FGV EAESP - GVcef - 02º Encontro Brasileiro de Economia e Finanças Comportamentais

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    Excesso de confiança e folga financeira no desempenho econômico financeiro de empresas listadas no IBRX-100 da BMF&Bovespa
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2015) Gorla, Marcello Christiano; Panucci-Filho, Laurindo; Silva, Tarcísio Pedro da
    As finanças comportamentais buscam explicar os aspectos comportamentais relacionados aos indivíduos e sua influência nas tomadas de decisões financeiras. Este artigo escolheu tratar da variável comportamental excesso de confiança. O objetivo foi identificar a influência do excesso de confiança e folga financeira sobre o desempenho econômico de empresas listadas no IBRX-100 da BMF&Bovespa. A metodologia foi descritiva e documental quanto aos meios de investigação, por coletar os dados na base Economática entre 2010 e 2014. A amostra final foi de 80 empresas e os achados demonstraram que, ao nível de significância de 5%, três variáveis se apresentaram significantes. Possuem, significância e influência positiva sobre o desempenho econômico representado pela (ROA) as variáveis: Empresa Familiar (0,038), Folga Discricionária alta (0,000) e Folga Transitória.
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    Influência do excesso de confiança e otimismo no endividamento em empresas de menor porte brasileiras e chilenas
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2015) Silva, Thiago Bruno de Jesus; Mondini, Vanessa Edy Dagnoni; Silva, Tarcísio Pedro da
    Este estudo analisa a influência do excesso de confiança e otimismo dos gestores no endividamento de empresas de pequeno porte brasileiras e chilenas no período de 2009 a 2013. Os dados foram coletados na base Thomson® e processados por meio da técnica estatística de análise em painel. Os resultados demonstraram que os gestores das firmas brasileiras apresentam maior excesso de confiança e são mais otimistas, possuem mais ações em tesouraria e maior alavancagem que firmas chilenas, indicando que os gestores das firmas brasileiras apresentam maior excesso de confiança e são mais otimistas quando comparados aos gestores das empresas chilenas.
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    Reações a choques macroeconômicos e limites à arbitragem
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2015) Silva Neto, Odilon Saturnino; Raboni, Pierre Lucena
    Este artigo consistiu de uma análise dos limites à arbitragem, contribuindo com pesquisas em Finanças Comportamentais. Foi formado um modelo multifatorial autoregressivo e de variância condicional com base na liquidez, sendo expressivo do valor fundamental das ações e com sua efetividade analisada a partir das reações aos choques macroeconômicos de abertura cambial em 1999 e da crise financeira de 2008. Os resultados comprovaram que surgiu oportunidade de arbitragem na crise, aproveitada por um grupo restrito de investidores denominados de insider traders. Quem se posicionou apenas nos momentos expansivos, ainda que comprando ações com alto valor patrimonial, não obteve ganhos anormais.
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    Long memory properties and agents’ behavior: an interesting connection
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2015) Fernandes Neto, Fernando; Garcia, Claudio
    The aim of this work is to establish an interesting connection between the behavior of economic agents and the long memory features that generally occur in a wide set of time series found in economic/financial problems. It is shown that heterogeneity between agents, local interactions and spatial complexity plays a major role in the rise of long memory features, by means of extensive usage of computational multi-agent based models, stochastic analysis and Monte Carlo simulations. Despite the fact that heterogeneity is a widely known characteristic that affects the rise of long memory, the other two factors are not.
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    Comportamento do investidor diante de oscilações positivas/negativas nas pesquisas de intenção de voto na campanha presidencial de 2014: evidências da prospect theory
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2015) Galvão, Ricardo Cavalcante; Raboni, Pierre Lucena
    O objetivo deste estudo foi encontrar evidências da violação da função de utilidade (VON NEUMANN E MORGENSTERN, 1944) observadas na campanha presidencial de 2014. Tomando por base a diferença de comportamento frente a ganhos ou perdas proposta por Kahneman e Tversky (1979), através da Prospect Theory, foi testada a premissa de linearidade dos parâmetros 13 dos MQO. Com uma amostra contendo 52 observações do lbovespa e das pesquisas eleitorais, foi observado que os investidores apresentaram comportamentos distintos em decorrência de alterações positivas ou negativas nos resultados das pesquisas, fornecendo indício em favor da Prospect Theory e do efeito dotação.
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    O impacto das emoções sobre o efeito disposição
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2015) Moraes, Luiz Guilherme Leite de; Costa Junior, Newton C. A. da; Silva, Eraldo Sérgio Barbosa da
    Analisou-se o impacto das emoções sobre o efeito disposição (ED) numa amostra de 96 estudantes. Estes participaram de um experimento onde foram expostos a estímulos visuais do IAPS (International Affective Picture System) e em seguida tomaram parte de uma simulação de investimentos em ações. As hipóteses testadas foram: estados emocionais negativos (positivos) estão relacionados a uma diminuição (aumento) do ED. Os resultados não corroboraram as hipóteses estabelecidas. Verificou-se que o grupo sob efeito emocional positivo manteve por mais tempo em carteira os ativos que se valorizaram após a compra, acarretando menor ED.
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    O processo de decisão de compra aplicado ao comportamento do investidor
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2015) Padovesi, Gabriel Kumakura
    O presente trabalho tem por objetivo estabelecer as similaridades entre o processo de decisão de compra estudado pelo marketing e o processo decisório adotado pelos indivíduos quando estão diante da necessidade de investir, principalmente quando não possuem conhecimento prévio sobre o assunto. O mapeamento dos processos e a inclusão de diversos tópicos relacionados aos fatores subjetivos da escolha demonstram que há um vasto campo já explorado pelo marketing que ainda não é conhecido pelas finanças comportamentais. Neste âmbito reside a fronteira que diferencia os investidores, objeto de estudo das finanças comportamentais, e os consumidores, objeto de estudo do Marketing.
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    Fundos de pensão: análise da conjuntura atual sob o escopo da economia comportamental
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2015) Castilho, Édner Bitencourt
    Nesse trabalho procuraremos evidenciar que haverá um grande risco para o sistema de previdência complementar caso a opção predominante seja a de manter as taxas de desconto do passivo previdenciário em níveis elevados. Utilizaremos como argumento para a definição das taxas de desconto do passivo previdenciário as expectativas de retorno dos ativos dos planos, conforme determina a legislação em vigor (Resolução CGPC Nº18/2006). Tentaremos sustentar nossa hipótese com base em conceitos obtidos a partir da economia comportamental, campo que proporcionou o prêmio Nobel de Economia em 2002 a um de seus formuladores: Daniel Kahneman.
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    A investigação empírica do nexo ontológico no comportamento decisório humano como índice da necessidade de revisão do modelo da racionalidade limitada
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2015) Mendes, Adriane M. Moro; Azevedo, Erico de Lima
    Este trabalho apresenta princípios teóricos e evidências empíricas produzidas na última década que consentem ampliar a discussão acerca dos limites da racionalidade e do papel da intuição no processo decisório humano. Constatou-se que as heurísticas de juízo interferem sistematicamente na elaboração das preferências reveladas mas que, por meio de instrumentos específicos da Ontopsicologia, é possível por em relevo a preferência 'intuitiva', tipicamente nova, cujos resultados demonstram-se a posteriori úteis e funcionais para os agentes decisórios. Evidências empíricas sugerem que devido à relação de identidade da preferência com o agente, ao contrário de alternativas standard, baseadas apenas em heurísticas aprendidas.
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    Análise sobre o impacto do desenvolvimento econômico e social na performance dos alunos no exame de matemática dos países participantes do Pisa 2012
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2015) Urbina, Cíntia Meireles; Eid Júnior, William
    Neste artigo foi feita uma análise para verificar a existência de indícios de uma possível relação causal entre as notas de matemática e as notas de alfabetização financeira dos jovens que prestaram em 2012 o exame PISA-Programme for International Student Assessment coordenado pela OCDE– Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Foi feita também uma estimação para verificar se as notas dos alunos no exame de matemática se relacionam com o PIB per capita, o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e a população de seus respectivos países. Conclui-se que o IDH e o PIB per capita são variáveis que quando analisadas separadamente conseguem explicar positivamente o desempenho dos alunos dos países participantes no exame de matemática - PISA 2012, enquanto que a variável População não é significativa ao modelo.
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    Educação financeira e psicologia econômica: uma discussão e algumas recomendações
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2015) Ferreira, Vera Rita de Mello
    O artigo discute o conceito de educação financeira e os motivos que demandam a inclusão de achados de pesquisa da área de psicologia econômica, economia e finanças comportamentais e neuroeconomia nessas iniciativas, com base em propostas de governos e aplicações práticas. Experiências brasileiras e de outros países, principais desafios às iniciativas da área, e insights psicológicos uteis à construção da capacitação financeira são apresentados, com ênfase dada ao contexto brasileiro, com suas limitações e necessidades. O foco desta análise é o objetivo principal da educação financeira: mudança de comportamento de indivíduos e grupos expressos na administração de seus recursos finitos.
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    Análise sobre a influência da personalidade e dos vieses comportamentais do individuo em seus hábitos de investimento
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2015) Urbina, Cíntia Meireles; Rochman, Ricardo Ratner; Eid Júnior, William
    Este artigo tem como objetivo analisar se existe influência da personalidade do indivíduo e de seus respectivos vieses comportamentais em seus hábitos de investimento como, por exemplo, sua decisão em investir em renda fixa ou renda variável. Entre os oito tipos de personalidades foram analisados apenas dois tipos de perfil psicológico: a personalidade IInSt (introversão, intuição e sentimento), que apresenta menor tolerância ao risco e a personalidade ESsPs (extroversão, sensação e pensamento), que apresenta maior tolerância ao risco. Os vieses comportamentais analisados foram aversão à perda, status quo, ancoragem e conta mental que correspondem à personalidade IInSt e para a personalidade EsnPs foram analisados os vieses autocontrole, ilusão de controle, afinidade, excesso de confiança e resultado.
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    Impacto da renda, gênero, idade e área de formação na propensão ao risco financeiro
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2015) Cavallaro, Maiara; Pereira Junior, Orsélio; Sassi, Cecilia Pereira; Carvalho, Flavio Leonel de
    Este trabalho teve como objetivo verificar se a renda, gênero, idade e área de formação são determinantes para a propensão ao risco financeiro. Para isso, aplicou-se o questionário proposto por Kahneman e Tversky (1979) em uma amostra composta por 195 alunos de oito diferentes cursos de graduação de uma universidade publica federal. Os resultados do estudo indicam haver evidências de que o gênero é uma variável determinante nas escolhas dos indivíduos. Não sendo possível afirmar, que os agrupamentos por área de formação, período do curso, idade e renda interferem na propensão ao risco financeiro.
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    Finanças comportamentais e arbitragem: a estratégia contrária é racional?
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2015) Silva, Valéria Louise de Araújo Maranhão Saturnino; Raboni, Pierre Lucena
    O presente trabalho teve como propósito avaliar a estratégia de arbitragem a partir dos efeitos de momentum e overreaction, buscando respostas sobre se o desvio comportamental de curto prazo, provocado pelo excesso de confiança, é corrigido no longo prazo. Os resultados foram indicativos de maior retorno das ações pequenas, perdedoras de alto B/M, com não rejeição estatística. Foi verificado o efeito overreaction tanto no curto como no longo prazo no caso de ações perdedoras, pequenas e com alto B/M, com predominância dos aspectos comportamentais sobre os fundamentos e rejeição da eficácia da arbitragem a partir do modelo de três fatores.
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    O que determina a propensão ou aversão ao risco?: proposição de um modelo logit multinomial
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2015) Vieira, Kelmara Mendes; Bender Filho, Reisoli; Coronel, Daniel Arruda; Potrich, Ani Caroline Grigion; Campara, Jessica Pulino; Paraboni, Ana Luiza
    O objetivo foi identificar a influência do Comportamento Financeiro e de variáveis de perfil na Tolerância ao Risco. Foram pesquisadas 2.485 pessoas, sendo realizada estatística descritiva, análise fatorial confirmatória e regressão logit multinomial. Resultados revelam que, a amostra é heterogênea, que os entrevistados não são tolerantes ao risco, preocupam-se em economizar e gerenciar de maneira adequada seus recursos financeiros. Identificou-se que indivíduos com controles financeiros rígidos e com baixa predisposição a economizar são avessos ao risco. Homens, casados, sem dependentes, com estabilidade empregatícia, mais jovens, com níveis de escolaridade menores e maiores níveis de renda possuem maior probabilidade de ariscar.
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    Determinantes da aversão à perda em decisões financeiras: uma investigação por meio de modelos de equações estruturais
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2015) Melo, Clayton Levy Lima de; Mól, Anderson Luiz Rezende
    Este estudo tem por objetivo principal propor um modelo estrutural por meio da modelagem de equações estruturais que represente os determinantes da aversão à perda em decisões financeiras. A revisão bibliográfica conduziu ao desenvolvimento de um modelo estrutural de aversão à perda com treze variáveis latentes e sessenta e cinco variáveis manifestas. A amostra deste estudo é não probabilística, formada por estudantes de graduação e profissionais de todo o Brasil. O questionário desenvolvido foi abrigado em um site e enviado para os estudantes de graduação e profissionais por intermédio das pró-reitorias de graduação e associações profissionais que se dispuseram a contribuir com a pesquisa. Foram coletadas 9.612 respostas que, após o tratamento dos dados, resultaram em 9.308 dados válidos para a análise. Optou-se por utilizar a técnica estatística de validação cruzada e a amostra foi dividida em duas subamostras com 4.654 observações cada, denominadas amostra de treinamento e amostra de teste. O modelo teórico proposto foi aplicado junto à amostra 1 e testado frente à amostra 2, o que resultou na exclusão de três variáveis latentes. Com as alterações realizadas, o modelo empírico de aversão à perda mostrou-se estável e adequado, quando testado frente às amostras 1 e 2.
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    Equity premium no Brasil e o comportamento do investidor
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2015) Pena, João Gabriel de Castro e
    O objetivo deste estudo é verificar se a alocação em ações por parte dos investidores brasileiros é compatível com a Teoria do Prospecto proposta por Kahneman e Tversky (1979) e o conceito de Aversão a Perdas Míope de Benartzi e Thaler (1995). Foram utilizados, como parâmetros da teoria, os resultados obtidos no experimento de Iglesias (2005) para refletir o comportamento dos brasileiros. Também foi feito um estudo empírico para estimar o prêmio de risco implícito do Brasil, calculado de forma ex ante seguindo a metodologia proposta por Sanvicente e Minardi (2006).
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    Home Bias e investimentos
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2015) Lersch, Maurício Silveira
    O presente artigo se destina a apresentar uma análise da concentração do portfólio de ações de investidores brasileiros, nas próprias empresas onde trabalham. Essa análise se concentrará nas ações que estes investidores possuem em custódia, com o intuito de observar se o Home Bias se aplica na amostra analisada, e se o retorno histórico das ações influencia sua participação no portfólio dos investidores analisados.
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    Diversificação dos investimentos: uma análise comportamental das decisões dos investidores
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2015) Milan, Pedro Luiz Albertin Bono; Eid Júnior, William
    O presente trabalho analisou a relação entre vieses cognitivos e poder em um contexto coletivo de tomada de decisão. Notavelmente, a análise dos clubes de investimento indicou que o poder pode afetar a confiança nas previsões do mercado de ações, a auto-avaliação relacionada às habilidades de investimento, as crenças sobre o controle e a previsibilidade dos resultados e as atribuições de sucesso e falhas no que se refere ao desempenho do investimento coletivo. Em suma, os investidores poderosos nas configurações do clube eram mais confiantes, apresentavam percepções maiores do que a média e eram mais propensos a ilusão de controle e auto-atribuição que os investidores em posição impotente, de acordo com a suposição de que os viés poderiam ser reforçados maior extensão por variáveis sociais.
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    Cognitive biases and power in colective decision making
    (Centro de Estudos em Finanças (GVcef), 2015) Cunha, Gustavo Rodrigues
    The present work analysed the relationship between cognitive biases and power in a collective decision making context. Notably, the analyse of investment clubs indicated that power may affect confidence in a stock market forecasts, self-assessment related to investment skills, beliefs on control and predictability of outcomes, and attributions of success and failures concerning collective investment performance. In sum, powerful investors in club settings were more overconfident, showed greater better-than-average perceptions, and were more prone to illusion of control and self-attribution that investors in powerless position, according with the assumption that biases might be reinforced to a greater extent by social variables.