Políticas e práticas de gestão de pessoas: investigando as abordagens estratégica e institucional

dc.contributor.authorLacombe, Beatriz Maria Braga
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EAESPpor
dc.date.accessioned2015-02-24T16:09:04Z
dc.date.available2015-02-24T16:09:04Z
dc.date.issued2009
dc.description.abstractSeveral observers have pointed that the research in Human Resource Management has predominantly adopted a functionalistic and positivistic approach, in which it is assumed to be possible to establish clear strategic objectives and the means to achieve them – this approach has been called Strategic Human Resource Management (SHRM). This paper investigates HRM policies and practices from an institutional point of view. Results show that institutional forces like unions, legislation and clients may exert great influence in the shaping of HRM policies and practices. Therefore, policy elaboration and implementation cannot be considered a straightforward process. Results also suggest that these institutional forces may have different weights for the different sectors: clients may have great influence in service organizations; for capital intensive industries, coercive and normative forces may be more important.eng
dc.description.abstractTem sido observado por diversos autores que grande parte da pesquisa acadêmica sobre a Gestão de Pessoas tem adotado quadros de referência teóricos de natureza positivista e funcionalista, em que se pressupõe ser possível estabelecer objetivos claros e planos de ação para alcançá-los: adota-se, em geral, o que tem sido denominado a abordagem estratégica de Recursos Humanos. Este trabalho tem por objetivo investigar a influência dos fatores contextuais, que podem ser associados à teoria institucional, sobre a elaboração das políticas e práticas de Gestão de Pessoas. Os resultados mostram que as forças contextuais – acionistas, sindicatos, a legislação e os clientes, principalmente, exercem grande influência sobre as políticas e práticas de Gestão de Pessoas e que, portanto, a definição e a implementação da estratégia não são processos tão claros e definidos. Ademais, os resultados sugerem que essas forças dependem do setor de atividade: para empresas de serviços, a força dos clientes é muito grande; para empresas de capital intensivo, as forças coercitivas e normativas podem ser mais importantes.por
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10438/13429
dc.language.isopor
dc.relation.ispartofseriesRelatório de pesquisa FGV/EAESP/NPP;n.12por
dc.rights.accessRightsopenAccesseng
dc.subjectGestão de pessoaspor
dc.subjectAdministração estratégica de RHpor
dc.subjectAbordagens teóricaspor
dc.subject.areaAdministração de empresaspor
dc.subject.bibliodataRecursos humanospor
dc.titlePolíticas e práticas de gestão de pessoas: investigando as abordagens estratégica e institucionalpor
dc.typeTechnical Reporteng

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