FGV IDE - Trabalhos de Conclusão de Curso

O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório para a conclusão de todo curso de especialização. O IDE disponibiliza, nesta seção, os TCCs indicados para a publicação online pelas bancas examinadoras, resultado do mérito destes trabalhos.

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Submissões Recentes

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    Modal marítimo: transporte de produto químico com aplicação de admissão temporária
    (2012-07-30) Silva Junior, Nathan Martins da
    O estudo tem como objetivo demonstrar a dinâmica operacional de uma exportação via modal marítimo, com foco no ambiente atual de estrutura portuária no estado de São Paulo, além da tecnologia aplicada nesse processo para obtenção do melhor custo-benefício para empresa, prestadores de serviço e clientes, objetivando a buscar pelo melhor resultado operacional dessa logística internacional. Em seu levantamento bibliográfico, este estudo apresenta conceitos relacionados ao tema, entre eles Globalização, Logística, Cadeia de Suprimentos, Tecnologia aplicada a processos de admissão temporária e produção e comercialização de produto químico voltado ao mercado internacional. Dentre os modais logísticos existentes, falarei sobre o modal Aquaviário (Marítimo), que contribui fortemente para o transporte de produtos entre continentes. De tal forma, o objetivo principal deste trabalho é analisar e demonstrar o tratamento administrativo de uma exportação de produto químico e suas peculiaridades para a obtenção do melhor resultado operacional. Este estudo será realizado por meio de uma pesquisa descritiva. Este trabalho de análise demonstra que a logística de transporte amparada pelo processo de admissão temporária é efetivamente a melhor opção para atendimento das necessidades dos clientes produtores, contribuindo positivamente para o resultado financeiro e operacional da empresa.
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    Inovação e qualidade: alternativa para aumentar a competitividade brasileira no mercado externo
    (2012-11-12) Aleixo, Manoel Carlos; Negraes, Paulo Eduardo
    Nosso trabalho aborda fundamentalmente questões relacionadas às ferramentas de inovação e competitividade, como estratégias fundamentais para que as empresas que queiram sobreviver à concorrência no mercado interno e, em especial, para aquelas que desejem se lançar no mercado internacional, onde a competição é, sem dúvida, muito mais acirrada e a dinâmica de mercado muito mais complexa. O Brasil vem, ano a ano, focando suas exportações em produtos básicos de baixo valor agregado (commodities), o que pode tornar o país extremamente vulnerável em caso de acirramento da crise internacional. Nosso país necessita urgentemente de uma política clara e objetiva focada em inovação e competitividade nas empresas de médio e pequeno porte, como forma de diversificar e alavancar sua pauta de exportações, como tem feito a China, por exemplo. Destacamos aqui exemplos de empresas nacionais de pequeno e médio porte focadas em inovação e competitividade, as quais já estão obtendo êxito em relação à conquista de espaço no mercado internacional.
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    Bar da Quadra: analisando a viabilidade de uma franquia flexível ao empreendedorismo
    (2012-12-18) Anese, Rodrigo Ribeiro
    Este trabalho visa uma mudança de conceitos em relação às franquias tradicionalmente conhecidas e percebidas em um passeio ao shopping ou em uma volta pelos pontos mais tradicionais e desenvolvidos das diversas cidades do país. Vamos discorrer sobre esse universo e seus conceitos, explorando um projeto que possibilita a implementação das ideias do franqueado, com investimento reduzido e capaz de abranger diferentes classes sociais. A busca por um conforto financeiro sempre esteve presente nos ideais de grande parte da população mundial. Esta busca, por muitas vezes faz com que empreendedores arrisquem-se sem procedência, sem responsabilidade e sem conhecimento. Outros possuem ideias próprias, reflexo de estudos de viabilidade, análises macro e microeconômicas, bem como elevado grau de conhecimento sobre o assunto estudado. A verdade é que não existe um modelo ideal para o enriquecimento ou para um empreendedorismo de sucesso, uma vez que, em muitos casos, empresas com estudos de viabilidade estruturados são menos rentáveis do que empresas criados pela necessidade de um empresário de gerar renda para suprir suas necessidades pessoais. Nesse contexto, verificaremos se a franquia pode ser um instrumento capaz de dirimir os riscos envolvidos no processo de enriquecimento, uma vez que ela nos apresenta projeções financeiras indispensáveis na obtenção de um projeto a se consolidar em um mercado globalizado e competitivo. Por isso, mesclando ideias de empreendedorismo, com o ponto crucial de gerir uma empresa pela primeira vez, este estudo busca explorar uma franquia capaz de quebrar o paradigma que lhe cerca, uma vez que ela dá espaço para o franqueado de vender produtos de sua escolha, de criar promoções e eventos que não respeitem total e integralmente os direcionamentos do franqueador. Uma franquia que, como todas as outras, possui regras, treinamentos e condições para ser iniciada, mas que abre um importante campo: permissão para inovação.
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    Estudo da viabilidade econômica de exportação de vinho para China
    (2012-08-27) Hissnauer, Ana Paula; Neri, Claudio Marcio; Cardoso, Elisângela de Souza; Dias, Márcio Antonio
    Este material tem a finalidade de coletar dados inerentes ao mercado chinês no que tange sua cultura, seus costumes e seus hábitos de consumo relativos aos vinhos de forma que proporcione um melhor direcionamento das ações operacionais e estratégicas para este projeto. O consumo de vinho no mundo está em crescimento, e o mercado chinês vem se destacando nesse cenário. Pesquisas recentes apontam que os asiáticos tendem a ser o 6º maior mercado consumidor de vinhos entre as nações integrantes do mercado internacional até 2014. A boa condução da economia brasileira ante as recorrentes crises financeiras internacionais, bem como a significativa queda no valor da moeda norte-americana, favorecem os produtores nacionais a cobiçar algo a mais no mercado internacional. É sabido que a qualidade dos produtos nacionais, de maneira geral, vem crescendo, principalmente motivada pela globalização e pela eminente possibilidade de venda ao mercado externo, mas, não menos importante, há o risco de perder participação para a concorrência dos produtos estrangeiros desembarcados no nosso país. O vinho nacional não é uma exceção, pois vem crescendo no conceito de renomados enólogos e colecionando prêmios de qualidade em feiras e festivais especializados nesse segmento. Baseados nessas informações, vislumbramos uma grande oportunidade de comercializar para o mercado chinês os produtos da linha TORO de vinhos leves tintos, brancos, e rosé, cujas características técnicas são de qualidade superior. Realizaremos estudos de viabilidade econômica, com um prazo de avaliação de 12 meses e a meta estimada de enviar um contêiner refrigerado (900 caixas) ao mês no período de abril/2012 a dezembro/2012, resultando em um volume de US$ 115 mil/mês, consequentemente, US$ 920 mil no período.
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    Maximização dos resultados de uma indústria calçadista produtora de calçado social masculino em couro, localizada na cidade de Franca - SP
    (2012-11-29) Machado, André; Machado, Ariana Lima
    O mundo atravessa constantes modificações, com novos cenários e oportunidades surgindo para aqueles que estão preparados, como pode ser observado, por exemplo, com a crise do subprime desencadeada em meados de 2006, com a insolvência de diversos bancos e forte repercussão sobre as bolsas de valores. Até então, acreditava-se que muitas instituições estavam preparadas para enfrentar qualquer dificuldade, visto que transmitiam a imagem de companhias consolidadas e respeitadas ao redor do globo. Mas a crise veio, algumas quebraram e outras foram reduzidas praticamente a nada, seguindo em frente com suas cicatrizes. Por detrás de tudo isso, segue o sofrimento dos acionistas que observam seu suor de anos indo a naufrágio e, muitas vezes, com a lamentação de que seu dinheiro foi mal aplicado. E por que existe uma empresa privada senão para tornar esse acionista cada vez mais rico? Fato é que o investidor sempre corre riscos e espera ser remunerado por isso. Na verdade, espera o máximo de retorno e o mínimo de risco, o que é muito difícil de encaixar na prática, ficando a indagação de qual a relação risco / retorno é a ideal. Incrivelmente, o sistema financeiro brasileiro evitou que grande parte das instituições locais, principalmente bancárias, sofressem maiores perdas reais, o que também culminou em um fortalecimento da economia nacional. Com isso, e aliado a incentivos governamentais nos últimos anos, como redução de carga tributária, a população em geral tem mais renda e consequentemente maior poder de consumo para fazer com que as indústrias produzam mais, e produzir mais quase sempre significa maiores lucros, menor risco e crescimento da rentabilidade dos acionistas. Sendo assim, este estudo se propõe a demonstrar que o momento do mercado é excelente para investimentos na Indústria Calçadista, com um crescimento espetacular de consumo e excelentes perspectivas para os pró- ximos anos. Como o segmento utiliza de pouca tecnologia, os investimentos em ativo imobilizado não são expressivos e a própria mão de obra não necessita de forte especialização. Pode-se afirmar, sem sombra de dúvidas, que ao investir dinheiro na fabricação e venda de calçados é como encontrar uma mina de ouro, tornando o investidor cada vez mais rico, sem enfrentar grandes riscos.
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    Projeto de um programa de qualidade de vida no trabalho e controle das doenças crônicas não transmissíveis: uma visão integrada em gestão
    (2012-11-14) Barros, Taís Mendes
    O tema Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) tem sido muito divulgado e utilizado, atualmente, como uma estratégia de gestão nas empresas. A maioria dos programas de Qualidade de Vida propostos já publicados envolvem cuidados gerais com a saúde do trabalhador e ações que visam diminuir os índices de absenteísmo, presenteísmo, de funcionários, melhorar o clima organizacional e promover economia financeira dentro das empresas. Em paralelo, a preocupação mundial com a saúde da população fez com que a OMS determinasse um plano de ação para prevenção e controle das Doenças Crônicas Não Transmissíveis, que correspondem ao principal fator de óbitos no mundo e elevado gasto com a saúde. No Brasil, 37,5% das pessoas na faixa de 25 a 44 anos e 65,7% na faixa de 45 a 64 anos apresentam algum tipo de doença crônica, faixa etária de maior produtividade profissional e maior contribuição para a previdência social, causando prejuízos insustentáveis aos cofres públicos, aos planos de saúde e às empresas. Dessa forma, este trabalho propõe a ação integrada de gestão dos setores interessados na saúde do trabalhador, com investimentos em um Programa de Qualidade de Vida no Trabalho e Controle das Doenças Crônicas Não Transmissíveis, possibilitando retorno sobre os investimentos tanto para o SUS e Planos de Saúde quanto para as empresas envolvidas.