What is the role of bookbuilding in bond allocation? Evidence from Brazil

dc.contributor.advisorSaito, Richard
dc.contributor.authorTsukazan, Julio Cesar Ruiz
dc.contributor.memberSchiozer, Rafael Felipe
dc.contributor.memberPerobelli, Fernanda Finotti Cordeiro
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EAESPpor
dc.date.accessioned2010-04-20T20:51:16Z
dc.date.issued2007-02-26
dc.description.abstractThis study examines two different aspects of bookbuilding process of issuing corporate bond on an emerging market. Specifically: (a) underwriter’s discretionary power and (b) bidder’s efficiency. Using a unique sample of 40 bookbuilding processes for Brazilian corporate bonds of non-financial companies between January 2001 and July 2006, we document that there is no empirical evidence that the underwriter uses his discretionary power, as other studies of equity offerings have confirmed. In this work, the difference between pro rata allocation and actual allocation (award receive by bidder) is calculated for each bid. The difference is null for 96.6% of the sample, only 19 of 557 bids have difference between these two manners. From these 19 bids, only 4 bids present absolute difference (pro rata minus actual allocation) larger than 1 corporate bond. Bidder and issuer’s characteristics seem to impact investors’ efficiency on competitive auctions. For instance, we find empirical evidence that step bids reduce bidder’s likelihood of success, contrary to early studies that argue that multiple bids are optimal. Mutual funds present superior performance on bidding strategy among bidders. If the bidder were a mutual fund, its chance of success would increase 60%. This advantage is related to particular features of the Brazilian corporate bond market that allowed mutual fund to develop an expertise on the bookbuilding process. They are responsible for around 75% of demand for corporate bonds and participate frequently in bookbuilding processes. Furthermore, the total number of bidders that participate in bookbuilding process is small and all of them are domestic. Besides, there is no restriction to international investors.eng
dc.description.abstractA dissertação tem como objetivo analisar dois aspectos do processo de bookbuilding nas emissões de debêntures no mercado brasileiro. O primeiro aspecto é verificar se o underwriter utiliza, a exemplo do que ocorre no Initial Public Offering (IPO) de ações, o poder discricionário nas alocações das debêntures entre os investidores. O segundo consiste em encontrar as características, tanto do emissor quanto do investidor, que influenciam na eficiência do bidder no processo de bookbuilding. Para realizar os testes empíricos foi utilizada uma base de dados composta por 40 books1 (totalizando 727 bids) fornecidos por um banco de investimento. Verifica-se que o underwriter não beneficia nenhum investidor na alocação final das debêntures. Essa afirmação fica evidenciada quando se calcula a diferença entre alocação final (efetivamente recebida pelo investidor) e alocação teórica (estimada com base no método prorata) para os 27 books (totalizando 557 bids) que apresentam demanda superior a oferta. A diferença é nula para 96.6% da amostra, sendo que das 19 observações não nulas, 15 possuem diferença absoluta de uma debênture entre a alocação teórica e a final, resultado explicado em função do arredondamento das alocações. Contrariando a teoria de leilão de titulos públicos, onde autores, como Scott and Wolf (1979), defendem que os investidores devem utilizar o step bid como estratégia ótima de bid, este trabalho verificou que no caso de bookbuilding de debêntures no mercado brasileiro, os investidores usuários de step bid posssuem menos chances de ter seu bid atendido plenamente pelo underwriter. Quando o investidor é um gestor de recursos de terceiros (asset management), aumenta-se a possibilidade de ter sua demanda atendida. O maior sucesso do asset management no bookbuilding deve-se às peculiaridades do mercado brasileiro: (i) somente investidores locais participam dos bookbuilding, já que investidores estrangeiros possuem preferência e incentivos por títulos públicos; (ii) gestores de recursos de terceiros representam 75% da demanda por debêntures; (iii) o mercado de gestão de recursos é concentrado: os 5 maiores gestores concentram 60% da indústria. Com isso os gestores de recursos podem desenvolver uma expertise própria, já que são os principais demandadores e frequentemente participam dos bookbuilding. As características do emissor também influenciam no desempenho dos bidders: as debêntures de baixo e médio risco aumentam a possibilidade do bidder ter seu pedido atendido na íntegra. Além disso, como era esperado, quanto maior for a demanda do título, mais dificil é para o investor conseguir a quantidade desejável.por
dc.identifier.citationTSUKAZAN, Julio Cesar Ruiz. What is the role of bookbuilding in bond allocation? Evidence from Brazil. Dissertação (Mestrado em Administração de Empresas) - FGV - Fundação Getúlio Vargas, São Paulo, 2007.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10438/2232
dc.language.isoeng
dc.rights.accessRightsrestrictedAccesseng
dc.subjectMercado financeiroeng
dc.subjectInvestimentoseng
dc.subjectDebêntureseng
dc.subjectAções (Finanças)eng
dc.subjectInvestidores (Finanças)eng
dc.subject.areaAdministração de empresaspor
dc.subject.bibliodataMercado financeiropor
dc.subject.bibliodataInvestimentospor
dc.subject.bibliodataDebênturespor
dc.subject.bibliodataAções (Finanças)por
dc.subject.bibliodataInvestidores (Finanças)por
dc.titleWhat is the role of bookbuilding in bond allocation? Evidence from Brazileng
dc.typeDissertationeng
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