Estudo de caso: variáveis que influenciam nas faltas às consultas e nas consultas realizadas em um plano de saúde
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2015
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Resumo
O tema gestão em saúde vem sendo cada vez mais discutido no Brasil nos últimos anos. No país o acesso à saúde se dá pelos sistemas público ou privado. O artigo se restringe ao modelo de sistema privado, especificamente ao plano de saúde, focando o estudo na questão de agendamento de consultas de uma operadora de plano de saúde, situada na cidade de Jundiaí, estado de São Paulo. É tanta a relevância do tema agendamento de consultas médicas para os pacientes que a própria Agência Nacional de Saúde Suplementar, a ANS, tem interferido dispondo de regulações normativas (RN). Outro problema discutido é a ocupação de horários nas agendas médicas por pacientes que faltam a estas consultas sem qualquer explicação. Portanto, o que é considerado “falta” neste trabalho é o caso em que, apesar de todas essas medidas, o paciente faltou sem qualquer aviso. O trabalho se propõe a discutir se o gênero e a idade do paciente influenciam na quantidade de consultas que ele utiliza no seu plano de saúde, e se o grau de escolaridade do paciente influencia na quantidade de faltas às consultas no seu plano de saúde. Estudo de abordagem quantitativa utilizou-se a metodologia de casos de uso, que fez uso da técnica de pesquisa científica associação-regressão, a partir do levantamento no banco de dados da empresa. O estudo conclui que a idade e do gênero do paciente influenciam na quantidade de consultas agendadas por este paciente enquanto que o grau de escolaridade do paciente pouco influencia.
