Imposto do futuro? Considerações sobre o ISS e a base de serviços

dc.contributor.authorCastro, Kleber Pacheco de
dc.contributor.unidadefgvInstitutos::IBREpor
dc.date.accessioned2021-01-13T23:22:39Z
dc.date.available2021-01-13T23:22:39Z
dc.date.issued2020-12
dc.description.abstractNas tratativas para se tentar promover uma reforma tributária, há uma forte resistência dos municípios em aderir às principais propostas em discussão – em particular, as PECs 45/2019, da Câmara, e 110/2019, do Senado – porque, entre diversas mudanças, extinguem o imposto local sobre serviços com a finalidade de criar um imposto nacional sobre o valor adicionado de bens e serviços. Fator crucial para tal resistência é a percepção dos prefeitos de que o ISS incide sobre uma base que cresceu muito nos últimos anos e que tende a crescer ainda mais com as possibilidades abertas pela economia digital. A partir daí depreende-se o motivo que leva prefeitos a apontar o ISS como “imposto do futuro”.por
dc.identifier.citationConjuntura econômica, dezembro de 2020por
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/10438/30018
dc.language.isopor
dc.publisherFGV IBREpor
dc.subjectReforma tributáriapor
dc.subject.areaEconomiapor
dc.subject.bibliodataReforma tributáriapor
dc.titleImposto do futuro? Considerações sobre o ISS e a base de serviçospor
dc.typeArticleeng

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