Uma análise da releitura coreográfica de Erosão, composição de Heitor Villa-Lobos, por Luiz Bongiovanni

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2020-10-19

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O intuito desse artigo é apresentar uma análise da interpretação da coreografia de Erosão, composição criada por Heitor Villa-Lobos, executada pelo paulista Luiz Bongiovanni. Composta em 1950, Erosão é o segundo balé sobre música de Villa-Lobos que faz parte da Trilogia Amazônica, um conjunto de três coreografias – Uirapuru, Erosão e Alvorecer – sobre composições do compositor brasileiro que foi encomendado pelo Maestro André Cardoso, em 2015, para o Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Esta foi apresentada nos meses de julho e agosto de 2016, durante as Olimpíadas, e teve como mote os temas relacionados à ecologia e à natureza. Examinaremos, em primeiro lugar, a contribuição de Villa-Lobos para a dança e o balé, focando em particular nos gêneros do poema sinfônico e do balé que definem Erosão. Em seguida, apresentaremos uma análise da releitura da obra musical pela coreografia contemporânea de Luiz Bongiovanni.

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