FGV SB - Artigos

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    Repositórios de acesso aberto brasileiros: características, crescimento e possibilidades futuras
    (2019-07-30) Xavier, Raphael Figueiredo
    Este trabalho, adequado ao eixo temático 'Repositórios Institucionais e Temáticos', busca avaliar a evolução de repositórios brasileiros entre 2011 e início de 2019 e com isso proporcionar uma visão global da infraestrutura destas plataformas. O surgimento de repositórios está diretamente ligado a popularização de tecnologias de informação e comunicação e seu impacto no processo da comunicação científica. Com o avanço do movimento de políticas de acesso aberto em todo o mundo, os repositórios tiveram um desenvolvimento relevante e significativo na última década. Através do diretório OpenDOAR, pretende-se verificar a quantidade de repositórios brasileiros, o idioma do conteúdo, visão geral dos softwares utilizados nas plataformas, assunto e conteúdo das coleções e o crescimento no período de 2011 a 2019. Com isso, é possível considerarmos trajetórias futuras no desenvolvimento de repositórios como a possibilidade de infraestrutura distribuída globalmente e serviços de valor agregado, transformando o sistema mais centrado em pesquisa, aberto e apoiando a inovação, enquanto, ao mesmo tempo, é coletivamente gerenciado pela comunidade acadêmica.
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    Entrevista com Marieta de Moraes Ferreira
    (Topoi (Rio J.), 2019) Ferreira, Marieta de Moraes; Aranha, Patricia; Correa, Claudio
    Marieta de Moraes Ferreira é diretora executiva da Editora da Fundação Getulio Vargas e professora titular aposentada da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atua como pesquisadora e professora junto ao Programa de Pós-graduação em História Social da UFRJ. Foi idealizadora e primeira presidente da Associação Brasileira de História oral, tendo também presidido a Internacional Oral History Association. Dirigiu o Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil e, mais recentemente, fez parte do grupo que elaborou o Mestrado Profissional em Ensino de História, que coordenou até o fim de 2017. Sua trajetória é marcada principalmente por estudos relacionados à História do Brasil Republicano, pesquisando em campos como a História do Rio de Janeiro, a História oral, História do Tempo Presente, Estudos sobre Memória e História Política. São de sua autoria os livros A História como Ofício - A constituição de um campo disciplinar (Ed. FGV, 2013), Rio de Janeiro: uma cidade na história (Ed. FGV, 2000), Usos e abusos da História oral (Ed. FGV, 1996), dentre outros
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    O som que o documento tem: o podcast da web 2.0 ao princípio monográfico
    (Unesp, 2018) Carvalho, Kelly M. Ayala de; Saldanha, Gustavo Silva
    O presente artigo, a partir do método bibliográfico, discute as relações de apropriação e uso do podcast na pesquisa biblioteconômico-informacional. Para isto, o movimento teórico procura, primeiramente, identificar as margens de definição do podcast e seu contexto em meio à chamada web 2.0, incluindo sua origem etimológica, seu conceito, seu decurso histórico. No plano empírico, o estudo adota a condição do podcast na Library of Congress como modelo para as discussões contemporâneas emergentes sobre o fenômeno. No plano teórico, a discussão encontra na noção de “princípio monográfico” de Paul Otlet as margens epistemológico-históricas de compreensão do papel do podcast, como conceito e ferramenta, no escopo do pensamento biblioteconômico-informacional.O presente artigo, a partir do método bibliográfico, discute as relações de apropriação e uso do podcast na pesquisa biblioteconômico-informacional. Para isto, o movimento teórico procura, primeiramente, identificar as margens de definição do podcast e seu contexto em meio à chamada web 2.0, incluindo sua origem etimológica, seu conceito, seu decurso histórico. No plano empírico, o estudo adota a condição do podcast na Library of Congress como modelo para as discussões contemporâneas emergentes sobre o fenômeno. No plano teórico, a discussão encontra na noção de “princípio monográfico” de Paul Otlet as margens epistemológico-históricas de compreensão do papel do podcast, como conceito e ferramenta, no escopo do pensamento biblioteconômico-informacional.
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    Profissionalização dos professores de história no antigo norte de Goiás: entre a formalização e a realidade da docência
    (EDUFU, 2017-06) Silva, Norma Lucia da; Ferreira, Marieta de Moraes
    Este artigo busca analisar o processo de profissionalização dos professores de História no antigo norte de Goiás por meio do estudo de caso da cidade de Araguaína localizada na região norte do Estado do Tocantins. Com base no estudo do perfil dos licenciandos do curso de História, implantadona cidade em 1985, e do perfil dos professores que lecionavam em escolas da rede estadual até 2010, constatamos que a maioria dos professores buscava uma formação superior muito mais pela diplomação que pela qualificação propriamente e que as escolas,mesmo com a formação dos docentes na área específica de História, os mantinham como polivalentes, o que dificultava ainda mais sua profissionalização.
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    O ensino da história, a formação de professores e a pós-graduação
    (Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2016) Ferreira, Marieta de Moraes
    O objetivo deste artigo é apresentar algumas reflexões sobre os desafios para a formação dos professores da educação básica tendo como eixo o ensino de história A ideia básica é acompanhar os diferentes momentos desse percurso, que se inicia com as primeiras licenciaturas nos anos trinta; as transformações profundas trazidas pelo regime militar, com a Reforma Universitária a e a expansão das pós-graduações; e finalmente a emergência dos mestrados profissionais, em especial o prof História.
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    Reforma na educação não valoriza professor
    (Valor Econômico, 2016) Ferreira, Marieta de Moraes
    No dia 22, o presidente Michel Temer (PMDB) enviou ao Congresso Nacional uma Medida Provisória sobre a reforma do ensino médio. A MP prevê a flexibilização do currículo e uma especialização dos alunos: metade das aulas serão comuns a todos os estudantes, e as demais, escolhidas entre disciplinas organizadas por áreas de interesse do aluno.
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    Expansão do ensino superior de história em direção ao interior: a formação do campo em Goiás
    (2015-09) Silva, Norma Lucia da; Ferreira, Marieta de Moraes
    Este artigo analisa o processo de expansão e interiorização dos cursos superiores de História no Brasil e como se deu a formação do campo em Goiás. Com base nos dados do INEP e das instituições públicas que ofertam esses cursos, constatamos que a maioria deles, principalmente nas regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste do país, foram instituídos visando diplomar professores não havendo maiores preocupações com a pesquisa histórica ou com a formação do campo historiográfico.
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    Refletindo sobre a profissão de historiador: entrevista com a Profa. Dra. Marieta de Moraes Ferreira
    (Unisinos, 2016-04) Ferreira, Marieta de Moraes
    A Professora Marieta de Moraes Ferreira é Doutora em História pela Universidade Federal Fluminense, tendo realizado estágio doutoral pela École des Hautes Études e pela Universidade de São Paulo. É professora titular de História do Brasil da Universidade Federal do Rio de Janeiro, atual coordenadora nacional do Mestrado Profissional em Ensino de História (Prof História) e Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq. Além disso, é coordenadora do programa de livros didáticos da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e diretora executiva da Editora FGV. Já ocupou cargos importantes em outras instâncias institucionais relevantes na área de História, como a de editora responsável da Revista Brasileira de História, a de presidente da Associação Brasileira de História Oral, a de presidente da International Oral History Association e a de diretora do CPDOC da Fundação Getúlio Vargas. Sua produção historiográfica é extensa, dinâmica e amplamente reconhecida nacional e internacionalmente. Seus trabalhos versam sobre importantes campos historiográficos, como a História Política, a História do Tempo Presente e o Ensino de História, além de consideráveis reflexões sobre Memória e História Oral. Seus livros, seus textos e seus artigos são, hoje, respeitáveis referências. Destacamos alguns, entre autorais e organizados: História do tempo presente (Ferreira e Almeida, 2014), A História como ofício (Ferreira, 2013), Aprendendo História: Reflexão e ensino (Ferreira e Franco, 2013), Memória e identidade nacional (Ferreira, 2010), João Goulart: entre a memória e a história (Ferreira, 2006) e Usos e abusos da História Oral (Ferreira e Amado, 1996).