BNDES e a base da pirâmide: uma avaliação do papel do banco de desenvolvimento brasileiro no combate à pobreza

dc.contributor.advisorFaria, Alexandre de A.
dc.contributor.authorCarvalho, Bruno Melchior
dc.contributor.memberIrigaray, Hélio Arthur
dc.contributor.memberHemais, Marcus Wilcox
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EBAPEpor
dc.date.accessioned2017-02-09T17:45:44Z
dc.date.available2017-02-09T17:45:44Z
dc.date.issued2016-12-08
dc.description.abstractA literatura dominante sobre riqueza na base da pirâmide (BoP) vem sendo acompanhada de diferentes críticas acadêmicas, em paralelo à expansão desse modelo em diversos países e ao continuado desprezo pelo papel exercido por organizações públicas de desenvolvimento no âmbito da pobreza. O estudo objetivou compreender por que e como o BNDES atua para a superação da pobreza no Brasil. Além de análise bibliográfica e documental, foram realizadas entrevistas semiestruturadas com funcionários do Banco e membros de cooperativas beneficiadas por financiamentos do Fundo Social, representando casos de sucesso e fracasso. Embora a redução de desigualdades faça parte da missão do Banco, a superação da pobreza é um propósito aparentemente secundário. Uma das questões centrais é que a instituição é percebida por gestores e técnicos como articuladora e até mesmo promotora de dinamização local, sem atuação direta sobre a pobreza como proposto pela literatura de BoP. A cultura de desenvolvimento industrial e a estrutura organizacional contribuem para a desvalorização da agenda dominante de combate à pobreza. Em resposta, o poder público, agentes de crédito e instituições controladas por organizações privadas compõem redes que aumentam a capilaridade e o poder de intervenção do BNDES. Além de problemas com organizações privadas, O Banco enfrenta dificuldades nas parcerias com organizações públicas, no alcance das regiões Norte e Centro-Oeste, e na capacidade de acompanhamento e monitoramento dos resultados. A despeito das limitações, projetos ligados à Área Social possuem poder de transformar realidades de indivíduos, negócios, comunidades e regiões, estimulando o cooperativismo e empresas com foco em economia solidária. O estudo 'surpreende' tanto os arautos da agenda específica BoP (que negam bancos públicos e tratam 'pobres' sob perspectiva reducionista específica) quanto os que questionam a agenda sistêmica. O Banco promove uma agenda sistêmica específica de desenvolvimento (desenvolvimentismos). Merecem outros estudos o BoP sob a ótica alternativa produzidos no terceiro mundo.por
dc.identifier.citationCARVALHO, Bruno Melchior. BNDES e a base da pirâmide: uma avaliação do papel do banco de desenvolvimento brasileiro no combate à pobreza. Dissertação (Mestrado em Gestão Empresarial) - FGV - Fundação Getúlio Vargas, Rio de Janeiro, 2016.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10438/17846
dc.language.isopor
dc.subjectBNDESpor
dc.subjectPobrezapor
dc.subjectDesenvolvimentismopor
dc.subjectBoPpor
dc.subjectBase da pirâmidepor
dc.subject.areaAdministração de empresaspor
dc.subject.bibliodataResponsabilidade social da empresapor
dc.subject.bibliodataPobrezapor
dc.subject.bibliodataBanco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (Brasil)por
dc.titleBNDES e a base da pirâmide: uma avaliação do papel do banco de desenvolvimento brasileiro no combate à pobrezapor
dc.typeDissertationeng
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