Os municípios do Nordeste são os que mais dependem de transferências intergovernamentais: menos de 10% da receita corrente é originada por arrecadação própria
Carregando...
Arquivos
Data
2025-07
Autores
Orientador(res)
Métricas
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Resumo
O Boletim Macro Regional desta edição mostra, na seção de atividade econômica, conforme o Índice de Atividade Econômica Regional do Banco Central, um avanço na região Nordeste de 0,5% em abril/25 frente ao mês anterior; 1,4% na comparação com o último trimestre e 3% na comparação interanual. No acumulado do ano, o Nordeste registou alta de 2,6%, porém abaixo da média nacional de 3,5% (medido pelo IBC-Br) – esta última impulsionada pelo setor da agropecuária, em que o Nordeste tem um menor dinamismo. A Bahia segue sendo o destaque com o maior crescimento interanual da região em abril (+4,8%), seguido pelo Ceará com 2,6%. Pernambuco interrompeu uma sequência de maus resultados registrados desde o início do ano e apresentou uma elevação, ainda que moderada, de 0,9% em abril também na comparação interanual. Os resultados positivos da Bahia e Ceará estão associados, no primeiro caso, à indústria de transformação (juntamente com o bom desempenho de serviços ligados ao consumo das famílias e ao turismo) e, no segundo caso, ao setor de serviços e ao comércio. Já em Pernambuco, apesar da leve melhora, persistem fragilidades tanto na indústria de transformação como em alguns segmentos nos serviços.
