Os desafios na implementação da gestão de riscos nas compras e contratações no âmbito do setor público
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Data
2024-08-09
Autores
Orientador(res)
Cunha, Armando
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Resumo
Objetivo: Identificar os fatores influenciadores na implementação da gestão de riscos em compras e contratações públicas na Caixa Econômica Federal. Metodologia: Foi adotada uma abordagem de estudo de caso, conduzindo uma investigação empírica para compreender a implementação da gestão de riscos. Foram utilizados métodos qualitativos, incluindo revisão bibliográfica, análise documental, estudo de caso, questionários e entrevistas. Resultados: A pesquisa revelou que a gestão de riscos é fundamental para a eficiência e transparência nas compras e contratações públicas, mas enfrentam desafios significativos, como a resistência à mudança organizacional, a falta de capacitação dos agentes públicos e a carência de recursos e ferramentas adequadas. Também foi observada a necessidade de um planejamento estratégico robusto e de maior integração e colaboração entre as áreas envolvidas, além de uma maior autonomia dos colaboradores. Limitações: As limitações incluem a amostra definida por conveniência, restrições de acesso a informações e a falta de percepção dos fornecedores. Aplicabilidade do trabalho: Os resultados podem fornecer orientações práticas para gestores e profissionais envolvidos na gestão de risco em compras e contratações públicas. Contribuições para a sociedade: O estudo pode contribuir para a melhoria da eficiência, transparência e integridade nas compras públicas. Originalidade: O estudo aborda de forma original os desafios específicos na implementação da gestão de riscos em compras públicas, com foco na Caixa Econômica Federal. Conclusão: A superação dos desafios na implementação da gestão de riscos exige mudanças estruturais, operacionais e culturais, além da integração de ferramentas tecnológicas adequadas e uma abordagem ágil para lidar com o ambiente de negócios dinâmico e imprevisível. Investimentos em capacitação contínua e desenvolvimento de habilidades específicas são cruciais, assim como a promoção de uma maior integração entre áreas e aumento da autonomia dos colaboradores, garantindo uma gestão de riscos mais eficaz e eficiente.
