Diretrizes empresariais para a valoração econômica de serviços ecossistêmicos de provisão

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Data
2016
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Resumo

Este documento visa complementar as Diretrizes Empresarias de Valoração Econômica de Serviços Ecossistêmicos (DEVESE) ao descrever um método geral de valoração de serviços ecossistêmicos de provisão que deve atender a grande parte destes serviços ecossistêmicos relevantes para a economia brasileira. No contexto destas diretrizes são considerados tanto os bens ecossistêmicos que resultem de atividade produtiva antrópica, ou seja, sistemas agropecuários e aquicultura, como os que resultem de coleta diretamente de áreas naturais, ou seja, de extrativismo. Na quantificação e valoração econômica desses serviços de provisão são aqui abordados dependências, impactos sofridos pela empresa e externalidades. Considerando que estas diretrizes abordam diversos serviços ecossistêmicos de provisão para bens ecossistêmicos de interesse (BEI) cuja relação com os negócios tende a ser diversificada, são aqui indicados dois métodos de valoração econômica: os métodos indiretos de custos de reposição (MCR, Anexo 1) e de produtividade marginal (MPM, Anexo 2). A valoração por MCR contribui com a estimativa de custos de ações necessárias para repor falhas na provisão do BEI e deve ser aplicada quando existe possibilidade de um bem substituto. Já o MPM gera uma estimativa justamente dessas perdas, sem considerar sua substituição (ou prevenção).


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