Como reorganizar a assistência no Sistema Municipal de Saúde de cidades de pequeno porte, para apoio às linhas de cuidado de pacientes portadores de hipertensão arterial sistêmica (HAS) e diabetes mellitus (DM), perante às necessidades pós-pandemia da COVID-19?

Resumo

Propomos mediante as mudanças de cenário provocadas pela pandemia originada no aparecimento de uma nova síndrome respiratória, a COVID-19 (OMS), uma reorganização na assistência no sistema de saúde. Este projeto tem como endereço cidades de pequeno porte e visa apoio as linhas de cuidados dos pacientes portadores de Hipertensão arterial sistêmica (HAS) e Diabetes mellitus (DM). Devido ao desconhecimento e características da COVID-19, ocorreram interrupção parcial ou completa de serviços destinados ao tratamento da hipertensão arterial sistêmica, de diabetes e suas complicações. Por ser uma doença nova, requer também que sejam produzidas respostas necessárias e ainda inexistentes para o controle da epidemia e para mitigação de seus impactos na sociedade. Por meio da Telemedicina é possível integrar a oferta de novos profissionais de saúde no fluxo de atenção da prefeitura utilizando a Teleconsulta, diminuindo rapidamente a demanda reprimida em determinadas especialidades médicas, proporcionando ganho de tempo, de acesso e de qualidade, tornando o atendimento em saúde mais humanizado. A plataforma de Telemedicina é flexível e adaptável às normativas do SUS integrando a prescrição eletrônica, de forma segura, permitindo uma mudança positiva dos processos de trabalhos, trazendo maior controle e acompanhamento do paciente durante a sua jornada de atenção.


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