Finanças comportamentais no Brasil: uma aplicação da teoria da perspectiva em potenciais investidores

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2014

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A premissa de racionalidade ilimitada preconizada pela HME é contestada pelo arcabouço teórico que envolve as Finanças Comportamentais. A presente pesquisa objetiva replicar a investigação do artigo seminal de Kahneman e Tversky (1979) para avaliar o processo decisório de funcionários de um importante banco nacional. Os resultados deste estudo foram comparados aos obtidos no trabalho original e em pesquisas similares. O questionário adotado foi uma adaptação do originalmente utilizado, para que se pudesse testar, na amostra estudada, a aplicabilidade da Teoria da Perspectiva. Os resultados comprovaram que uma grande parcela do público amostral apresentou inconsistência decisória segundo o modelo racional.

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