FGV EBAPE - Produção Intelectual em Bases Externas

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    Acumulação de capacidades tecnológicas, inovação e competitividade industrial: alguns resultados para indústrias selecionadas relacionadas a recursos naturais no Brasil
    (2017) Pinheiro, Maurício Canêdo; Figueiredo, Paulo N.; Cabral, Bernardo; Queiroz, Felipe; Perin, Fernanda; Wegner, Rubia
    O desenvolvimento industrial e tecnológico é um dos fatores decisivos para que os países avancem para a categoria de alta renda per capita. Não se trata de uma panaceia, mas a história ensina que nações que se desenvolveram industrialmente, por meio da Acumulação de Capa­cidades Tecnológicas (ACT) para inovação, também obtiveram significativo desenvolvimento socioeconômico. Tornaram-se países de alta renda, transformaram-se em líderes no mercado global e em fornecedores de tecnologia para vários tipos de indústria. Nesse sentido, este documento é parte integrante de um projeto de pesquisa mais amplo sobre o tema da acumulação de capacidades tecnológicas e competitividade industrial no Brasil. O projeto examinou cinco indústrias relacionadas a recursos naturais – mineração, papel e celu­lose, petróleo e gás, siderurgia e sucroenergética.
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    Acumulação de capacidades tecnológicas, inovação e competitividade industrial: alguns resultados para a Indústria Brasileira de Petróleo e Gás
    (2017) Pinheiro, Maurício Canêdo; Figueiredo, Paulo N.; Perin, Fernanda; Cabral, Bernardo; Queiroz, Felipe; Wegner, Rubia
    O desenvolvimento industrial e tecnológico é um dos fatores decisivos para que os países avancem para a categoria de alta renda per capita. Não se trata de uma panaceia, mas a história ensina que nações que se desenvolveram industrialmente, por meio da Acumulação de Capacidades Tecnológicas (ACT) para inovação, também obtiveram significativo desenvolvimento socioeconômico. Tornaram-se países de alta renda, transformaram-se em líderes no mercado global e em fornecedores de tecnologia para vários tipos de indústria. A indústria tem um importante papel de viabilizar um ritmo adequado de crescimento econômico por ser indutora e difusora de inovações tecnológicas, ter crescimento da produtividade superior ao dos outros setores e ser demandante de recursos humanos qualificados que têm efeitos multiplicadores na economia. Além disso, sendo o setor intermediário, tem a capacidade de proporcionar o encadeamento produtivo. Portanto, o fortalecimento da capacidade tecnológica da indústria brasileira é uma das condições necessárias ao crescimento econômico do país. Buscando contribuir para o aumento de competitividade da indústria brasileira, este documento, integrante de um projeto de pesquisa mais amplo3, objetiva examinar como as ACT inovadoras, em nível de empresas e setores industriais, pode contribuir para fortalecer a competitividade industrial do país.
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    Acumulação de capacidades tecnológicas, inovação e competitividade industrial: alguns resultados para a Indústria Brasileira de Mineração
    (2017) Figueiredo, Paulo N.; Pinheiro, Maurício Canêdo; Wegner, Rubia; Queiroz, Felipe; Cabral, Bernardo; Perin, Fernanda
    O desenvolvimento industrial e tecnológico é um dos fatores decisivos para que os países avancem para a categoria de alta renda per capita. Não se trata de uma panaceia, mas a história ensina que nações que se desenvolveram industrialmente, por meio da Acumulação de Capacidades Tecnológicas (ACT) para inovação, também obtiveram significativo desenvolvimento socioeconômico. Tornaram-se países de alta renda, transformaram-se em líderes no mercado global e em fornecedores de tecnologia para vários tipos de indústria. Nesse sentido, este documento é parte integrante de um projeto de pesquisa mais amplo sobre o tema da acumulação de capacidades tecnológicas e competitividade industrial no Brasil, que examinou alguns setores industriais, entre eles o de mineração.
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    Acumulação de capacidades tecnológicas, inovação e competitividade industrial: alguns resultados para a Indústria Brasileira de Siderurgia
    (2016) Figueiredo, Paulo N.; Pinheiro, Maurício Canêdo; Cabral, Bernardo; Queiroz, Felipe; Wegner, Rubia; Perin, Fernanda
    O desenvolvimento industrial e tecnológico é um dos fatores decisivos para que os países avancem para a categoria de alta renda per capita. Não se trata de uma panaceia, mas a história ensina que nações que se desenvolveram industrialmente, por meio da Acumulação de Capacidades Tecnológicas (ACT) para inovação, também obtiveram significativo desenvolvimento socioeconômico. Tornaram-se países de alta renda, transformaram-se em líderes no mercado global e em fornecedores de tecnologia para vários tipos de indústria. Nesse sentido, este documento é parte integrante de um projeto de pesquisa mais amplo sobre o tema da acumulação de capacidades tecnológicas e competitividade industrial no Brasil, que examinou alguns setores industriais, entre eles o de siderurgia.
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    Acumulação de capacidades tecnológicas, inovação e competitividade industrial: alguns resultados para a indústria brasileira da indústria sucroenergética
    (2016) Figueiredo, Paulo N.; Pinheiro, Maurício Canêdo; Wegner, Rubia; Queiroz, Felipe; Cabral, Bernardo; Perin, Fernanda
    O desenvolvimento industrial e tecnológico é um dos fatores decisivos para que os países avancem para a categoria de alta renda per capita. Não se trata de uma panaceia, mas a história ensina que nações que se desenvolveram industrialmente, por meio da acumulação de capacidades tecnológicas para inovação, também obtiveram significativo desenvolvimento socioeconômico. Tornaram-se países de alta renda, transformaram-se em líderes no mercado global e em fornecedores de tecnologia para vários tipos de indústria2. Nesse sentido, este documento é parte integrante de um projeto de pesquisa mais amplo sobre o tema da acumulação de capacidades tecnológicas e competitividade industrial no Brasil, que examinou alguns setores industriais, entre eles o sucroenergético.
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    Acumulação de capacidades tecnológicas, inovação e competitividade industrial: alguns resultados para a indústria brasileira de celulose e papel
    (2016) Figueiredo, Paulo N.; Pinheiro, Maurício Canêdo; Queiroz, Felipe; Wegner, Rubia; Cabral, Bernardo; Perin, Fernanda
    O desenvolvimento industrial e tecnológico é um dos fatores decisivos para que os países avancem para a categoria de alta renda per capita. Não se trata de uma panaceia, mas a história ensina que nações que se desenvolveram industrialmente, por meio da acumulação de capacidades tecnológicas para inovação, também obtiveram significativo desenvolvimento socioeconômico. Tornaram-se países de alta renda, transformaram-se em líderes no mercado global e em fornecedores de tecnologia para vários tipos de indústria2. Nesse sentido, este documento é parte integrante de um projeto de pesquisa mais amplo sobre o tema da acumulação de capacidades tecnológicas e competitividade industrial no Brasil, projeto este que examinou alguns setores industriais, entre eles o de celulose e papel.
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    Acumulação de capacidades tecnológicas e fortalecimento da competitividade industrial no Brasil: breve análise empírica da indústria siderúrgica
    (EBAPE, 2016-11) Figueiredo, Paulo N.; Pinheiro, Marcelo Canêdo; Cabral, Bernardo; Queiroz, Felipe; Wegner, Rubia; Perin, Fernanda
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    Acumulação de capacidades tecnológicas e fortalecimento da competitividade industrial no Brasil: breve análise empírica da indústria de mineração
    (EBAPE, 2016-11) Figueiredo, Paulo N.; Pinheiro, Marcelo Canêdo; Wegner, Rubia; Queiroz, Felipe; Cabral, Bernardo; Perin, Fernanda
    Os resultados da análise empírica da indústria de mineração brasileira são apresentados neste documento do projeto de pesquisa intitulado “Acumulação de Capacidades Tecnológicas e Fortalecimento da Competitividade Industrial no Brasil: Análise Empírica e Recomendações Práticas para Políticas Públicas e Estratégias Empresariais”. Neste estudo, o objetivo foi analisar como a acumulação de capacidades tecnológicas em nível de empresas produtoras da indústria de mineração contribuiu para o fortalecimento da competitividade industrial do Brasil, no período de 2003 a 2014. A pesquisa contou com evidências primárias obtidas por meio de entrevistas e aplicação de questionários a diretores e gestores de empresas produtoras e da realização de um workshop com vários agentes da indústria (empresários, fornecedores, consultores, pesquisadores de institutos de pesquisa e universidades e representantes de órgãos governamentais). Os questionários enviados classificam-se em três conjuntos de informações/dados que buscaram captar das empresas produtoras, quais sejam: (i) atividades tecnológicas executadas pelas empresas nas áreas de pesquisa e prospecção, lavra e processamento mineral, de modo a mensurar sua acumulação de capacidades tecnológicas na escala de níveis de capacidade inovadora utilizada; (ii) caracterização e desempenho competitivo das empresas, para a mensuração de variáveis de desempenho competitivo, que foi avaliado em termos de produtividade do trabalho e proporção das receitas obtidas com exportação; (iii) questionários de mecanismos de aprendizagem intra e interorganizacionais (internos e externos, respectivamente), os quais buscaram mensurar os tipos de mecanismo utilizados pelas empresas, tipos de parceria e tipos distintos de resultado que pudessem influenciar a acumulação de níveis de capacidade tecnológica. Os procedimentos da pesquisa pautaram-se em uma análise qualitativa e outra estatística, por meio da utilização de inferências estatísticas na busca por correlações e possíveis causalidades entre as variáveis das três etapas de análise. Os principais resultados apontam para a variabilidade das empresas produtoras da indústria de mineração na acumulação de capacidades tecnológicas. Essa variabilidade foi também observada entre as áreas tecnológicas; por exemplo, na área de pesquisa e prospecção, houve empresas que estavam em capacidade de produção e passaram à capacidade inovadora básica; nas áreas de lavra, não foram registradas empresas em capacidade de produção; e, em processamento mineral, partiram de capacidade inovadora intermediária. Os mecanismos interorganizacionais de aprendizagem foram as fontes que melhor explicaram essa variabilidade, isto é, quanto mais capacidades tecnológicas as empresas acumularam, maior foi sua frequência de uso desses mecanismos, bem como a frequência de resultados de maior complexidade tecnológica gerados. Os resultados mostram, ainda, que acumular mais capacidades tecnológicas em processamento mineral representa maior produtividade no trabalho para as empresas produtoras, assim como maiores proporções de receitas obtidas com exportações.
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    Acumulação de capacidades tecnológicas e fortalecimento da competitividade industrial no Brasil: breve análise empírica da indústria sucroenergética
    (EBAPE, 2016-11) Figueiredo, Paulo N.; Pinheiro, Marcelo Canêdo; Wegner, Rubia; Queiroz, Felipe; Cabral, Bernardo; Perin, Fernanda
    Os resultados da análise empírica da indústria sucroenergética brasileira são apresentados neste documento do projeto de pesquisa intitulado “Acumulação de Capacidades Tecnológicas e Fortalecimento da Competitividade Industrial no Brasil: Análise Empírica e Recomendações Práticas para Políticas Públicas e Estratégias Empresariais”. Neste estudo, o objetivo foi analisar como a acumulação de capacidades tecnológicas em nível de empresas produtoras da indústria sucroenergética contribuiu para o fortalecimento da competitividade industrial do Brasil, no período de 2003 a 2014. A pesquisa contou com evidências primárias obtidas por meio de entrevistas e aplicação de questionários a diretores e gestores de empresas produtoras e da realização de um workshop com vários agentes da indústria (empresários, fornecedores, consultores, pesquisadores de institutos de pesquisa e universidades e representantes de órgãos governamentais). Os questionários enviados classificam-se em três conjuntos de informações/dados que buscaram captar das empresas produtoras, quais sejam: (i) atividades tecnológicas executadas pelas empresas nas áreas de feedstock, processos agrícolas e processos industriais, de modo a mensurar sua acumulação de capacidades tecnológicas na escala de níveis de capacidade inovadora utilizada; (ii) caracterização e desempenho competitivo das empresas, para a mensuração de variáveis de desempenho competitivo, que foi avaliado em termos de produtividade do trabalho e proporção das receitas obtidas com exportação; (iii) questionários de mecanismos de aprendizagem intra e interorganizacionais (internos e externos, respectivamente), os quais buscaram mensurar os tipos de mecanismo utilizados pelas empresas, tipos de parceria e tipos distintos de resultado que pudessem influenciar a acumulação de níveis de capacidade tecnológica. Os procedimentos da pesquisa pautaram-se em uma análise qualitativa e outra estatística, por meio da utilização de inferências estatísticas na busca por correlações e possíveis causalidades entre as variáveis das três etapas de análise. A amostra desta pesquisa contou 15 empresas da indústria sucroenergética, que representam – considerando o ranking da Única com 67 empresas para 2014 – 42% da capacidade de moagem dessa indústria. Quanto aos volumes de produção, essas 15 empresas respondem por 41% da produção de etanol (anidro e hidratado), 36% da produção de açúcar por dia e 47% da cogeração de energia elétrica. Esta pesquisa justifica-se pela posição de destaque do setor na indústria brasileira: o açúcar está entre os dez produtos mais exportados pelo Brasil, tendo representado cerca de 4,5% das exportações brasileiras em 2014; a indústria gera mais de 1,2 milhão de empregos diretos, com criação de renda na casa dos R$ 48 bilhões; e, em 2014, gerou R$ 107,87 bilhões para a economia nacional. Os principais resultados apontam para a variabilidade das empresas produtoras da indústria sucroenergética na acumulação de capacidades tecnológicas. Essa variabilidade foi também observada entre as áreas tecnológicas; por exemplo, na área de processos industriais, todas as empresas produtoras passaram para capacidade inovadora, o que não ocorreu nas áreas de feedstock e processosagrícolas. Os mecanismos interorganizacionais de aprendizagem foram as fontes que melhor explicaram essa variabilidade, isto é, quanto mais capacidades tecnológicas as empresas acumularam, maior foi sua frequência de uso desses mecanismos, bem como a frequência de resultados de maior complexidade tecnológica gerados. Os resultados mostram, ainda, que acumular mais capacidades tecnológicas em processos agrícolas representa maior produtividade no trabalho para as empresas produtoras, assim como maiores proporções de receitas obtidas com exportações. O texto de discussão ora apresentado também objetiva, a partir de suas contribuições metodológicas, servir de base para outras instituições procederem ao exame dos diferentes impactos da acumulação de capacidades tecnológicas na competitividade entre os setores industriais da economia. Diferentes tipos de organização podem aplicar as contribuições metodológicas aqui apresentadas e discutidas para o aprimoramento do processo de gestão da inovação orientado à competitividade.
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    Acumulação de capacidades tecnológicas e fortalecimento da competitividade industrial no Brasil: breve análise empírica da indústria de celulose e papel
    (EBAPE, 2016-11) Figueiredo, Paulo N.; Pinheiro, Marcelo Canêdo; Queiroz, Felipe; Wegner, Rubia; Cabral, Bernardo; Perin, Fernanda
    Este documento refere-se aos resultados da análise empírica da indústria de celulose e papel no Brasil, que integra um dos setores industriais do projeto de pesquisa intitulado “Acumulação de capacidades tecnológicas e fortalecimento da competitividade industrial no Brasil: análise empírica e recomendações práticas para políticas públicas e estratégias empresariais”, cujo objetivo é examinar como a acumulação de capacidades tecnológicas inovadoras, em nível de empresas e setores industriais, pode contribuir para fortalecer a competitividade industrial do país. A escolha da indústria de celulose e papel justifica-se pela sua importância comercial e tecnológica na indústria brasileira. Do ponto de vista comercial, o Brasil é atualmente um dos maiores produtores de celulose e papel e o maior exportador de celulose do mundo. Do ponto de vista tecnológico, a mesma indústria tem apresentado novas oportunidades de inovação e diversificação, como, por exemplo, em energia renovável, biotecnologia e nanotecnologia. A pesquisa contou com evidências primárias obtidas por meio de entrevistas e aplicação de questionários a diretores e gestores de empresas produtoras de celulose e papel e da realização de um workshop com vários agentes da indústria (empresários, fornecedores, consultores, pesquisadores de institutos de pesquisa e universidades e representantes de órgãos governamentais). Foram analisadas evidências qualitativas e quantitativas mediante testes estatísticos, ao longo de 2003 a 2014. A pesquisa contou com a adesão de 15 empresas de celulose e papel, que representaram, aproximadamente, 76% da produção de celulose e 50% da produção de papel no Brasil em 2014. Foram identificadas pela pesquisa significativas diferenças entre as empresas dessa indústria no Brasil. Mais especificamente, foram encontradas diferenças não só entre as empresas, mas também dentro delas (em relação às suas áreas tecnológicas florestal e industrial). Ainda, as empresas brasileiras do ramo apresentaram níveis e padrões altos de capacidade tecnológica na área florestal, traduzido, principalmente, pelo seu avanço em tecnologias florestais de melhoramento genético e produtividade do eucalipto. No entanto, tal fato ainda não influenciou, de forma mais contundente, uma busca por novas oportunidades tecnológicas industriais e de diversificação para além da venda da commodity celulose e de novos tipos de papel. Os resultados da pesquisa também sugerem que as diferenças entre as empresas pesquisadas em termos de acumulação de capacidades tecnológicas fizeram-se valer a partir de diversas fontes de mecanismos de aprendizagem intra e interorganizacionais. Por exemplo, empresas pertencentes a um padrão mais elevado de capacidades tecnológicas apresentaram mais do que o dobro da incidência de parcerias com universidades e institutos de pesquisa, fornecedores e consultores do que empresas de padrão menos elevado de capacidades tecnológicas. Essas parcerias envolveram interações não apenas de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D), como também de menor complexidade tecnológica, como assistência técnica e treinamento técnico com parceiros. Por fim, as evidências revelam que empresas pertencentes a padrões mais elevados de capacidades tecnológicas apresentaram medidas maiores de desempenho competitivo, como produtividade do trabalho e inserção internacional. Esses resultados contribuem para a análise da relação entre inovação e crescimento econômico e inspiram recomendações práticas para os agentes da indústria de celulose e papel e para formulação de políticas públicas destinadas ao fortalecimento da competitividade no Brasil. Destaca-se, sobretudo, a necessidade de formação e fortalecimento de uma perspectiva sistêmica e colaborativa de inovação que apoie a indústria de celulose e papel, em que as empresas estabeleçam vínculos contínuos com os demais agentes do sistema. Esta é uma fonte fundamental para a evolução e sustentação de capacidades tecnológicas e seu consequente desempenho competitivo.
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    Competitividade industrial brasileira e o papel das capacidades tecnológicas inovadoras: a necessidade de uma investigação criativa
    (EBAPE, 2016-03) Figueiredo, Paulo N.; Pinheiro, Marcelo Canêdo
    Este documento objetiva apresentar alguns dos principais aspectos da abordagem, do desenho dos métodos do projeto de pesquisa intitulado: “Acumulação de Capacidades Tecnológicas e Fortalecimento da Competitividade Industrial no Brasil: Análise Empírica e Recomendações Práticas para Políticas Públicas e Estratégias Empresariais.”
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    Acumulação de capacidades tecnológicas e fortalecimento da competitividade industrial no Brasil: breve análise empírica da Indústria de Petróleo e Gás
    (EBAPE, 2017) Pinheiro, Maurício Canêdo; Figueiredo, Paulo N.; Perin, Fernanda; Cabral, Bernardo; Queiroz, Felipe; Wegner, Rubia
    Este documento refere-se aos resultados da análise empírica da indústria de petróleo e gás no Brasil, que integra um dos setores industriais do projeto de pesquisa intitulado “Acumulação de Capacidades Tecnológicas e Fortalecimento da Competitividade Industrial no Brasil: Análise Empírica e Recomendações Práticas para Políticas Públicas e Estratégias Empresariais”, cujo objetivo é examinar como a acumulação de capacidades tecnológicas inovadoras, em nível de empresas e setores industriais, pode contribuir para fortalecer a competitividade industrial do país.
  • Item
    Acumulação de capacidades tecnológicas e fortalecimento da competitividade industrial no Brasil: breve análise empírica de diferentes indústrias relacionadas a recursos naturais
    (EBAPE, 2017) Figueiredo, Paulo N.; Pinheiro, Maurício Canêdo; Queiroz, Felipe; Wegner, Rubia; Cabral, Bernardo; Perin, Fernanda
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    Por que é tão necessário o fortalecimento da competitividade industrial do Brasil? E qual é o papel da produtividade e da capacidade tecnológica inovadora?
    (EBAPE, 2015-12) Pinheiro, Maurício Canêdo; Figueiredo, Paulo N.
    Este documento é um dos produtos do projeto intitulado “Acumulação de Capacidades Tecnológicas e Fortalecimento da Competitividade Industrial no Brasil: Análise Empírica e Recomendações Práticas para Políticas Públicas e Estratégias Empresariais”2. Esse projeto está sendo executado no âmbito do Programa de Pesquisa Aprendizagem Tecnológica e Inovação Industrial da Fundação Getulio Vargas. O seu principal objetivo é examinar como a acumulação de capacidades tecnológicas inovadoras, em nível de empresas e setores industriais, pode contribuir para fortalecer a competitividade industrial do Brasil. Além disso, busca-se também compreender que fatores – internos e externos às empresas – influenciam na acumulação dessas capacidades, bem como quais são seus efeitos sobre o desempenho das empresas (e setores industriais).
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    The emerging opportunities for innovation in natural resource-based industries in Latin America: only potential or being realised?
    (EBAPE, 2013-01) Dantas, Eva; Marin, Anabel; Figueiredo, Paulo N.; Bravo-Ortega, Claudio
    Increasing innovation opportunities in natural resources industries are transforming these industries, making them more dynamic and useful platforms for development. Latin American countries show a mixed record in exploiting these new opportunities.
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    Variability in micro-level innovation performance in natural resource-processing industries in the context of emerging economies: firm-level evidence from forestry, pulp and paper firms in Brazil
    (EBAPE, 2008) Figueiredo, Paulo N.
    This paper explores the relationship between micro-level innovation performance, changes in institutional frameworks and the mediating role of strategy embeddedness in the context of firms from emerging economies (known as latecomer firms). The paper is based on a multiple case-study design that draws on first-hand longitudinal evidence gathered during a three-year fieldwork campaign centered on 13 firms from the forestry, pulp and paper industries in Brazil (1950-2009). The results suggest that variability in the firms’ innovation performance, proxied as capability levels, across changing institutional frameworks was mediated by degrees of strategy embeddedness. Specifically, the following applied to firms that pursued proactive strategy embeddedness: (i) their innovation performance was significantly higher over time than firms that pursued active and/or reactive strategy embeddedness; (ii) they faced whatever discontinuities with progressively higher levels of innovation performance than firms that pursued an active and/or reactive strategy embeddedness; (iii) they sought to shape their institutional frameworks to overcome hurdles inherent to their latecomer condition and negotiate their transitions into world-leading technological and commercial positions. Although macro- and meso-level institutional frameworks are necessary for industrial growth, innovation and competitiveness, these achievements largely depend on the nature and dynamics of firms’ own strategic choices and related innovation efforts. Policymaking should therefore involve coordinated efforts between government and firms. Based on a novel theoretical framework and rich empirical assessment, this paper contributes to advancing our understanding of factors affecting the innovation performance of latecomer firms, especially in natural-resource processing industries.