variação, em reais (R$), de alguma variável de atividade à adição de R$ 1,00 dos gastos do governo.
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    Estudo técnico para subsidiar a formulação de um plano de fomento do regime fechado de previdência complementa no Brasil
    (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar, 2017-03)
    Este é o relatório do estudo técnico elaborado para a Abrapp com objetivo de subsidiar a formulação de um plano de fomento do regime fechado de previdência complementar no Brasil, compreendendo um maior detalhamento de pesquisa sobre vinculação desse regime à retomada da poupança e do desenvolvimento no País. É importante situar as razões para o desenvolvimento desta análise. A começar por relembrar que a vinculação umbilical entre a necessidade de expandir a poupança doméstica e de longo prazo e a previdência complementar no Brasil já foi demonstrada no estudo “Previdência Complementar e Poupança Doméstica: Desafios Gêmeos no Brasil”, de dezembro de 2015, elaborado e apresentado na Abrapp. Existem razões para prosseguir e detalhar mais esta análise, porque, paradoxalmente, a mesma crise abre oportunidades para reformas que equacionem os antigos e estruturais desafios do País.
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    Avaliação dos impactos fiscais e macroeconômicos de medidas tributárias propostas pela ABRAPP para fomento à previdência complementar
    (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Privada, 2017-03)
    O objetivo deste trabalho é desenvolver uma análise técnica que subsidie os representantes das entidades fechadas de previdência complementar (EFPC) na defesa de medidas no âmbito da legislação tributária federal para estimular a expansão do sistema. As justificativas para realização desse estudo reportam ao fato de que o fomento ao sistema de previdência complementar exige um tratamento tributário mais adequado e consistente com natureza de seus produtos e o prazo em que opera. As regras tributárias vigentes, sobretudo no âmbito do imposto de renda, podem ser consideradas um obstáculo à expansão do sistema. Ainda que não fosse esse o objetivo do legislativo e do administrador tributário, é fato que a regulação atual dispensa diferente tratamento aos planos de previdência fechados relativamente aos abertos. A preocupação maior, porém, envolve uma falta de reconhecimento de ambos regimes de previdência complementar como instrumento crucial para a promoção da poupança doméstica e de longo prazo e, por conseguinte, do desenvolvimento.