ETFS de renda fixa ou tesouro direto? O que é melhor para o investidor pessoa física?

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Data
2024-12-09

Orientador(res)

Araújo, Gustavo Silva

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O presente artigo tem como objetivo avaliar o que é melhor para o investidor pessoa física: aplicar seus recursos em títulos públicos via Tesouro Direto ou em Exchange Traded Funds de renda fixa. A análise leva em consideração os diversos custos envolvidos em ambas as alternativas, como taxas de administração e corretagem, bem como os aspectos tributários específicos de cada ativo. A análise foi realizada de forma quantitativa, comparando duas carteiras: uma composta apenas por títulos do Tesouro Direto e a outra com o ETF. Os dados utilizados ao longo do estudo foram os preços reais de compra e venda dos ativos envolvidos. Os resultados encontrados indicam que os Exchange Traded Funds que possuem o prazo médio de repactuação da carteira superior a 720 dias e, consequentemente, possuem uma alíquota de imposto de 15%, obtiveram uma performance líquida superior a carteira de títulos do Tesouro Direto. A questão tributária se mostrou muito relevante para o estudo: como o imposto é apenas sobre os ganhos, os títulos que estavam contidos dentro da carteira do Exchange Traded Funds conseguiam compensar possíveis perdas e realizar reinvestimento sem pagamento de imposto.

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