Fatores determinantes da manutenção de capital de giro em empresas de saneamento básico brasileiras
Carregando...
Data
2022
Autores
Orientador(res)
Orellano, Verônica Inês Fernandez
Métricas
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Resumo
O presente trabalho busca avaliar quais fatores referentes à gestão operacional e financeira influenciam a política de capital de giro das empresas de saneamento básico brasileiras e de que forma isto acontece. A grande quantidade e diversidade de empresas neste segmento permite uma análise diferenciada por tipo de empresa Foi estimado um modelo econométrico semelhante aos de outros estudos sobre o tema, tais como os de Tenani, Ribeiro e Carvalho (2022) e Moussa (2019). As estimações foram efetuadas separadamente para dois diferentes critérios de divisão de empresas como restritas/irrestritas em relação ao acesso ao capital de terceiros: Abertura de capital, e Controle (Público ou Privado). Os dados foram obtidos por meio do banco de dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS) e tratados no formato painel. Os principais resultados revelam que, no caso do setor privado, empresas com maior ROA (Return on Assets) tendem a adotar uma política mais restrita na gestão do capital de giro, trabalhando com menores estoques e menores prazos para recebimento, por exemplo. Já no caso das empresas públicas, é o endividamento que está associado a uma política mais restrita na gestão de capital de giro. Observou-se também que empresas de capital aberto e fechado do setor de saneamento tendem a adotar comportamento semelhante com relação a gestão de capital de giro, pois não foram encontradas diferenças relevantes entre esses dois grupos.
