Desequilíbrios fiscais, reforma orçamentária e ajuste estrutural das contas públicas
| dc.contributor.author | Rezende, Fernando | |
| dc.contributor.author | Almeida, Mansueto Facundo | |
| dc.contributor.unidadefgv | Demais unidades::RPCA | por |
| dc.date.accessioned | 2016-12-26T16:35:12Z | |
| dc.date.available | 2016-12-26T16:35:12Z | |
| dc.date.issued | 2015 | |
| dc.description.abstract | As iniciativas em curso para reverter os desequilíbrios das contas públicas e avançar no rumo da consolidação do ajuste fiscal são importantes, mas insuficientes para alcançar os objetivos pretendidos. A divulgação dos números oficiais relativos ao encerramento do exercício de 2014 deixou isso claro e podem ter surpreendido a nova equipe econômica. Apesar de ainda deixar de fora alguns itens de despesa que não foram contabilizados, como as despesas com o pagamento de subsídios do Programa de Sustentação do Investimento (PSI) no âmbito do BNDES e os subsídios do credito agrícola, o resultado primário (déficit de 0,6% do PIB para o setor público consolidado) foi pela primeira vez negativo em 18 anos. Assim, para o setor público alcançar a meta de 1,2% do PIB, em 2015, será necessário um esforço fiscal – aumento do primário- perto de dois pontos do PIB ou de R$ 100 bilhões em um ano. A conta poderá ficar ainda mais salgada se as previsões para o comportamento da economia ficarem próximas das que estimam o efeito da crise energética e da redução do consumo no PIB, que, segundo alguns analistas poderá registrar uma queda equivalente a mais de 1% do PIB. Nesse caso, a repercussão de uma economia em queda no comportamento da receita de tributos tornará ainda mais dura a tarefa de promover o ajuste necessário para tirar o país do buraco. Qualquer que seja o resultado de 2015, a correção dos desequilíbrios acumulados requerem mais do que medidas pontuais para ser duradoura. É preciso que o pais aprove um programa de ajuste fiscal de médio prazo, que não se resuma a intenções oficiais de atingir metas para este e os próximos dois anos. Um plano dessa natureza precisa estar ancorado em medidas que lhe dê credibilidade e ser objeto de um amplo acordo político que viabilize sua execução. O presente relatório reúne elementos que fundamentam essa proposta e destaca a contribuição que uma reforma do processo orçamentária poderia dar para viabilizar a aprovação desse plano e criar condições mais favoráveis para sua implementação. | por |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/10438/17656 | |
| dc.language.iso | por | |
| dc.subject | Reforma orçamentária | por |
| dc.subject.area | Administração pública | por |
| dc.subject.bibliodata | Orçamento | por |
| dc.subject.bibliodata | Despesa pública | por |
| dc.subject.bibliodata | Finanças públicas | por |
| dc.title | Desequilíbrios fiscais, reforma orçamentária e ajuste estrutural das contas públicas | por |
| dc.type | Paper | eng |
| fgv.contributor.centros | CEFIS – Centro de Estudos Fiscais (FGV EBAPE) | |
| fgv.relation.ispartof | Rede de Pesquisa e Conhecimento Aplicado | por |
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