Judicial bias in workplace harassment cases: evidence from Brazil

dc.contributor.advisorCastro, Rudi Rocha de
dc.contributor.advisorFerraz, Claudio
dc.contributor.authorMendonça, Ana Luiza da Costa Pessanha de
dc.contributor.memberSchiavon, Laura
dc.contributor.memberSampaio, Breno
dc.contributor.unidadefgvEscolas::EAESPpor
dc.date.accessioned2023-04-14T13:06:06Z
dc.date.available2023-04-14T13:06:06Z
dc.date.issued2023-03-08
dc.description.abstractAproveitamos a atribuição aleatória de casos a juízes para testar se há um viés judicial de gênero em ações judiciais de assédio no local de trabalho. Em oposição a maior parte da literatura, as juízas exibem um significativo viés negativo em relação às mulheres reclamantes. Nossos principais resultados indicam que, condicional aos efeitos fixos de ano-comarca, ser designado para uma juíza diminui a probabilidade de vitória em 16\% para as reclamantes. Em relação aos mecanismos, fornecemos evidências sugestivas de que as juízas podem ser mais rígidas quando o espaço para discricionariedade judicial é menor (ou seja, em casos de assédio sexual) e podem expressar opiniões de gênero mais conservadoras nos casos em que a lei é mais genérica (em casos de assédio moral). Esses resultados ajudam a informar maneiras de melhorar o desempenho do judiciário em crimes relacionados a gênero.por
dc.description.abstractWe leverage the random assignment of cases to judges to test whether there is a gender judicial bias in workplace harassment lawsuits. In contrast to most of the literature, female judges exhibit a significant negative in-group bias toward female plaintiffs. Our main results indicate that conditional on jurisdiction-year fixed effects, being assigned to a female judge decreases the probability of winning by 16\% for female plaintiffs. Regarding the potential mechanisms, we provide suggestive evidence that female judges might be more strict when room for judicial discretion is lower (i.e. in sexual harassment cases) and might express more conservative gender views in cases where the law is more generic (i.e. in moral harassment cases). These findings help inform ways to improve judiciary performance in gender-related crimes.eng
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10438/33533
dc.language.isoeng
dc.rights.accessRightsopenAccesseng
dc.subjectWorkplace harassmenteng
dc.subjectJudicial biaseng
dc.subjectGendereng
dc.subjectAssédio no local de trabalhopor
dc.subjectViés judicialpor
dc.subjectGêneropor
dc.subject.areaAdministração públicapor
dc.subject.bibliodataAssédio no ambiente de trabalhopor
dc.subject.bibliodataAssédio sexual - Legislação - Brasilpor
dc.subject.bibliodataJuízes - Decisõespor
dc.subject.bibliodataRelações de gêneropor
dc.titleJudicial bias in workplace harassment cases: evidence from Brazileng
dc.typeDissertationeng

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