O Impacto do auxílio emergencial sobre a pobreza e a desigualdade durante a pandemia do Coronavírus

Data
2021-07-31
Orientador(res)
Barbosa Filho, Fernando de Holanda
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Resumo

Em março de 2020, a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou que um surto da doença viral COVID-19 - identificado pela primeira vez em dezembro de 2019 em Wuhan, China - atingiu o nível de uma pandemia global. Citando preocupações com “os alarmantes níveis de disseminação e severidade”, a OMS pediu aos governos que tomassem medidas urgentes e agressivas para impedir a propagação do vírus. A escala e a gravidade da pandemia do COVID-19 aumentaram e continuam aumentando claramente, gerando ameaça à saúde pública tem justificado restrições a certos direitos, como os que resultam da imposição de quarentena ou isolamento, limitando a liberdade de movimento. E o isolamento trouxe várias consequências, além dos impactos psicológicos da privação da convivência, uma importante consequência foi observada na economia, devido à redução do consumo e perda de empregos. Os governos tiveram de agir rápido para implementar mecanismos que pudessem mitigar essas consequências, evitando o colapso das empresas e de toda a economia. Este trabalho avalia o impacto do auxílio emergencial sobre a pobreza e a desigualdade no Brasil. Os exercícios mostram o índice de Gini e Theil-Atkinson e a curva da linha da pobreza extrema. Os resultados mostram que o grau de distribuição de renda dos indivíduos que receberam o auxílio emergencial de R$ 600,00 foi melhor. Isto é, há impacto positivo dos auxílios quanto a redução da pobreza e exterma pobreza, além de melhorar a distribuição de renda.


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