FGV EESP - 05º Fórum de Economia da Fundação Getulio Vargas

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    Restrições macroeconômicas ao crescimento da economia brasileira: diagnósticos e algumas proposições de política
    (2008) Oreiro, José Luis; Punzo, Lionello; Araújo, Eliane Cristina de; Squeff, Gabriel Coelho
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    Investimento e crescimento sustentável
    (2008) Bonelli, Regis
    Este trabalho discute requisitos para o crescimento de médio prazo para a economia brasileira com foco no investimento necessário para a aceleração do crescimento. Ele especula em torno da questão de quanto o país pode crescer quando alcançar uma taxa de Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF, de agora em diante) de 21% do PIB, como a que o governo brasileiro tem como objetivo para 2010, conforme estabelecido pela Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP). Mas o marco analítico desenvolvido também se aplica a diferentes taxas de FBCF. O texto está organizado da seguinte forma. Na seção 1 discutem-se características do crescimento brasileiro e da evolução da taxa de investimento (FBCF) no longo prazo, enfatizando a recuperação da atividade econômica do último quinqüênio. Destacam-se nessa análise aspectos associados a traços comuns dos ciclos de longo prazo, à produtividade e à evolução dos preços relativos dos bens de investimento. Na seção 2 discute-se brevemente a questão do crescimento sustentado do ponto de vista das necessidades de investimento para que ele se concretize e apresentam-se estimativas de crescimento futuro do PIB segundo alternativas factíveis caso seja mantida a taxa de FBCF desejada. A seção 3 conclui com um breve resumo dos principais resultados e considerações adicionais.
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    Taxa de câmbio e mudança estrutural da indústria brasileira
    (2008) Pereira, Edgard Antonio
    Há alguma mudança estrutural em curso na indústria brasileira? Essa mudança altera a trajetória de longo prazo da taxa de câmbio da moeda nacional? Há um processo de especialização da indústria brasileira? Essas são as questões que pretende tratar nesse texto. Inicia-se por uma breve revisão dos desdobramentos recentes na análise do tema 'doença holandesa' e boom de commodities e sua inter-relação com o desenvolvimento da economia. São avaliados os dados da produção industrial brasileira e da balança comercial da indústria procurando-se evidências de especialização produtiva da indústria e de concentração dos saldos da balança comercial em setores de menor intensidade tecnológica. A partir das indicações de mudança estrutural encontradas estima-se as mudanças na equação da taxa de câmbio real de longo prazo brasileira com o intuito de captarse as alterações nela provocadas pela transformação percebida na indústria. Ao final são sintetizadas as conclusões gerais do trabalho.
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    Restrições macroeconômicas ao crescimento da economia brasileira: diagnósticos e algumas proposições de política
    (2008) Oreiro, José Luis; Punzo, Lionello; Araújo, Eliane Cristina de; Squeff, Gabriel Coelho
    Neste artigo argumentamos que a economia brasileira passou por um processo recente de aceleração do crescimento, puxado pelas exportações e pela formação bruta de capital fixo. Embora esse padrão de crescimento seja mais robusto do que o verificado na década de 1990, constata-se ainda a existência de restrições macroeconômicas à continuidade desse crescimento no longo prazo, quais sejam, o desequilíbrio cambial, verificado na economia brasileira notadamente a partir de 2005, e o modus operandi da política monetária. Dessa forma, configura-se a existência de uma armadilha juros-câmbio na economia brasileira. Nesse contexto, a eliminação do desalinhamento cambial imporia uma forte elevação da taxa de juros, o que teria impacto nocivo sobre o investimento e, portanto, sobre a sustentabilidade do crescimento econômico no longo prazo. Para eliminar esta armadilha propomos um conjunto de medidas de política econômica, a saber: adoção de metas implícitas de câmbio, controles sobre a saída de capitais de curto prazo e a flexibilização do regime de metas de inflação no Brasil.
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    Resposta brasileira à crise financeira externa
    (2008) Nakano, Yoshiaki
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    Regime cambial, taxa de câmbio e estabilidade macroeconômica no Brasil
    (2008) Paula, Luiz Fernando de; Pires, Manoel Carlos de Castro; Meyer, Tiago Rinaldi
    O objetivo deste artigo é discutir a influência da taxa de câmbio sobre as variáveis macroeconômicas (inflação e crescimento) e sobre o balanço de pagamentos no Brasil. Em particular, procura-se mostrar que a taxa de câmbio, no contexto de uma economia liberalizada e financeiramente integrada e de operação de uma política econômica que combina regime de metas de inflação com câmbio flutuante, tem sido uma força mais instabilizadora do que estabilizadora na economia. Isto coloca a necessidade de se discutir alternativas de regimes cambiais. O artigo está dividido em quatro seções, além desta introdução. Na seção 2 avaliase o funcionamento do regime cambial no Brasil, em particular a partir de 1999, e aferese o impacto da integração financeira sobre crescimento e estabilidade econômica. Na seção 3 o foco é o impacto do câmbio (e seu desalinhamento) sobre o balanço de pagamentos, com ênfase na balança comercial. A seção 4 avalia alternativas de regimes cambiais, em especial regimes intermediários. Por fim a seção 5 conclui o artigo
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    O boom das commodities e o risco da doença holandesa
    (2008) Pessôa, Samuel de Abreu
    O objetivo deste trabalho é apresentar o conceito de doença holandesa e propor formas de sua neutralização. Informalmente define-se doença holandesa e valorização do câmbio real e a redução da participação da indústria no PIB em seguida à descoberta de fontes valiosas de recursos naturais não renováveis. A conclusão básica do trabalho é que a simples elevação da renda permanente em seguida à descoberta das fontes valiosas de recursos naturais não renováveis não constitui falha de mercado. Para que o conceito de doença holandesa tenha sentido analítico é necessário que haja alguma falha de mercado e que haja uma interação entre o crescimento da renda permanente (em seguida à descoberta das fontes de recursos naturais) e esta falha de mercado. Isto é, que o crescimento da renda permanente acentue os impactos negativos das falhas de mercado pré-existentes. O texto considera duas falhas de mercados. Primeiro, a existência de atividades improdutivas ou de transferência, também conhecidas como atividades rent-seeking. Segundo, a hipótese de que o setor de bens comercializáveis – em função de externalidades tecnológicas e informacionais – apresenta retorno social maior do que o retorno privado. No caso em que há esta potencialização – questão extremamente polêmica que requer maior documentação empírica – é possível neutralizar a doença holandesa elevando a poupança doméstica ou criando algum tributo que desestimule o consumo e a produção do bem doméstico. Em geral, do ponto de vista do bem estar, a segunda opção é superior. Finalmente o trabalho aplica a estrutura analítica exposta na segunda seção para analisar os impactos sobre o equilíbrio da economia de diferentes formas de financiamento dos investimentos para a exploração do petróleo da camada pré-sal. O trabalho apresenta a seguinte organização. Na seção seguinte a esta rápida introdução investiga-se os impactos estáticos e dinâmicos da descoberta de recursos naturais de elevado valor. Na terceira seção apresenta-se o modelo com rent-seeking e na quarta seção discute-se o impacto sobre a economia de existência de externalidades associadas ao setor de bens comercializáveis. A quinta seção trata das formas de neutralização da doença holandesa e a sexta seção avalia os impactos dos investimentos no pré-sal.
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    Investimento e crescimento sustentado
    (2008) Bonelli, Regis
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    Fertilizante ou veneno? Por uma estrutura tributária
    (2008) Castro, Paulo Rabello de
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    Efeitos da apreciação cambial na poupança interna e indústria: análise teórica e evidências para o Brasil
    (2008) Gala, Paulo; Marconi, Nelson; Nakano, Yoshiaki
    este trabalho tem por objetivo apresentar perspectivas teóricas que exploram possíveis canais macro dos efeitos da apreciação cambial na economia e algumas evidências empíricas para o caso brasileiro. Além dessa breve introdução, o trabalho está dividido em 6 seções. As seções 2 e 3 apresentam perspectivas teóricas sobre os efeitos da apreciação (depreciação) cambial nos níveis de renda, consumo e poupança interna e analisam o caso brasileiro recente. As seções 4 e 5 tratam dos efeitos do câmbio sobre a produtividade e a industrialização sob uma perspectiva de longo prazo. A última seção traz algumas conclusões.
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    Crescimento econômico e investimento o necessário
    (2008) Lúcio, Clemente Ganz
    Nos 10 anos percorridos de 1998 a 2007, a renda real per capta brasileira – indicador do potencial de riqueza do país - teve crescimento de 13,56 %. Dividindo-se o período em dois qüinqüênios, observa-se que, nos primeiros cinco anos (1998 -2002), o crescimento correspondeu a 1,2%, enquanto no qüinqüênio seguinte (2003-2007), o crescimento foi de 12,42%. Neste qüinqüênio, a renda real per capta apresentou um resultado negativo, enquanto naquele, os resultados negativos ocorreram em três anos. Resultados econômicos significativamente distintos para os trabalhadores brasileiros os observados nestes desempenhos qüinqüenais. Certamente, as explicações econômicas, conjunturais e estruturais são diversas e serão aprofundadas neste seminário. Não obstante, queremos apresentar aqui algumas reflexões baseadas na dinâmica recente da economia brasileira e, em particular, do mercado de trabalho brasileiro, e seus desafios, como contribuição ao tema. Por fim, apresentamos a Agenda dos Trabalhadores pelo Desenvolvimento, que traz, de forma detalhada, os investimentos econômicos, políticos e sociais que os trabalhadores oferecem para o debate com a nação.
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    Câmbio: risco ou oportunidade
    (2008) Jorge, Miguel
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    As convenções de desenvolvimento no Brasil: um ensaio de economia política
    (2008) Erber, Fabio Stefano
    Este artigo faz parte de uma pesquisa sobre como pensamos o desenvolvimento econômico e as conseqüências dos esquemas de pensamento que adotamos em termos de políticas econômicas e, portanto, sobre as características que assume o desenvolvimento. Partindo de uma visão de economia política, o conceito de 'convenção de desenvolvimento' parece-me útil par entender como os atores sociais lidam com a incerteza inerente ao desenvolvimento, estabelecem prioridades e coordenam suas ações. Na próxima seção, explico sucintamente o conceito, sua utilização na seleção de problemas e soluções e a disputa pela hegemonia entre convenções competitivas. A terceira seção aponta as incertezas que cercam atualmente a teorização internacional do desenvolvimento, em contraste com as certezas da convenção neo-liberal dos anos noventa. A quarta seção trata do caso recente brasileiro, propondo que, a partir da incerteza vigente à posse do Presidente Lula, formaram-se duas convenções, apoiadas em forças políticas diferentes, a que chamei de 'institucionalista restrita' e 'neodesenvolvimentista'. Argumento que, na disputa pela hegemonia, a primeira, que privilegia a estabilidade de preços, é hegemônica. A última seção apresenta, resumidamente, as conclusões da análise do caso brasileiro e arrisca um olhar sobre o futuro.
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    A crise externa: novos desafios da economia brasileira?
    (2008-09-15) Rocca, Carlos Antonio