Deterioração das expectativas resulta em queda do indicador de clima econômico da América Latina

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2025

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O Indicador de Clima Econômico (ICE) da América Latina registrou piora contínua em 2024, encerrando o ano em 77,9 pontos, queda de 20,7% em relação ao início do período. A retração foi puxada principalmente por México e Brasil, enquanto a Argentina apresentou recuperação expressiva (+44,7 pontos). O México acumulou queda de 76 pontos no ano, refletindo deterioração tanto na situação atual quanto nas expectativas, em contraste com o Brasil, que teve melhora do indicador de situação atual, mas forte pessimismo futuro ligado ao cenário fiscal. Nas projeções do PIB, o Brasil destacou-se com revisão positiva de 1 p.p., impulsionando a previsão regional para 1,8%. Já o Equador sofreu forte revisão negativa (-1,2 p.p.) devido à crise energética. Entre os principais entraves econômicos da região, especialistas apontam infraestrutura precária, falta de inovação, baixa confiança na política econômica, corrupção e falta de credibilidade das políticas do Banco Central como os mais relevantes.

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