Teletriagem: há benefícos para os sistemas de saúde e seus usuários?
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Data
2017
Autores
Orientador(res)
Kondo, Edson Kenji
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Resumo
Objetivo – Esta dissertação teve como principal objetivo estudar a existência ou não de benefícios aos usuários na adoção da teletriagem nos sistemas de saúde. Metodologia – Como método optou-se por um estudo exploratório através de pesquisa bibliográfica buscando dados na literatura de experiências internacionais que pudessem fundamentar este estudo. Comparou-se os resultados de serviços de teletriagem implantados em 5 países. Aplicando a metodologia de Kim e Mauborgne buscou-se identificar o tipo de inovação introduzida e seu impacto nos custos e benefícios advindos da inovação. Resultados – Os resultados da análise dos dados mostram que os serviços de teletriagem das experiências internacionais conseguiram reduzir a utilização dos serviços de urgência e emergência e levaram os usuários a priorizar a atenção primária nos sistemas de saúde. Limitações – A principal limitação da pesquisa é que se baseia em experiências internacionais. Houve limitação de tempo e recursos para realização de testes laboratoriais, experimentais e para desenvolvimento de projetos pilotos que pudessem ser aplicado numa pesquisa de campo. Aplicabilidade do trabalho – Os resultados do trabalho permitiram recomendar sua aplicação em estudos com testes e pesquisas de campo, experimentos e simulações realísticas, em serviços de telessaúde no Brasil. Contribuições para a sociedade - O estudo sugere que os serviços de teletriagem teriam potencial de gerar benefícios para os usuários do Sistema Único de Saúde gerando educação em saúde, orientação para o autocuidado e fortalecimento das políticas de atenção primária em saúde. Originalidade – Pelo nosso conhecimento, este é o primeiro estudo que relaciona com teletriagem para os sistemas universais de saúde no Brasil.
