FGV EESP - 06º Fórum de Economia da Fundação Getulio Vargas

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    The global financial crisis and after: a new capitalism?
    (2009) Bresser-Pereira, Luiz Carlos
    The 2008 global financial crisis was the consequence of the process of financialization, or the creation of massive fictitious financial wealth, that began in the 1980s, and of the hegemony of a reactionary ideology, namely, neoliberalism, based on self-regulated and efficient markets. Although capitalism is intrinsically unstable, the lessons from the stock-market crash of 1929 and the Great Depression of the 1930s were transformed into theories and institutions or regulations that led to the '30 glorious years of capitalism' (1948–77) and that could have avoided a financial crisis as profound as the present one. It did not because a coalition of rentiers and 'financists' achieved hegemony and, while deregulating the existing financial operations, refused to regulate the financial innovations that made these markets even more risky. Neoclassical economics played the role of a meta-ideology as it legitimized, mathematically and 'scientifically', neoliberal ideology and deregulation. From this crisis a new capitalism will emerge, though its character is difficult to predict. It will not be financialized but the tendencies present in the 30 glorious years toward global and knowledge-based capitalism, where professionals will have more say than rentier capitalists, as well as the tendency to improve democracy by making it more social and participative, will be resumed.
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    Sim, o Banco Central do Brasil errou, e muito, na condução política monetária durante a crise financeira mundial
    (2009) Oreiro, José Luis; Araújo, Eliane Cristina de
    Ao longo deste artigo iremos argumentar que o Banco Central do Brasil cometeu uma série de erros na condução da política monetária no último trimestre de 2008. Esses erros se originaram da desconsideração da natureza essencialmente financeira da crise que se abateu sobre a economia brasileira e da desconsideração do 'canal do crédito' por parte dos modelos de previsão do Banco Central. Nesse contexto, a autoridade monetária foi levada a sub-estimar os impactos da crise econômica mundial sobre o nível de atividade produtiva e a super-estimar os riscos de aceleração da inflação devido ao repasse do câmbio para os preços. A manutenção da taxa básica de juros em 13.75 % a.a nas reuniões de outubro e dezembro do Copom tornou impossível a autoridade monetária compatibilizar o objetivo de garantir a estabilidade da taxa nominal de câmbio por intermédio das operações de venda de dólares no mercado à vista com o objetivo de restaurar a liquidez do sistema bancário como um todo. A solução encontrada para o dilema foi a liberação parcial dos depósitos compulsórios, a qual, contudo, não foi eficaz no sentido de restaurar as reservas do sistema bancário aos níveis prevalecentes antes da crise. Em janeiro de 2009, o Banco Central do Brasil finalmente se rendeu as evidências e iniciou um ciclo de redução gradual da taxa de juros. Mas essa medida veio tarde demais e foi tímida demais. O estrago já estava feito, tendo cabido a política fiscal, via redução temporária de impostos indiretos e redução da meta de superávit primário, a função de estabilizar o nível de atividade econômica. No final do primeiro semestre de 2009 a economia brasileira começa a apresentar os primeiros sinais de recuperação, apesar dos equívocos cometidos na gestão da política monetária.
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    Introduction to economic physics
    (2009) Chen, Ping
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    A crise, o devir do capital e o futuro do capitalismo
    (2009) Paulani, Leda
    O propósito deste texto é refletir em torno da seguinte questão: teremos um novo capitalismo depois da crise? A pergunta é pertinente e é a história que lhe confere sentido. Necessitando embora de um conflito bélico global, o capitalismo, digamos assim, reformado, que surgiu depois de 1945 deveu-se em grande medida à necessidade de evitar, sob pena de comprometer ideológica e politicamente seu próprio futuro, desastres como o dos anos 1930, com a conseqüente repetição dos precipícios sociais que geraram, dentre outros resultados funestos, a ascensão do nazismo na Alemanha. A combinação de Bretton Woods, com regulação keynesiana da demanda efetiva, estado do bem-estar social e desenvolvimentismo produziram, como se sabe, o período mais bem-sucedido da história desse modo de produção, não por acaso conhecido na literatura como 'os 30 anos dourados' ou, simplesmente, 'os anos de ouro do capitalismo'. Estariam agora presentes as mesmas condições? Teremos um novo paradigma? O capitalismo tende a tornar-se menos financeiro? A assim chamada globalização extrapolará o restrito âmbito dos mercados e tornar-se-á mais humana, mais social? São essas as questões que nos foram propostas.
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    Crise financeira mundial e a América Latina
    (2009) Paula, Luiz Fernando de
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    China approach in a changing world
    (2009) Chen, Ping
    The Washington Consensus failed to recognize the need of the developing world and the limits of the western mode of industrialization. In last three decades, China experiments a new approach with self-determination, open-minded learning, decentralized experiments, and dual-track reform to simultaneously achieve high speed growth, social stability, and international partnership in peaceful development.
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    Características estruturais da economia brasileira
    (2009) Pessôa, Samuel de Abreu
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    A resposta internacional e a saída da crisis
    (2009) Lavagna, Roberto
    Claramente el mundo se encuentra en la peor crisis económica, social y financiera desde las Gran Depresión de 1930. Se ha desvanecido la ilusión de un 'aterrizaje suave' publicitada desde el mundo de las finanzas hasta no hace mucho tiempo. La capitalización de mercado que en el año 2007 era de 62.747 mil millones de dólares fue en 2008 de 33.332 mil millones de dólares con una pérdida equivalente al 47 % del Producto Bruto mundial y a más del 20 % de la riqueza mundial acumulada. La salida de esta situación marcadamente negativa en términos de bienestar, global y particular, requiere un replanteo de conjunto del funcionamiento del sistema antes que estos desajustes económicos y sociales se trasladen conflictivamente al campo político interno y/o al plano de las relaciones internacionales.
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    A resposta internacional e a saída da crise
    (2009) Brito, Márcio Holland de
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    A resposta brasileira a crise
    (2009) Mantega, Guido
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    A economia de mercado
    (2009) Delfim Netto, Antonio
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    A Ásia, novo centro do mundo?
    (2009) Silva, Luiz Awazu Pereira da