Uso do design thinking para treinamentos em gestão de projetos na área da saúde
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Data
2024-05-29
Autores
Orientador(res)
Massuda, Adriano
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Resumo
Com as mudanças no mercado da área da saúde, as instituições têm visto cada vez mais importância na área de projetos. Os projetos em saúde ganharam destaque por motivos como: inovação, necessidade de colaboração interprofissional, oportunidades de melhorias na organização de processos e em gestão e qualidade, como na jornada centrada no paciente. Nesse contexto, a capacitação contínua através de treinamentos é fundamental, uma vez que os profissionais precisam estar alinhados com as necessidades do mercado e desenvolver novas competências e habilidades. Hoje a indústria farmacêutica está bem alinhada com essa necessidade e investe em melhorias contínuas no setor de treinamento, mas para os hospitais públicos e privados, essa necessidade em treinamentos clínicos existe e é estruturada, mas em projetos e outros temas corporativos ainda é incipiente. Em ambos ambientes há espaço para inovação e desenvolvimento, uma vez que a qualidade e o impacto do treinamento são tão importantes quanto o próprio treinamento. Nesse presente estudo, trazemos a descrição de casos de treinamento em gestão de projetos na área da Saúde, tanto em ambientes de hospitais públicos e privados quanto na indústria farmacêutica. Conseguimos identificar oportunidades de inovação e melhorias, como obter maior engajamento dos times em treinamentos através da identificação de suas reais necessidades e melhor impacto no ambiente de trabalho através do uso do design thinking. A metodologia do estudo foi descritiva a partir de estudos de quatro casos de treinamento realizados pela pesquisadora. A coleta dos dados foi realizada durante os treinamentos, com dados anonimizados, e foi organizada em um quadro analítico. As observações foram especificadas com base na literatura referenciada, desde caracterização das instituições, dos times até pesquisas de satisfação nos treinamentos. A análise dos dados foi realizada de forma qualitativa, baseada no racional apresentado pelos quatro níveis de avaliação de treinamento de Kirkpatrick: satisfação com o treinamento, aprendizagem, mudanças em comportamentos relacionados ao trabalho, e impacto do programa na organização.
