Diversificação com alternativos: análise da inclusão de criptomoedas em um portfólio de ações do mercado brasileiro
| dc.contributor.advisor | Campos, Eduardo Lima | |
| dc.contributor.author | Corrêa, Aline Mara de Freitas | |
| dc.contributor.member | Souza, Rafael Martins de | |
| dc.contributor.member | Cabo, Manoela Gonçalves | |
| dc.contributor.unidadefgv | Escolas::EPGE | por |
| dc.date.accessioned | 2023-06-16T20:11:30Z | |
| dc.date.available | 2023-06-16T20:11:30Z | |
| dc.date.issued | 2023-03-31 | |
| dc.description.abstract | A inserção de criptomoedas nas carteiras de investimento, sobretudo o Bitcoin, tem sido um assunto cada vez mais em voga na mídia e despertado interesse não só entre investidores pessoas físicas como atualmente nas grandes corporações e instituições financeiras. Diante desta popularização e mudança de discurso por parte de tais entidades, hoje já se fala sobre o suposto papel destes ativos na diversificação e proteção (hedge) de portfólios. Uma extensa literatura a respeito destas propriedades foi desenvolvida nos últimos anos, principalmente para o mercado americano. Contudo, os estudos são escassos para economias emergentes, sobretudo para o mercado brasileiro. Diante do exposto, o objetivo deste trabalho é preencher esta lacuna, verificando o efeito da adição de um índice de criptomoedas a uma carteira de ações brasileiras. Para tal, fez-se uso de modelos da família GARCH para obtenção das volatilidades, mais especificamente os modelos univariados EGARCH e TGARCH. Para a obtenção das covariâncias utilizou-se o modelo multivariado ADCC-GARCH, todos eles com extensão quanto à captura dos efeitos da assimetria. Foram obtidos dois portfólios: variância mínima e carteira ótima maximizando a relação retorno/risco, composto inicialmente pelos ETFs BOVA11 e SMAL11 sendo incorporado, após isso, um índice de criptomoedas, criado para tal fim. Definidas as carteiras, foi calculado o VaR (Valor em Risco) e a contribuição percentual de cada posição para o VaR total. Intuitivamente, dada a extrema volatilidade das criptomoedas, a ideia de hedge pode ser controversa. De fato, este estudo conclui que a sua adição não reduz o risco em média, sendo o foco nas correlações insuficientes para altos níveis de volatilidade. Tal inclusão mostrou-se mais benéfica do ponto de vista da melhoria da rentabilidade dos portfólios do que para diversificação dos riscos. | por |
| dc.description.abstract | The inclusion of cryptocurrencies in investment portfolios, especially Bitcoin, has been an increasingly popular subject in the media and it has aroused interest not only among individual investors but also in large corporations and financial institutions. Considering this popularization and change of discourse on the part of such entities, nowadays there is already talk about the role of these assets in diversifying and hedging portfolios. A large literature on this topic has been developed in recent years, mainly for the American market. However, studies are scarce for emerging economies, especially for the Brazilian market. Given the above, the objective of this work was to fill this gap, by verifying the effect of including a cryptocurrency index to a portfolio of Brazilian stocks. For this purpose, models from the GARCH family were used to obtain volatilities (more specifically the univariate models EGARCH and TGARCH). The ADCC-GARCH multivariate model was used to obtain the covariances (all these models are capable of capturing asymmetries effects). Two portfolios were obtained: The global minimum variance and the optimal risky, initially composed of the ETFs BOVA11 and SMAL11. Then, a representative index of the cryptocurrencies was created and introduced to these portfolios. Once they were defined, the VaR (Value at Risk) and the percentage contribution of each position to the total VaR were calculated. Intuitively, given the extreme volatility of cryptocurrencies, the idea of hedging might be controversial. In fact, this study concludes that the addition of cryptocurrencies to these stocks’ portfolios does not reduce risk on average, it indicates that a focus on correlations is insufficient for high levels of volatility. Such addition proved to be more beneficial for increasing the profitability of the portfolios than for risk diversification. | eng |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10438/33795 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.rights.accessRights | openAccess | eng |
| dc.subject | Criptomoedas | por |
| dc.subject | Diversificação | por |
| dc.subject | Rentabilidade | por |
| dc.subject | Riscos | por |
| dc.subject.bibliodata | Mercado financeiro | por |
| dc.subject.bibliodata | Investimentos | por |
| dc.subject.bibliodata | Bitcoin | por |
| dc.subject.bibliodata | Risco (Economia) | por |
| dc.subject.bibliodata | Volatilidade (Finanças) | por |
| dc.title | Diversificação com alternativos: análise da inclusão de criptomoedas em um portfólio de ações do mercado brasileiro | por |
| dc.type | Dissertation | eng |
