Existe puzzle de prêmio de risco acionário (EPP) no mercado brasileiro?: uma análise do período entre 1995 e 2013

dc.contributor.advisorPessoa, Marcelo de Sales
dc.contributor.affiliationFGV
dc.contributor.authorGuimarães, João Felipe Cury
dc.contributor.memberCavalcanti, Ricardo de Oliveira
dc.contributor.memberBragança, Gabriel Godofredo Fiuza de
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EPGEpor
dc.date.accessioned2014-09-23T13:58:31Z
dc.date.available2014-09-23T13:58:31Z
dc.date.issued2014-05-30
dc.description.abstractSegundo Sampaio (2002), os modelos intertemporais de equilíbrio começaram a ter a sua eficácia na determinação do retorno dos ativos questionada após a publicação do artigo de Mehra e Prescott em 1985. Tendo como objeto de análise os dados observados no mercado norte-americano, os autores não foram capazes de reproduzir a média histórica do prêmio do retorno das ações em relação ao retorno dos títulos públicos de curto prazo através de parâmetros comportamentais dentro de intervalos considerados plausíveis. Através das evidências, os autores, então, puderam verificar a necessidade de coeficientes exageradamente altos de aversão ao risco para equiparação do prêmio de risco histórico médio das ações norte-americanas, enigma que ficou conhecido como equity premium puzzle (EPP). Foi possível também a constatação de outro paradoxo: a necessidade de taxas de desconto intertemporais negativas para obtenção da média histórica da taxa de juros, o risk-free rate puzzle (RFP). Este trabalho tem como objetivo adaptar os dados do modelo proposto por Mehra e Prescott (2003) ao mercado brasileiro e notar se os puzzles apresentados anteriormente estão presentes. Testa-se o CCAPM com dados brasileiros entre 1995:1 e 2013:4 adotando preferências do tipo utilidade esperada e através da hipótese de log-normalidade conjunta dos retornos. Utiliza-se o método de calibração para avaliar se há EPP no Brasil. Em linha com alguns trabalhos prévios da literatura nacional, como Cysne (2006) e Soriano (2002) que mostraram a existência do puzzle nos períodos de 1992:1-2004:2 e 1980:1-1998:4, respectivamente, conclui-se que o modelo usado por Mehra e Prescott (2003) não é capaz de gerar o prêmio de risco observado na economia brasileira. Sampaio (2002), Bonomo e Domingues (2002) e Issler e Piqueira (2002), ao contrário, não encontram evidências da existência de um EPP brasileiro.por
dc.identifier.citationGUIMARÃES, João Felipe Cury. Existe puzzle de prêmio de risco acionário (EPP) no mercado brasileiro?: uma análise do período entre 1995 e 2013. Dissertação (Mestrado em Finanças e Economia Empresarial) - Escola de Pós-Graduação em Economia, Fundação Getúlio Vargas - FGV, Rio de Janeiro, 2014.por
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10438/12047
dc.language.isopor
dc.rights.accessRightsopenAccesseng
dc.subjectEquity premium puzzle no Brasilpor
dc.subjectRisk-free rate puzzle brasileiropor
dc.subjectCoeficiente de aversão ao riscopor
dc.subject.areaEconomiapor
dc.subject.bibliodataRisco (Economia)por
dc.subject.bibliodataAvaliação de ativos – Modelo (ICAPM)por
dc.subject.bibliodataAções (Finanças) - Preçospor
dc.titleExiste puzzle de prêmio de risco acionário (EPP) no mercado brasileiro?: uma análise do período entre 1995 e 2013por
dc.typeDissertationeng

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