Explorando a anomalia da baixa volatilidade

dc.contributor.advisorGlasman, Daniela Kubudi
dc.contributor.authorReis, Carlos Magno Gonçalves Fernandes
dc.contributor.memberSantos, Rafael Chaves
dc.contributor.memberSimonsen, Axel André
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EPGEpor
dc.date.accessioned2019-01-17T18:48:00Z
dc.date.available2019-01-17T18:48:00Z
dc.date.issued2018-12-12
dc.description.abstractPor ser contra a intuição econômica e, ainda assim, gerar retornos elevados, portfólios formados por papéis com baixa volatilidade vêm despertando interesse desde a década de 70 e ganharam mais importância a partir da crise financeira de 2008. O presente trabalho procura explorar, no mercado brasileiro, essa relação inversa entre risco e retorno, que é chamada de anomalia da baixa volatilidade ou efeito da volatilidade. Para tal, foi considerado o período entre 2002 e 2018 e duas simples medidas de volatilidade para formar, mensalmente, carteiras classificadas de acordo com o nível de risco das ações que as compõem. Com o objetivo de observar se as carteiras de baixa volatilidade possuem resultados históricos melhores que as demais, foram realizados testes econométricos, controlando-se os retornos das carteiras pelos 3 fatores de Fama & French (1993) e, também, por outros dois fatores, o Momentum e outro relacionado à liquidez. Posteriormente, foram analisados os desempenhos dessas carteiras, as comparando entre si e com o índice de mercado (IBrX-100) através de indicadores como drawdown, beta, índice de Sharpe, entre outros. Como resultado, as carteiras de baixa volatilidade apresentaram uma performance melhor que as demais, inclusive que o índice de mercado.por
dc.description.abstractPortfolios formed by stocks with low volatility, in spite of going against the economic institution and yet generating high returns, have been attracting interest since the 1970s and the 2008 financial crisis. The present work seeks to explore, in the Brazilian market, this inverse relationship between risk and return, which is called low volatility anomaly or volatility effect. For that, the period between 2002 and 2018 was considered as well as two simple measures of volatility to form monthly portfolios classified according to the risk level of the shares that comprise them. With the objective of observing if the low volatility portfolios have better historical results than the others, econometric tests were performed, controlling the returns of the portfolios by the 3 factors of Fama and French (1993) and also by two other factors, the Momentum and another related to liquidity. Subsequently, the performances of these portfolios were analyzed and compared with the market index (IBrX-100) through indicators such as drawdown, beta, Sharpe Ratio, among others. The results indicate that the low volatility portfolios performed better than the others, including the market indexeng
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10438/25933
dc.language.isopor
dc.subjectVolatilidade idiossincráticapor
dc.subjectAnomaliapor
dc.subjectTeoria de carteiraspor
dc.subjectVolatilidadepor
dc.subjectInvestimentospor
dc.subjectIdiosyncratic volatilityeng
dc.subjectAnomalyeng
dc.subjectPortfolio theoryeng
dc.subject.areaFinançaspor
dc.subject.bibliodataVolatilidade (Finanças)por
dc.subject.bibliodataTeoria de carteiraspor
dc.subject.bibliodataInvestimentospor
dc.titleExplorando a anomalia da baixa volatilidadepor
dc.typeDissertationeng
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